O que é Arquitetura da Informação?

2 de dezembro de 2007 às 13:46

Engraçado é um aspirante pela Arquitetura da Informação nomear o utilizador do nosso serviço como usuário. E o pior é que ele fala mais de dez vezes. Talvez ele conviva muito com técnicos de informática.

Há muito o que amadurecer sobre o tema. Apesar da entrevista ser bem senso comum, é um começo.

Ele quis dizer Arquivologia (biblioteconomia não), em algumas faculdades a Arquivologia chama-se Ciência da Informação. Se em uma faculdade dessas houver um diretor de departamento ligado às novas tendências, essa é a melhor área profissional que alguém pode almejar estudar.

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Via Usabilidoido

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Filhos e amantes o Hair brasileiro

25 de novembro de 2007 às 8:13

Tenho procurado o lado positivo em tudo o que faço. Nessa última madrugada insone, o lado positivo foi assistir esse filme no Cadernos de Cinena da TVE.

Filhos

Não achei nenhum vídeo do filme referido mas aqui vão algmas resenhas e um trecho do Hair que acaba dando no mesmo:

Somente um adendo!

Puta que pariu! A voz dessa mulher é muito show, fora o baixo que naquela época aparecia muito mais, veja uma pesquisa a parte sobre o musical nesses links (1, 2, 3, 4)

Aquarius Lyrics (Hair)

Hair - Aquarius Lyrics

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars

This is the dawning of the age of Aquarius
The age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golding living dreams of visions
Mystic crystal revalation
And the mind’s true liberation
Aquarius!
Aquarius!

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars

This is the dawning of the age of Aquarius
The age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golding living dreams of visions
Mystic crystal revalation
And the mind’s true liberation
Aquarius!
Aquarius!

De volta ao Hair brasileiro!

Não farei resenhas ou sinopses já que muitas de qualidade foram feitas:

Estranho Encontro

: A Andréa foi muito generosa e me fez perceber que eu cometi um erro de comparação. Existe um outro filme - The Last Summer- que seria uma origem mais fiel para o Filhos e Amantes. Aproveito a deixa para indicar o Estranho Encontro. É um ótimo repositório de resenhas sobre filmes brasileiros. Andréa muda para um site próprio em wordpress, conversa comigo.

65 Anos de Cinema: Outro bom repositório de informações sobre filmes.

Eu fico muito triste por ver projetos com conteúdos tão bem elaborados, mas que não utilizam o potencial de ferramentas de geração de conteúdo. São websites feitos à unha.

Agora falemos um pouco sobre as minhas impressões.

Nos últimos dias tenho acordado à noite e não consigo dormir mais. Foi assim que eu conheci esse filme que assisti até o final. Também assisti ao debate que é promovido depois da sessão. Nesse debate havia um psicólogo, uma atriz, um crítico de jornal e um professor de cinema.

Achei bacana que o professor acabou norteando a discussão e bateu forte no crítico. Esse por sua vez apontou as deficiências da narrativa. Enquanto o professor fez como eu, conseguiu enxergar muitos pontos positivos como a fotografia por exemplo. O filme é bom mas a temática é de fato um saco.

Basta pensarmos que ele é a inauguração da década perdida . Mas até o crítico pegou uma boa idéia sobre uma metáfora da película. O confronto de gerações lança um questionamento sobre a juventude daquela época - e porque não na de hoje? - O escritor representado por Valmor Chagas, prestes a morrer com cancer, em uma conversa com o dinho o “héroi” da trama, passa o bastão e fala sobre a sua vontade de viver e de realizar, algo que há muito tempo foi perdido pela juventude. Então o recado é: Devemos questionar menos e realizar mais.

Realmente o comportamento jovem rebelde possui esse viés. Eu tenho falado nas minhas aulas sobre isso. Sobre essa rebeldia careta. Essa realidade é tão “dilêmica” que nossa atual situação, em que vemos nosso país mergulhado na insegurança promovida pelo narcotráfico. Essa atual situação é elencada por um comportamento careta, uma busca desenfreada por riqueza e poder, para quê? Esse debate foi resgatado em Cidade de Deus, lembra?

Essa discussão se desdobra em muitas outras, vale a pena ver Filhos e Amantes e pensar sobre isso.

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Vídeos corporativos

21 de novembro de 2007 às 7:03

Atualmente trabalho em casa. Acordo pelas 5:00 da manhã e vou até às 11:00. No final da tarde retomo e faço mais algumas coisas. Já trabalhei em ambientes de diversos tipos.

Quando vi o cara mexendo no tonner da máquina lembrei-me de quando trabalhei no RH do Ministério da Saúde. Depois de terminar a tinta o Nicholas, para imprimir uma folha, tirava o compartimento do tonner e sacudia. Isso por uns três meses para “render”.

Outra pessoa que me lembrei foi o Carlinhos dos Correios. O Carlinhos era um cara muito estressado. Concentrava muito serviço em si mesmo. Daquele tipo de pessoa que nunca pega um atestado. Ele só tira férias no carnaval, acredita?

Eles são o tipo de pessoa que a qualquer momento poderiam ter um ataque desses, e todos do escritório perdoariam. São pessoas que levam o grupo nas costas.

É um comportamento engraçado eu falo muito sobre isso nos cursos. As empresas desejam os multi-funcionais, mas quem se sujeita a ser multi-funcional deve entender que isso possui um preço para a saúde.

Antes de um gestor procurar por pessoas multi-funcionais, deve se empenhar em criar um ambiente de trabalho equilibrado. No qual toda a equipe saiba desempenhar muito bem sua função, que pode ser eventualmente multi-funcional, porque não? Agora, no momento em que uma organização depende de um herói, aí a produção deixa de ser racional, e passa a depender de fatores imprevisíveis, como esses que nós percebemos no vídeo:

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A dica veio do meu feed por Sedentário e Hiperativo.

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Nara Leão, Chico, João e Maria e a Banda…

30 de setembro de 2007 às 10:34

Domingo eu gosto de trazer minhas canções preferidas, e como você já percebeu, apesar dos meus 20 e poucos anos, adoro músicas e cantores brasileiros dos anos 60 e 70… Devemos muito ao youtube, por disponibilizar um grande acervo que nos permite reviver nossa história musical. Acontece que a minha intenção de início, era colocar somente a música João e Maria. Mas aí fui pesquisar um pouco e no Youtube achei Nara com o Chico naqueles festivais de música, depois vi ela com o Tom Jobim, com o Menescal, e muita outos vídeos bacanas, então decidi trazer um punhado aqui para o deleite de vocês. Infelizmente o João e Maria eu só consegui em aúdio. Se alguém souber de um vídeo com os dois cantando essa música por favor coloque nos comentários ok? Então vamos ao trabalho…


Nara Leão (wikipédia, Google) nasceu aqui em Vitória-ES. Seu pai, um homem muito inteligente, mudou da província quando ela tinha um ano de idade. Sua voz é doce, e Chico estava lá ao seu lado para nos encantar com essa canção que nos lembra nossa infância. Inocente, mas ao mesmo tempo, tão sonhadora, desejosa de romper com a pequenez…

João E Maria - Chico Buarque E Nara Leão

(cifra para violão) (Chico Buarque/ Sivuca)

Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy era você, além das outras três
Eu enfrentava os batalhões, os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque e ensaiava o rock para as matinês

Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei a gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país

Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião, o seu bicho preferido…
Vem, me dê a mão, a gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido

Agora era fatal que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá desse quintal era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que que a vida vai fazer de mim?

Aqui aparece o Chico Buarque que canta a mesma música. Ele explica um pouco sobre como foi a composição:

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Aqui vai um documentário sobre aqueles festivais. O Chico e a Nara Leão não tem nada a ver com mídia. Eles são espontâneos e sofrem com a timidez..rss

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Tente tocar essa música no violão:

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Agora Nara ao lado de outros mestres, com Roberto Menescal

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E ao lado de Antônio brasileiro.

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Discurso de Steve Jobs

25 de setembro de 2007 às 11:19

Eu sei que a algum tempo roda na internet esse discurso do Steve Jobs.

Não sou muito de pegar a idéia dos outros e publicar por aqui. Mas eu vi no site do Plínio e confesso que não resisti. O trabalho do Plínio é muito bacana, e quem quiser pegar o texto está lá ok?

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