Prestes a ser professor novamente

26 de março de 2008 às 12:06

Falta pouco para tornar-me professor novamente. O teste foi de fritar os nervos. Fui colocado em uma sala com uns 30 meninos e havia pedagogo, psicológo, assistente social, e o professor da turma, todos presentes.

Bom, pensei que não havia passado devido a minha informalidade. Falei sobre NetWork, e outra surpresa: A garotada ainda não conhecia o termo. E uma surpresa maior ainda: Eles participaram muito da aula, tive que pedir para diminuir a voz, tomaram conta do ambiente, bem no meu estilo…rss

É muito bacana introduzir assuntos tão triviais para a garotada. Realmente sou um ligador de mundos.  

Para minha surpresa me chamaram e gostaram muito da minha apresentação. Talvez eu é que seja pessimista.

A Ufes tem sido rigorosa demais em aprovar estágios e hoje eu vou buscar os documentos. Vamos ver se dá tudo certo.

Essa instituição em que vou trabalhar é uma das mais tradicionais aqui em Vitória. Estou muito feliz e muito motivado. Tomara que dê tudo certo. E que comecemos uma nova fase em nossa carreira.

Quanto ao trabalho com consultoria em Sist. Informação. Eu vou continuar. Tenho um bom portfólio e meus clientes não precisam se preocupar, a atenção continua a mesma. Alias até irá redobrar pois caso finalmente entre nesse trabalho de educador, terei algumas manhãs totalmente livre para me concentrar no trabalho com Web. 

Uma providência que tomei foi retirar meu nome e foto aqui da frente do HajaLuz. E vou retirar em breve toda a referência sobre minha pessoa no site. Meu site profissional continuará a ser o http://webluz.net. Tomei essa decisão porque o HajaLuz algumas vezes é controverso. Nem todo mundo entende a forma pela qual escrevo. As vezes acho que exagero e me exponho muito por aqui.

Outra vantagem é que o HajaLuz será menos impessoal e vou abrir para outras contribuições que recebo e vou estimular as pessoas a escrever poraqui sobre Sistemas de Informação. A tendência é que o HajaLuz fique cada vez mais coletivo. O que vocês acham dessa decisão?

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Qual a diferença entre bits e bytes?

19 de janeiro de 2008 às 14:25

Oi pessoal, escrevi esse texto em um fórum que montei para um cliente que é provedor de internet e achei legal compartilhar aqui com vocês.

Nos últimos dias muitos clientes questionaram porque no ícone com dois monitores, próximo ao relógio, aparece 100Mbps se ele assinou conosco 150Kbps?

Antes de fazer minha explanação vou citar alguns textos para ajudá-lo a compreender melhor o tema:

Kilobits, Megabits and Gigabits
Por definição, nas redes de computadores um kilobit normalmente representa 1000 bits de dados. Um megabit representa 1000 kilobits e um gigabit é igual a 1000 megabits (igual a um milhão de kilobits).
Kilobits, megabits and gigabits viajando em uma rede de computadores são tipicamente medidos em segundos. Assim, Um kilobit por segundo é igual a 1 Kbps or kbps (são equivalentes), um megabit é 1 Mbps, e um gigabit é 1 Gbps. Conexões mais lentas — como os modems convencionais ? são medidas em kilobits, e links mais rápidos ? como as sem fio WiFi ? são representadas em megabits. Conexões muito rápidas são especificadas em gigabits.

Muita gente que lida com redes de computadores acreditam que um kilobit é igual a 1024 bits. Em geral, isto não é verdadeiro em redes mas pode ser correto em outros contextos. As especificações para os atuais adaptadores, roteadores e outros equipamentos de rede geralmente usam a base de 1000 bits por kilobit quando fazem suas especificações.

A confusão entre os kilobits de rede e os kilobytes usados em hardware ? memórias e discos rígidos ? vem do fato de que nestes dispositivos 1024 bytes são iguais a um kilobyte quando se trata de especificar seus valores.

Lembramos que 1 byte = 8 bits, portanto KB representa 1024 bytes em memórias e discos rígidos, mas 1000 Kbps representa 1000 bits em dispositivos de rede.

Um kilobyte é igual a 1024 (ou 2 elevado a 10) bytes. Da mesma forma, um megabyte (MB) é igual a 1024 KB (ou 2 elevado a 20) bytes e um gigabyte (GB) é igual a 1024 MB (ou 2 elevado a 30) bytes.
Fonte: Revista PnP

Bit
Bit (simplificação para dígito binário, “BInary digiT” em inglês) é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na Computação e na Teoria da Informação, embora muitas pesquisas estejam sendo feitas em computação quântica com qubits. Um bit tem um único valor, 0 ou 1, ou verdadeiro ou falso, ou neste contexto quaisquer dois valores mutuamente exclusivos.

Embora os computadores tenham instruções (ou comandos) que possam testar e manipular bits, geralmente são idealizados para armazenar instruções em múltiplos de bits, chamados bytes. No princípio, byte tinha tamanho variável mas atualmente tem oito bits. Bytes de oito bits também são chamados de octetos. Existem também termos para referir-se a múltiplos de bits usando padrões prefixados, como kilobit (Kb), megabit (Mb) e gigabit (Gb). De notar que a notação para bit utiliza um “b” minúsculo, em oposição à notação para byte que utiliza um “B” maiúsculo (KB, MB, GB).

Fisicamente, o valor de um bit é, de uma maneira geral, armazenado como uma carga elétrica acima ou abaixo de um nível padrão em um único capacitor dentro de um dispositivo de memória. Mas, bits podem ser representados fisicamente por vários meios. Os meios e técnicas comumente usados são: Pela eletricidade, como já citado, por via da luz (em fibras ópticas, ou em leitores e gravadores de discos ópticos por exemplo), por via de ondas eletromagnéticas (rede wireless), ou também, por via de polarização magnética (discos rígidos).

A matemática binária foi descrita inicialmente por George Boole, e por este motivo é chamada de Álgebra Booleana.

Telecomunicações ou volume de tráfego em redes de computadores são geralmente descritos em termos de bits por segundo. Por exemplo, “um modem de 56 kbps é capaz de transferir dados a 56 kilobits em um único segundo” (o que equivale a 6,8 kilobytes (kibibyte), 6,8 kB, com B maiúsculo para mostrar que estamos nos referindo a bytes e não a bits. Ethernet transfere dados a velocidades que variam de 10 megabits por segundo a 1 gigabit por segundo (de 1,19 a 119 megabytes(mebibyte) por segundo).
Fonte = Wikipedia

Outra boa explicação é essa O que é bit e byte, para quem deseja se aprofundar o melhor texto que eu li sobre o assunto está na wikipédia em inglês.

Bom gente, se vocês entenderam as exposições acima, irão perceber que o valor de 100Mbps por segundo é bem maior do que 150Kbps. Na verdade é 666,66 vezes maior :). Então porque ocorre essa diferença? Porque o ícone que aparece ao lado do seu relógio é a capacidade de transmissão de dados da sua rede se você tiver mais computadores aí na sua casa(rede local), seria a transmissão de um para o outro em 100Mbps; enquanto a da internet é a que foi contratada conosco: 150Kbps.

E como você saberá se a velocidade que você navega na internet é a contratada conosco? Simples, é só fazer um download de um arquivo e observar a taxa que o seu navegador ou cliente de download expressa. Geralmente essa taxa é expressa em KiloBytes então se não houvesse perda nenhuma você faria downloads em 150/8 = 18,75, um limite entre 15KB/s e 18KB/s é tolerável, abaixo de 15KB/s realmente há algum problema a ser reparado.

É importante observar que esse limite é considerado se o servidor que você faz o download libera os arquivos na velocidade que você exige. Arquivos de troca P2P e bittorrent geralmente geram uma queda na taxa de transmissão, e é evidente que nossa rede não pode ser responsabilizada por isso.

Bom gente, dúvidas adicionais coloquem aí, é só clicar em responder… ;)

Abraços!!

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FinancPHP; achei um ótimo ERP

10 de dezembro de 2007 às 7:48

Na última postagem falei que estava em busca de um ERP/CRM on line.

Não é fácil encontrar um trabalho em PHP/MySQL bem documentado no Brasil. Pesquisei, pesquisei bastante e achei um ótimo trabalho.

É o FinancPHP de MARCELO DONIZETE GREMONESI.

Entrei em contato por e-mail com o autor, gostaria muito de participar do projeto. Já configurei o FinancPHP por aqui no meu servidor, o que vocês acham? Eu vi que o projeto possui muito potencial.

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Internet Explorer para Windows sem validação.; Qual é o melhor navegador de Internet?

10 de outubro de 2007 às 9:00

E o que é windows sem validação? É aquele que o cara compra por R$ 10,00!

A dica veio do WebTuga. Desde o lançamento da Versão 7.0 do navegador da Microsoft, ele veio com um dispositivo que verificava a originalidade do produto: o WGA (Windows Genuine Advantage). Porém o efeito foi oposto, já que esse mecanismo levou as pessoas ca conhecerem softwares gratuitos; como o Firefox e o Opera.

Agora essa versão, que está em inglês, não exige a validação.

Porque tantos navegadores, e qual é a vantagem entre um e outro?

A principal vantagem em não utilizar o Internet Explorer 7.0, é maximizar a produtividade da sua máquina; explico.

Existem muitas discussões acaloradas entre os fanáticos sobre qual seria o melhor entre os três maiores: IE 7.0, Firefox ou Ópera. A questão é simples, O IE 7.0 é voltado para um público que não se preocupa com recursos extras para navegar na internet. Ele não lhe oferece total liberdade para compartilhar necessidades com uma comunidade de desenvolvedores pois o seu código não é liberado para melhorias. Seu desenvolvimento não é compartilhado com sugestões em fóruns e não há debates em torno dos projetos tanto quanto nos outros: Firefox e Ópera.

Outra questão - e essa me tira o sono. É que o navegador da Microsoft, não prima por respeitar os padrões W3C, então é comum ao desenvolver websites, termos que colocar vários remendos (hacks) no código para que o IE exiba de forma correta. É muito curioso como esse navegador tenta corrigir erros, e mesmo que o código esteja muito ruim ele acaba sendo exibido de qualquer maneira, isso não ocorre com tanta facilidade com o Firefox ou o Opera.

Os softwares da Microsoft são conhecidos por privilegiar a estética em detrimento do desempenho. Aqui no meu PC com 512 de Ram, é visível a dificuldade da máquina, quando mais de três abas são abertas no Internet Explorer. Isso melhora um pouco no Firefox, e no Ópera a rapidez tanto para abrir o navegador, como para apresentar a página é muito maior.

É por isso que a discussão sobre qual deles é o melhor, transcende aspectos técnicos - que deveriam ser o alvo verdadeiro dos debates - e entra em aspectos que beira a filosofia.

Segue o arquivo da versão que não solicita validar: É o Internet Explorer 7.0.5730.13 em inglês*.

* Na instalação ele sugere que você habilite o update da Microsoft, não faça isso a menos que você possua o original, ou queira comprar um.

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Roubo de senhas na internet: previna-se!

5 de outubro de 2007 às 8:59

Um amigo de infância, gestor de uma empresa de segurança patrimonial, enviou-me uma mensagem no Orkut. Ele havia acabado de descobrir essa maravilha!Isso foi há um ano.Eu fiquei muito alegre e respondi que estava com saudades, e aquela coisa toda de gente que não se vê há tempos….Não recebi respostas, e pensei: poxa logo agora depois de tanto tempo, vou entrar em seu perfil para enviar outra mensagem. Qual não foi a minha surpresa quando vi que ele havia me respondido meu “scrap” em seu próprio perfil!!!

Talvez a filha adolescente, ao saber do mico, se colocaria a gozá-lo por muito tempo. E afinal, por entender que aquele não é um espaço para gente do seu tempo, ele deixaria de utilizar o Orkut por considerá-lo um “trem maluco”. Agora, pior foi a minha parceira de trabalho Gislene. Ao receber a terceira ou quarta mensagem de uma lésbica, não aguentou a pressão e… rss… apagou o seu Orkut.

Pois é, realmente as pessoas mais sérias, possuem dificuldade para entender esse maluco mundo cibernético. Tão bem assimilado pela garotada, que é desprovida de preconceito. Mas ao mesmo despertador de desconfiança da parte que seria a mais interessante do ponto de vista do seu desenvolvimento estrutural. Falo de empresários, investidores e profissionais que não desejam mesclar seu trabalho com um mundo cheio de denúncias de crimes pesados.

Há pouco tempo uma cliente disse que sua comunidade no Orkut fora apagada, até hoje eu não engoli bem essa história, e desconfio que ela recebeu uma mensagem semelhante a essas:

fg.jpg

fg2.jpg

Esse email evidentemente, não foi enviado pelo Gmail. Fiquei surpreso com a sutileza dos fraudadores - também conhecidos por crackers.

Pois houveram alguns cuidados para tornar o email convincente, listei alguns:

fg3.jpg

1) Conforme a figura acima, perceba que alguns campos de envio da mensagem foram bem disfarçados com o email aparentemente verdadeiro. Porém o meu cliente de e-mail’s não se engana - isso ainda não conseguiram fazer - quanto ao verdadeiro servidor utilizado para a entrega da mensagem. Só essa utilização de servidores diferentes já é motivo para que você fique com um pé atrás:

campos de e responder: admin@gmail.com
campo emissor: nobody@server.webproshost.com

Nos campos de e responder, até você mesmo se utilizar um cliente para envios de e-mail’s como o outlook ou o thunderbird, pode colocar qualquer outro e-mail endereço de e-mail, no entanto, terá que enviá-lo de um servidor verdadeiro, é aí que surge o campo emissor, para apontar de onde veio o e-mail de fato.

2) O estilo gramatical, e o estilo visual combinam com a imagem da empresa Google, não pesquisei mas partes do texto provavelmente são reais. Muitas pessoas gozam desse tipo de golpe, falando do amadorismo dos crackers, mas esse não foi o caso. Foi um golpe muito bem feito, até porque para a pessoa cair tem que saber até que o Orkut pertence ao Google. Acredite não são muitas pessoas que sabem disso! Então dá para deduzir que o foco dos fraudadores podem ser além de roubar comunidades também roubar contas do Adsense ou do Adwards, que são programas comerciais do Google.

Quando assisto aquelas chamadas no jornal, falando que um grande hacker foi descoberto. Fico fulo da vida. Existe algum mistério nessa fraude, além de uma sutil técnica para driblar nosso descuido? Um dos links aponta para um site (clique por sua conta e risco) em que está guardado o programinha para varrer seu computador em busca de senhas.

Eu sempre pergunto em minhas aulas de web se alguém entregaria sua senha bancária em troca de uma foto da sandy? Pois é isso que muitos fazem. E concluo dizendo o seguinte: não são os “hackers” que são muito espertos, os utilizadores de tecnologia é que estão despreparados. Esse fato é o pesadelo para empresários, e muitos decidem bloquear o acesso a internet em local de trabalho.

Mas eu questiono e terei a oportunidade de tratar desse assunto em outras postagens. Se a melhor maneira é essa? Ou não seria o ideal preparar as pessoas para ganhar produtividade com a internet ao invés de tê-la como inimiga.

Deixo aqui alguns endereços para que você se aprofunde no assunto e não seja a próxima vítima da desinformação:

Linha Defensiva.

Phishing (wikipédia) (microsoft)

Projeto Truta - GRIS/UFRJ

Cartilha de Segurança para Internet

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