Depoimento de um pai que ensina o filho a usar linux

7 de fevereiro de 2008 às 14:17

Não há como evitar. É paixão a primeira vista para quem instala o Ubuntu em seu PC. Lá vai mais um depoimento emocionante de pai para filho:

Faço e refaço máquinas há mais de 20 anos, creio que perdi o”entusiasmo” por novidades complexas, talvez pela necessidade de adaptar

sistemas para usuários que possuem máquinas com poucos recursos. ” Você pode ir à padaria da esquina: a pé, de bicicleta, de moto, de

fusca, de BMW ou simplesmente não ir”.

- As opções existem, cabe-nos decidir entre a mais apropriada, mais

prática ou mais confortável.

A mesma opcionalidade se aplica aqui no Linux e exemplifico:

Se eu utilizo uma planilha para abrir ou editar uma simples tabela,

posso ter a sofisticação de recursos dos Offices ou a simplicidade da

Gnumeric - Optei pela Gnumeric, mais rápida e funcional para este fim.

Noto uma resistência enorme das pessoas quando falo em migração para o

Linux. as respostas são praticamente idênticas a estas:

- Tudo bem que é gratuito, mas é muito complicado…

- Eu posso pagar por uma licença, se não pudessse, usava um pirata…

- O Windows é bonito, tem mais recursos…

- Eu não preciso entender nada, é só clicar, para que mudar?

Aí entra a questão: Como mostrar a essa turma que não é por aí?

Simples: Operacionalidade, rapidez, simplicidade e segurança.

Quer beleza, enfeites? Também tem. Quer programas? Também tem.

Quer ajuda? Tem, e muita, sem precisar dar 50 cliques de mouse.

Vocês estão cientes que para convencer meu filhote a migrar para o

Ubuntu tive que “montar” um aMSN na minha máquina idêntico ao Plus que

ele usa: Eu, com apenas 2 meses de Ubuntu, provei a ele que tudo que ele

fazia com o Windows fará com o Ubuntu, mais rápido e melhor.

Certamente no domingo estarei instalando de vez o Ubuntu na máquina

dele.

Este é o caminho: Demonstrar que o Linux não é apenas um OS gratuito, é

“O Sistema”. Temos tudo e até mais, esta lista me mostrou neste curto

período que os recursos são ilimitados.

É meio “careta”, mas agradeço a todos vocês pelas dicas, informações e o

carinho dedicado a todos, em todas as situações.

Para quem quizer saber:

Meu 7.10 roda numa AMD velhinha de 1300Mhz com 256M setados 16 para

vídeo mais rápido e eficiente que o meu filhote com um XPProSP3 numa

3500Mhz com 1Gb e 128 de vídeo. Querem mais ou tá de bom tamanho?

(Meu XP… otimizado… leva quase 5 minutos para completar a carga até

estabelecer a rede… chora!)

Abraços,

Salles (Nethell)

Esse depoimento foi publicado originalmente na lista Ubuntu-BR. Faça a sua assinatura por lá e seja livre!!!

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Dual boot com windows xp e ubuntu

8 de janeiro de 2008 às 7:36

Achei esse tutorial muito bacana na lista Ubuntu-br. Existem vários modelos de Dual boot neste site, e o Rodrigo Abdalah Freitas traduziu daqui esse que vos apresento. Obrigado ao Rodrigo e a todos que contribuem com o Software Livre.


Cenário: Você quer instalar o Linux em seu sistema, que já tem instalado o Windows XP.

Resumo do Tutorial: Estamos assumindo que o Windows XP já esteja instalado no seu sistema. Vamos instalar o Ubuntu 7.04 para dar dualboot em ambos os sistemas operacionais.

Este tutorial foi testado numa máquina virtual do VMWare Workstation 6 e num sistema Intel baseado em ASUS P5AD2 com 2GB de RAM e drive SATA Seagate com 80GB.

Baixe o Ubuntu

A primeira coisa a fazer é se certificar de que você tenha o Live CD do Ubuntu.

Você pode obter uma cópia do Ubuntu 7.04 aqui:

http://public.planetmirror.com/pub/ubuntu/releases/7.04/ubuntu-7.04-desktop-i386.iso

Grave o imagem (ISO) num CD-R e estará pronto para começar.

Prepare o sistema do Windows XP

Felizmente, não há quase nada a ser feito da perspectiva da partição do XP. Certamente, você necessita de espaço suficiente para instalar o Ubuntu. Você pode criar este espaço manualmente, seja utilizando a última versão do Editor de Partições do GNOME (disponível aqui), seja utilizando o aplicativo do Live CD do Ubuntu.

Porém, o Ubuntu utilizará as mesmas ferramentas de particionamento durante a instalação, portanto podemos deixar até atingirmos esse passo.

Instale o Ubuntu

Faça o boot pelo Live CD, selecione a língua portuguesa do Brasil no menu de Idiomas (F2) e então selecione “Iniciar Ubuntu”.

Quando o Live CD já estiver carregado, dê um duplo-clique no ícone de instalação no desktop para iniciar o processo de instalação.

Na tela de Boas-vindas, selecione o idioma e clique Seguinte.

Na página do fuso horário, selecione sua localização e então clique Seguinte.

Na próxima tela, escolha o layout apropriado para o seu teclado e então clique Seguinte.

Agora o Ubuntu carrega o particionador de disco. A primeira opção, que é a de redimensionar a partição principal e utilizar o espaço liberado, é a melhor para escolhermos.

A recomendação padrão para o novo tamanho da partição é otimizada, mas você pode mover o seletor para a direita ou esquerda para mudar como desejar. Se está sentindo-se corajoso, você também pode editar manualmente a tabela de partição, mas a menos que você tenha certeza do que está fazendo, isto não é recomendado.

Clique Seguinte para continuar.

Agora o Ubuntu tem informação suficiente para instalar, então clique em Instalar e vá preparar um café.

Quando a instalação estiver completa, o sistema irá reiniciar. Quando o menu de boot do GRUB for mostrado, dê uma olhada na última opção da lista.

Depois das opções de boot do Ubuntu, haverá uma opção “Outros sistemas operacionais” e abaixo disto “Microsoft Windows XP Professional” (ou Home, dependendo da versão que estiver utilizando). Por padrão, o Ubuntu irá se iniciar após passados 10 segundos.

Se você quiser iniciar o Windows XP neste ponto, ele provavelmente fará uma verificação da partição com o Scandisk. Isto é porque a partição foi redimensionada desde a última sessão e o Windows quer se certificar de que não há problemas.

Quando o XP carregar, ele também irá, provavelmente, detectar um hardware novo (novamente, a partição redimensionada) e pedirá para reiniciar.

Ao fazer isto, ele, provavelmente, fará uma nova verificação da partição (desta vez, mais longa) e então irá reiniciar. É a última vez que você precisará fazer isto.

Configure o GRUB

Se você quiser modificar o modo como o GRUB lida com o dualboot, você precisa editar o menu de boot. Inicie o Ubuntu e abra a janela do Terminal (Aplicativos, Acessórios, Terminal), então digite:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

Isto abrirá o menu de boot em forma de arquivo texto no gedit.

Há centenas de opções que você pode mudar, mas somente algumas são de interesse. A opção padrão de boot é definida pelo valor “default”.

O valor do “default” é 0, que significa que a primeira opção na lista (que é o Ubuntu) sempre será iniciada.

Se você quiser com que o Windows XP seja iniciado por padrão, mude o valor para 4, já que o XP é o quinto item na lista (o sistema de numeração começa no 0).

Um outro jeito de iniciar o Windows XP por padrão é mudar o valor do “default” de um valor numérico para “saved”. Então, o GRUB iniciará a opção que estiver marcada com “savedefault”.

Se você descer a lista e der uma olhada nas opções, irá notar que ambas (a principal do Ubuntu e o Windows XP) estão marcadas com o “savedefault”. Apague o valor do Ubuntu e o Windows XP será carregado por padrão.

Também pode-se aumentar o “timeout” do menu de boot – apenas mude o valor do “timeout”. Você também pode esconder o menu de boot do GRUB removendo o comentário (#) em frente à palavra “hiddenmenu”. Salve e saia do gedit para manter as mudanças.

E é só isto. Fazer um dualboot de Windows XP e Linux quando temos o Windows instalado previamente é de longe o médoto mais fácil de fazer dualboot, porque as distribuições mais atuais do Linux são bem adaptadas a acomodar outros sistemas operacionais, e o GRUB é um gerenciador de boot excelente e muito flexível.

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Ubuntu: apt-get não atualiza (resolvido)

22 de dezembro de 2007 às 17:27

Pois bem, antes de formatar quero ir as últimas consequências.

Primeiro coloquei esse tópico no fórum, e após todas as sugestões da comunidade serem devidamente acatadas, não obtive êxito.

Estou apelando para o pessoal que visita o HajaLuz para uma forcinha nesse problema que está bem descrito na postagem do fórum.

Em resumo meu problema é que após não conseguir instalar o Eclipse e o Java06 o apt-get não funciona mais, por isso, meu sistema não instala mais nada via synaptic.

Essa imagem também é um marco na minha iniciação linux pois eu cortei em Gimp, depois de umas duas horas mexendo em botão aqui e ali. Descobri que Gimp não é photoshop, e photoshop não é Gimp.

Alguém possui alguma sugestão. Leiam o tópico no fórum primeiro por favor. Eu já fiz tudo o que foi sugerido por lá.

Atualização: O problema foi resulvido seguindo a seguinte postagem.

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Ubuntu 7.1 primeiras impressões

26 de novembro de 2007 às 7:31

Ontem eu coloquei uma postagem sobre as minhas dificuldades em instalar o Ubuntu. Ainda é cedo para falar bem ou mal sobre a distribuição linux, mas vou listar aqui as primeiras impressões:

Instalação pára em 82% para quem não possui conexão com internet

A instalação pára em 82% para quem não estiver na internet. Simples assim. Isso quer dizer que sem conexão o sistema não instala. Para mim que tenho internet a rádio com um modem wireless, não é brinquedo colocar IP, máscara e IP de Gatwey, depois um IP da máquina que meu PC acessa na rede. Então imagine alguém que está começando com linux, desiste na hora, não? O problema foi resolvido porque tenho duas máquinas aqui no escritório, então consegui acessando esse fórum.

Para cada mudança importante é necessário entrar com uma senha de admin

Quer ter um sistema seguro? Dificulte o acesso do utilizador. Aí até eu né!! Os fãs de Linux gostam de encher a boca para dizer que ninguém invade. Mas cá entre nós, é a mesma coisa que ter que tirar a chave do bolso para abrir não sei quantas portas dentro de uma casa. O ladrão desiste mesmo. Deve ter alguma forma de driblar isso. Na época do kurumin havia uma manhã de dar permissão total para todos os utilizadores… é um caminho… o caminho da insegurança…

GNOME que bicho é esse?

Fui apresentado a outra interface. Outra coisa que faz qualquer um ficar louco. Realmente nessas horas o utilizador windows é feliz pela sua burrice de não precisar escolher. Linux facilita a vida da gente de mais, é bom alguém fazer as coisas pela gente. Escolher cansa. Mas já vi que é possível colocar KDE lá.

Boot seguro

Sobre essa questão de escolher algo que eu gosto em um HD é ter diversas partições e algo que é muito bom no linux é poder acessar todas elas e no Ubuntu eu consegui fazer uma coisa muito legal que foi editar um arquivo .doc em outra partição. Isso é muito bom para quem deseja dormir tranquilo caso o windows não dê sinal de vida no futuro.

Lento, lento lento.

Eu li em diversos fóruns e blogs, que essa versão 7.10 piorou o Ubuntu. Eu sou azarado mesmo, parece que as versões anteriores eram bem melhores. Engraçado que esta ocorrendo a mesma coisa com o Linux que ocorreu com o Firefox. No início a dica para trocar o software proprietário pelo open source é porque o segundo seria bem mais eficiente e possuiria melhor desempenho, mas ultimamente não há muita diferença entre um e outro.

É necessário dar um desconto pois meu hardware não é dos melhores. Minha placa é uma pcchips, aquele do processador soldado, seu clock não chega a um 1G. Apesar disso a memória possui 512Mb de ram e eu fiz um Swap de mais 500Mb. Para meu uso é tranquilo pois trabalho mais com edição de texto, e às vezes imagens. Mas minha comparação é com o Kurumin 6.0, que nessa mesma máquina possui o dobro de rapidez em relação ao Ubuntu 7.1 desktop. O boot é sofrível. Uns 5 minutos. Verdade!

Eu sinto falta de algo que o Kurumin trouxe que eram diversas mini-distribuições, deveria ser assim com o Ubuntu. Penso que deveria haver mais união no mundo do software livre, quem sabe mais fusões entre comunidades e maior colaboração entre os desenvolvedores. Rapaz, existem opções de mais. A confusão começa pela formatação: Reseifers, ext2, ext3; Dois programas de boot (grub e lilo), duas grandes interfaces (GNOME e KDE) fora as outras, e distribuições então!!! Veja que exagero.

Falta objetividade na tecnologia livre.

É muito cacique e pouco índio..rss

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Linux novas versões antigos problemas

25 de novembro de 2007 às 18:25

Quando eu descobri o Kurumin achei o linux fascinante.

Mas o projeto infelizmente perde o fôlego.

É incompreensível como um projeto tão bacana está prestes a ser descontinuado. Um erro que vejo em projetos aqui no Brasil é justamente contar com a generosidade de terceiros. Existe uma imensa confusão ao pensar que software livre é colaboração altruísta.

O Kurumin deveria possuir um modelo de negócio e consequentemente trazer lucro para seus desenvolvedores. Isso não é feio e não confronta a política de software livre.

O bacana do mundo livre é justamente a “desdogmatização” das licenças, explico: O maior fundamento de uma distribuição livre consiste em respeitar o desejo dos autores. E você como autor de um projeto pode ter o desejo de distribuí-lo sem restrições de uso, restrições com relação à adições ou mudanças. Pode permitir mudanças parciais, ou quem sabe até mesmo mudança nenhuma ou total; isso quem decide é você.

O software livre também pode exigir mudança nenhuma? como assim? Ué lógico! Eu posso distribuir livremente uma criação minha. Livre no sentido de não solicitar retribuição financeira, porém minha condição é exigir que ela não seja modificada.

É complicado um servidor no comando de linha.

Toco nesse assunto porque decidi baixar a distribuição Linux chamada Ubuntu para colocar no lugar do Kurumin. Baixei a versão servidor. Eu sei que fui descuidado por não pesquisar a diferença entre uma e outra. Mas como o Kurumin mastigou muita coisa para nós, lembro-me que haviam distribuições paralelas, como um CD somente de jogos, outro turbinado com um servidor apache, php. Então pensei da mesma forma, que o Ubuntu servidor, seria um Ubuntu vitaminado. Só depois de instalar percebi que por padrão não há uma interface gráfica na iniciação do sistema.

Aí é que está o erro dos desenvolvedores linux, não lhes passa na idéia facilitar o uso do seu sistema. É necessário buscar um equilíbrio para popularizar. Alguém dirá poxa, mas existe esse equilíbrio através do Ubuntu para Desktop, por que você não solicitou a versão mais simples para começar? Sim de fato foi um descuido meu.

Mas penso da seguinte maneira: O que custava para os desenvolvedores distribuirem uma versão servidor com interface gráfica? Isso banaliza a distribuição? Deixa ela mais burra? Pergunto por ignorancia mesmo: Fazer isso comprometeria o sistema?

Bom, até tentei instalar os pacotes gráficos, mas sejamos francos: nerdice tem lá os seus limites. Meu negócio é rodar um site no servidor local, só isso. Então vou baixar o ubuntu desktop e ver qual é. Fiquei feliz por ter instalado ele em cima do Kurumin e não dar confusão entre no boot (grub x lilo). Confesso que esperava por isso.

Ainda falta foco em gente!

Percebi também que existe uma grande possibilidade do utilizador apagar todo o Disco Rígido ao instalar o Ubuntu Server, pois no script de instalação essa é a opção padrão, enquanto escolher as partições é classificado como um processo manual, essa linguagem assusta os novatos. No meu caso tive a paciência de somente formatar a partição que já eram reservadas para o linux. Mas pensei com os meus botões quantos ao instalar o Ubuntu não foram direto varrer o HD e apagar tudo. São questões simples que uma instalação mais visual resolveria.

Mas achei positivo o script não mexer nas demais partições quanto a isso fique tranquilo, é só prestar atenção no aviso que surge após a seleção das partes a serem movidas.

Uma solução simples para evitar que um utilizador descuidado como eu baixasse o Ubuntu Server a toa, seria um aviso no site. Ou uma recomendação melhor sobre como seria a diferença entre o Server e o Desktop.

Talvez você me ache um bobo, por querer experimentar linux e não querer me tornar um fanático por comando de linha. Mas francamente, eu como desenvolvedor de web acredito que uma interface tem que ser acessível a todos. Esse é o grande desafio de alguém que vende um produto. Se os desenvolvedores de linux querem arrebanhar as pessoas para seus projetos devem repensar sua postura. Eu vi pelos fóruns pessoas fazendo sacanagens com os novatos, o suporte via comunidade é péssimo, a linguagem incompreensível para leigos.

No meu caminhar profissional na internet vai se fortalecendo aquela idéia de que falta humanidade na web.

Não se engane. Quanto mais próximo das necessidades das pessoas para quem você trabalha, mais bem sucedido será o seu projeto.

E o Kurumin?

Quanto ao Kurumin é uma lástima sua descontiuidade, pois o Morimoto foi justamente ao encontro da necessidade dos seus clientes. Ele é um cara visionário sem dúvida. Morimoto está correto, o Kurumin cumpre muito bem sua função. Ele não é somente uma distribuição linux, é um grande exemplo de aplicação orientada ao utilizador, quem desejar aprender sobre isso terá que entrar em contato com o trabalho do rapaz.

O que falta ao Kurumin? Profissionalização. É necessário uma equipe que ganhe dinheiro diretamente com o projeto. Temos que amadurecer e pensar dessa forma. É um caminho bacana, isso só é pecado se você for deveras dogmático. E convenhamos dogma não combina com tecnologia. Muito pelo contrário, até hoje o mais bacana da tecnologia é sua quebra paradigmas.

Em breve posto por aqui sobre o Ubuntu Desktop, tomara que eu consiga instalar!!!

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