Um livro brasileiro sobre Web Analytics de graça

1 de setembro de 2008 às 22:09

Eu não me canso de dizer a todos sobre uma nova profissão que surge no Brasil. Uma profissão muito bacana que é a de Analizador de Web. Eu sou muito orgulhoso por fazer parte da lista no Yahoo! que abriga esses desbravadores.

há algum tempo vejo o adiamento do livro e hoje me deparei com um post no Marketing de Busca que avisa sobre a sua publicação.

Aí vai o link para receber gratuitamente esse belo trabalho: Web-analytics-uma-visao-brasileira

Parabéns aos idealizadores e colaboradores. Meu sonho é fazer parte desse time, mas tenho que dobrar minha dedicação aos estudos para isso. Um dia chego lá.

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Carta Aberta aos Estudantes de Administração por Leandro Vieira

16 de junho de 2008 às 9:09

Ei gente, tudo bacana?

O Leandro Vieira do Portal http://administradores.com.br, enviou-me esse release e eu achei interessante levar ao conhecimento de vocês.

Para quem curte Administração, ou para quem quer tocar seu próprio negócio, o portal é muito bacana. Eu leio as dicas dos profissionais e elas tem sido muito úteis no exercício da profissão.

Lembro aos amigos que o post não é patrocinado.

Uma ótima semana a todos!

Carta Aberta aos Estudantes de Administração

Que tipo de administrador a sua instituição de ensino deseja que você se torne? Não se preocupe se não souber responder: a maior parte das faculdades brasileiras de Administração ainda não parou para pensar no assunto.

A coisa funciona mais ou menos da seguinte forma: cada instituição reúne um grupo bastante eclético de professores, cada qual com sua especialidade e com características bastante peculiares que o distingue dos demais. Dessa heterogeneidade e diversidade de pensamentos é que vem a riqueza de sua formação. Você aprende a extrair de cada mestre as melhores lições. O outro lado da moeda é que raramente existe algum consenso quanto ao perfil de administrador que a instituição deve formar, e aí quem sai perdendo é você.

Muitas instituições, ao contratarem seus docentes, apenas lhe entregam uma caderneta, um plano de ensino feito por outro professor, explicam os procedimentos burocráticos básicos (“você deve bater o ponto até cinco minutos antes de começar a aula, deve preencher o diário de classes com o conteúdo apresentado, deve colocar exatamente um pontinho no quadradinho referente ao dia, deve fazer três avaliações por semestre, blábláblá…”), e boa noite e boa sorte. Nenhum comentário sobre a missão da instituição, ou o que eles esperam do professor. A ausência de uma visão compartilhada acaba bagunçando todo o coreto. Os alunos ficam à mercê do perfil individual de cada professor. Às vezes, dão sorte de encontrar um professor pra frente, vocacionado, com aulas dinâmicas e ótimo conteúdo. Outras, dão o azar de topar com um profissional desmotivado, desatualizado e que não compreende a amplitude de seu papel como educador.

Falamos tanto em gestão do conhecimento, mas me responda uma coisa: o seu professor de Administração Financeira sabe o que você está vendo nas aulas de marketing?

Pois é… Parece que a comunicação não anda fluindo muito bem em boa parte dos cursos de Administração de nosso país. Ensina-se uma coisa, pratica-se outra. Mas podemos contornar esses problemas, e você pode exercer um papel importante nesse processo de mudança.

Talvez você não saiba o tipo de administrador que a sua instituição deseja que você se torne, mas VOCÊ, pelo menos, deve saber.

Primeira dica: não se restrinja, jamais, a fazer apenas ao que lhe é cobrado. É muito comum encontrarmos professores “light”, que não exigem o suficiente e são condescendentes com os alunos. A turma adora, não aprende nada e acaba passando com nota boa. Na verdade, desperdiçam uma ótima oportunidade para adquirir conhecimento e desenvolver competências. Administração, no geral, é um curso fácil, enquanto que administrar é extremamente complicado. Se você não aproveitar a faculdade para desenvolver realmente as habilidades que um administrador precisa ter, terá dificuldades para ingressar no mercado posteriormente ou dar respostas na organização que vier a trabalhar. Apresentar um trabalho em grupo, por exemplo, é uma oportunidade ímpar para aprimorar sua capacidade de comunicação, trabalhar em equipe, exercer liderança e de superar expectativas. Administradores são obrigados a fazer isso o tempo o todo.

Segundo: aproveite todas as oportunidades que a instituição oferece. A coisa não se restringe à sala de aula. Muitas instituições oferecem programas de iniciação científica e de monitoria, por exemplo. O aluno que participa dessas atividades aprende a pesquisar, escrever, fica mais inteligente e, acredite, isso conta pontos lá na frente, depois da faculdade.

Terceiro: participe de uma empresa júnior. Essa é a melhor forma de aprender na prática tudo aquilo que um administrador precisa saber. Acompanho de perto o trabalho de muitas empresas juniores e, devo admitir, muitas delas não deixam nada a desejar às empresas de consultoria profissionais. Normalmente, os participantes de uma empresa júnior têm carreiras brilhantes, pois já saem da faculdade com experiência, auto-confiança e com uma bela rede de contatos.

Quarto: leia bastante. Faça da leitura um hábito. É um erro pensar que apenas praticando é que se aprende. Essa é uma meia verdade. Você deve ter um excelente embasamento teórico e saber aplicá-lo na prática.

Quinto: corra, Lola, corra! Procure formas de se aprimorar sempre. Faça cursos de extensão, aproveite seus fins de semana para aprender algo novo, viaje e, por favor, não esqueça de aprender outros idiomas. Inglês é fundamental, mas saber outras línguas além dessa, com certeza, irá lhe abrir mais portas.

Sexto: seja legal. Já escutei algumas vezes em sala de aula algum aluno falar que ali são “todos concorrentes”, pois irão competir por um lugar ao sol mais na frente. Besteira. Sei que o mundo é extremamente competitivo, mas as pessoas cooperativas são muito mais queridas - e acabam levando vantagem sobre os individualistas e mesquinhos. Inclusive, algumas organizações, como o Google, já aplicam diversas técnicas em seus processos de seleção para identificar – e descartar – os malas de plantão.

Por fim, lidere movimentos de mudança em sua instituição. Não fique esperando melhorias do tipo top-down (de cima para baixo). Muitas instituições de ensino estão apenas enroscadas no catatau de processos burocráticos que criaram ao longo dos anos. Os paradigmas estão aí para serem quebrados. Lembre-se de que você é parte da instituição. No fim das contas, você, os seus professores, coordenadores e diretores, estão no mesmo barco. Qualquer um pode dar sua contribuição e deixar seu legado. Foi-se o tempo em que as melhores estratégias saíam apenas das cabeças do presidente ou dos membros iluminados do conselho. Muitas das grandes idéias que revolucionaram o mundo partiram de pessoas envolvidas diretamente com o processo. Se você consegue identificar falhas e – o mais importante – consegue enxergar soluções para os problemas identificados, você pode ser um importante agente de mudança. Todo mundo irá ganhar com isso, inclusive você.

Pronto para começar?

Leandro Vieira

Leandro Vieira é Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School. Tem MBA em Marketing, pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) . Administrador de Empresas pela UFPB e bacharel em Direito pelo UNIPÊ. Foi professor da Escola de Administração da UFRGS. Criador e Editor do Portal www.Administradores.com.br.

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Resoluções 2008: Expandir é preciso!

25 de janeiro de 2008 às 0:18

Ampliar o leque de relacionamento. Maximizar possibilidades. Otimizar minha rede de contatos. Preciso, preciso, e preciso urgente.

Bom… a sensação de isolamento me cerca de quando em vez. É coisa da personalidade mesmo. Desde que tranquei a faculdade perdi o fio da meada. O trancamento se deu pela falta de grana. Mas convenhamos, faltava mesmo é motivação para estudar. Não vi no curso a pragmática desejada. Explico. Não vi nos professores e nos conteúdos apresentados exemplos a seguir. Não vi mesmo.

Mergulhei de cabeça na profissão, sem o canudo. Mas nesse caso a coisa fica tabajara. Não pela qualidade do serviço prestado, mas pelo fato de me acuar para fixar honorários. As vezes nós nos desvalorizamos, e cobramos pouco por medo de não conseguir determinado serviço.

Essa postagem é mais um puxão de orelha em mim mesmo. Preciso escrever mais por aqui, preciso de produzir textos bacanas. Vejo muitos sites interessantes sobre carreira, freelancer e dicas sobre como fazer um curriculum, como criar um portfólio. Mas acho que falta algo mais informal. Geralmente esses sites engessam o conteúdo. Mais pelo tom do mundo corporativo, que infelizmente, as pessoas que não entendem nada de carreira imprimem na atividade. Eu me refiro não somente aos candidatos. Mas os recrutadores e gestores de RH em geral são muito fracos. É difícil achar um cara bom daquele tipo que deseja lapidar uma pedra. Não há caça talentos nesse meio, ou há poucos. O que há em excesso são carimbadores malucos!!! rss…

O que é um carimbador malucos? Pô é aquele funcionário de aeroporto que vê uma fila enorme na frente. No início o cara até que deseja cumprir uma norma e investigar um poucos sobre a origem e perfil do viajante, mas como a fila é grande surge uma pressão enorme de todos os lados, e aí o cara torna-se um mero atestador, e sua assinatura passa a virar mera formalidade.

Bem vindo ao mundo corporativo..rss

Preciso também deixar de lado o excesso de ironia, que me faz ganhar mais inimigos do que o Bush. Sim eu tenho mais inimigos do que o Bush. Gislene não gosta de jogar xadrez comigo, ela diz que eu dou um sorriso infeliz quando ganho. Sorriso infeliz? É chato de mais possuir um sorrigo que mata as pessoas de raiva. Isso quando não sai uma gargalhada.

Junto o último e o penúltimo paragráfo e lanço uma piada: O entrevistador faz aquela pergunta clássica: Qual é o seu pior defeito? Eu viro e falo: Possuo um sorriso infeliz!

Seria um sonho dar uma resposta dessa em uma entrevista. O duro é amargar mais um dia com o estômago vazio….

E HajaLuz…

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Excesso de profissionalismo

28 de novembro de 2007 às 3:31

É um mal atual.

Mas pelo menos aqui em Vitória-ES não é tão fácil encontrar pessoas qualificadas. Existe uma indústria do conhecimento. As pessoas - tanto os contratantes como os contratados - imaginam que por passar horas em centros de estudo estão capacitadas. É equivalente àqueles que passam horas na academia mas no cotidiano não se preocupam com a saúde.

Existe muita propaganda sobre a eficiência, mas  a questão reside na efetividade do conhecimento. Se não houver ele de nada vale.

Você é Hands On?
(Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME)

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança,criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.

Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja,um pitico.Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos,de fato,saltam.E se empolgam.E aí vêm as agruras da super-qualificação que é uma espécie do lado avesso o efeito pitico…

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana
conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno..E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges,
Gerente da Contabilidade.

Seu Borges:
- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana:
- In a hurry!

Seu Borges:
- Saúde.

Fabiana:
- Não, Seu Borges, isso quer dizer “bem rapidinho”. É que eu tenho fluência em inglês. Aliás , desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Borges:
- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fabiana:
- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório?Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Borges:
- Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fabiana:
- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

Seu Borges:
- Fabiana, desse jeito não vai dar!

Fabiana:
- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Borges:
- Como assim?

Fabiana:
- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Borges:
- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fabiana:
- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro…

Seu Borges:
- Futuro? Que futuro?

Fabiana:
- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

Seu Borges:
- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

Fabiana:
- Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Borges:
- Hã?

Fabiana:
- Hands on….Mão na massa.

Seu Borges:
- Claro que sou!

Fabiana:
- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.

2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências
exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo,a função não precisava delas. Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos,o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada.
E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!

Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa
pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular,o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da
van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática eenergia e criatividade e estava fazendo
pós-graduação….só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava “nóis vai” e coisas do gênero.
Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz
da vida.

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz:

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

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Discurso de Steve Jobs

25 de setembro de 2007 às 11:19

Eu sei que a algum tempo roda na internet esse discurso do Steve Jobs.

Não sou muito de pegar a idéia dos outros e publicar por aqui. Mas eu vi no site do Plínio e confesso que não resisti. O trabalho do Plínio é muito bacana, e quem quiser pegar o texto está lá ok?

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