Cuidado com o dual boot windows x ubuntu

27 de março de 2008 às 11:02

Uma leitora reportou um problema ao ler minha postagem que foi agregada pelo Infoblogs, eis o email e a resposta:

Sandra Daimaru escreveu:

Bom dia, Luiz

Gostaria de lhe falar a respeito do tutorial que voce postou no Infoblogs, uma traducao sobre como fazer um dual boot com Windows XP e Ubuntu.
http://www.infoblogs.com.br/view.action?contentId=24744&Dual-boot-com-windows-xp-e-ubuntu

Tenho 2 hds, 1 de 120 e um de 40gb. O hd de 120 estava com 2 particoes de 40 para o Windows XP instalado: uma para os programas e outra para dados. Pois bem, decidi instalar o Ubuntu pela primeira vez e, depois de algumas pesquisas, resolvi seguir este tutorial.

O problema ocorreu quando segui a instrucao:
“Agora o Ubuntu carrega o particionador de disco. A primeira opção, que é a de redimensionar a partição principal e utilizar o espaço liberado, é a melhor para escolhermos.”

Ate estava “me sentindo corajosa”, como dito no tutorial e pensei em criar manualmente as particoes para o Ubuntu nos 40gb de espaco que sobrou no hd, mas como era minha primeira instalacao, decidi seguir a sugestao do tutorial.

Bem, Ubuntu instalado, funcionando corretamente… o detalhe e’ que eu perdi as minhas particoes do Windows.

Passada minha frustacao e pesar pela perda dos dados, apenas pergunto: foi falha minha ou a orientacao do tutorial esta incorreta?

Peco desculpas por lhe enviar este e-mail, mas nao havia opcao para comentario no tutorial e agradeco pela atencao.

Sandra Daimaru

Oi Sandra desculpe a demora por responder, mas vamos lá!

Na verdade a mensagem original está aqui no meu blog, é que o Infoblogs é um agregador de blogs.

Sandra, eu sempre fiz esse procedimento descrito no tutorial e nunca deu errado.

Eu acompanho várias listas e muitos fazem dessa forma, mas eu confesso que não teria coragem de fazer sem um backup beeem seguro… Pensando melhor se a sua partição de windows era NTFS já li que é necessário passar o desfragmentador antes de fazer esse tipo de mudança. Já no FAT32 os arquivos não ficariam tão espalhados no HD por isso a chance da formatação “pegar” os dados do windows é menor.

Outra questão é: Muitas vezes a pessoa pensa que está sem o windows (porque o grub não mostra) mas ele está lá, verifique no programa particionador, quem sabe suas partições ainda não estejam por lá.

Peço desculpas em não alertar no tutorial mas irei fazer isso agora para que o mesmo não ocorra com outras pessoas…

Obrigado por ler o HajaLuz… E não esqueça de compartilhar conosco sua experiência com o Ubuntu…

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Depoimento de um pai que ensina o filho a usar linux

7 de fevereiro de 2008 às 14:17

Não há como evitar. É paixão a primeira vista para quem instala o Ubuntu em seu PC. Lá vai mais um depoimento emocionante de pai para filho:

Faço e refaço máquinas há mais de 20 anos, creio que perdi o”entusiasmo” por novidades complexas, talvez pela necessidade de adaptar

sistemas para usuários que possuem máquinas com poucos recursos. ” Você pode ir à padaria da esquina: a pé, de bicicleta, de moto, de

fusca, de BMW ou simplesmente não ir”.

- As opções existem, cabe-nos decidir entre a mais apropriada, mais

prática ou mais confortável.

A mesma opcionalidade se aplica aqui no Linux e exemplifico:

Se eu utilizo uma planilha para abrir ou editar uma simples tabela,

posso ter a sofisticação de recursos dos Offices ou a simplicidade da

Gnumeric - Optei pela Gnumeric, mais rápida e funcional para este fim.

Noto uma resistência enorme das pessoas quando falo em migração para o

Linux. as respostas são praticamente idênticas a estas:

- Tudo bem que é gratuito, mas é muito complicado…

- Eu posso pagar por uma licença, se não pudessse, usava um pirata…

- O Windows é bonito, tem mais recursos…

- Eu não preciso entender nada, é só clicar, para que mudar?

Aí entra a questão: Como mostrar a essa turma que não é por aí?

Simples: Operacionalidade, rapidez, simplicidade e segurança.

Quer beleza, enfeites? Também tem. Quer programas? Também tem.

Quer ajuda? Tem, e muita, sem precisar dar 50 cliques de mouse.

Vocês estão cientes que para convencer meu filhote a migrar para o

Ubuntu tive que “montar” um aMSN na minha máquina idêntico ao Plus que

ele usa: Eu, com apenas 2 meses de Ubuntu, provei a ele que tudo que ele

fazia com o Windows fará com o Ubuntu, mais rápido e melhor.

Certamente no domingo estarei instalando de vez o Ubuntu na máquina

dele.

Este é o caminho: Demonstrar que o Linux não é apenas um OS gratuito, é

“O Sistema”. Temos tudo e até mais, esta lista me mostrou neste curto

período que os recursos são ilimitados.

É meio “careta”, mas agradeço a todos vocês pelas dicas, informações e o

carinho dedicado a todos, em todas as situações.

Para quem quizer saber:

Meu 7.10 roda numa AMD velhinha de 1300Mhz com 256M setados 16 para

vídeo mais rápido e eficiente que o meu filhote com um XPProSP3 numa

3500Mhz com 1Gb e 128 de vídeo. Querem mais ou tá de bom tamanho?

(Meu XP… otimizado… leva quase 5 minutos para completar a carga até

estabelecer a rede… chora!)

Abraços,

Salles (Nethell)

Esse depoimento foi publicado originalmente na lista Ubuntu-BR. Faça a sua assinatura por lá e seja livre!!!

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Dual boot com windows xp e ubuntu

8 de janeiro de 2008 às 7:36

Achei esse tutorial muito bacana na lista Ubuntu-br. Existem vários modelos de Dual boot neste site, e o Rodrigo Abdalah Freitas traduziu daqui esse que vos apresento. Obrigado ao Rodrigo e a todos que contribuem com o Software Livre.


Cenário: Você quer instalar o Linux em seu sistema, que já tem instalado o Windows XP.

Resumo do Tutorial: Estamos assumindo que o Windows XP já esteja instalado no seu sistema. Vamos instalar o Ubuntu 7.04 para dar dualboot em ambos os sistemas operacionais.

Este tutorial foi testado numa máquina virtual do VMWare Workstation 6 e num sistema Intel baseado em ASUS P5AD2 com 2GB de RAM e drive SATA Seagate com 80GB.

Baixe o Ubuntu

A primeira coisa a fazer é se certificar de que você tenha o Live CD do Ubuntu.

Você pode obter uma cópia do Ubuntu 7.04 aqui:

http://public.planetmirror.com/pub/ubuntu/releases/7.04/ubuntu-7.04-desktop-i386.iso

Grave o imagem (ISO) num CD-R e estará pronto para começar.

Prepare o sistema do Windows XP

Felizmente, não há quase nada a ser feito da perspectiva da partição do XP. Certamente, você necessita de espaço suficiente para instalar o Ubuntu. Você pode criar este espaço manualmente, seja utilizando a última versão do Editor de Partições do GNOME (disponível aqui), seja utilizando o aplicativo do Live CD do Ubuntu.

Porém, o Ubuntu utilizará as mesmas ferramentas de particionamento durante a instalação, portanto podemos deixar até atingirmos esse passo.

Instale o Ubuntu

Faça o boot pelo Live CD, selecione a língua portuguesa do Brasil no menu de Idiomas (F2) e então selecione “Iniciar Ubuntu”.

Quando o Live CD já estiver carregado, dê um duplo-clique no ícone de instalação no desktop para iniciar o processo de instalação.

Na tela de Boas-vindas, selecione o idioma e clique Seguinte.

Na página do fuso horário, selecione sua localização e então clique Seguinte.

Na próxima tela, escolha o layout apropriado para o seu teclado e então clique Seguinte.

Agora o Ubuntu carrega o particionador de disco. A primeira opção, que é a de redimensionar a partição principal e utilizar o espaço liberado, é a melhor para escolhermos.

A recomendação padrão para o novo tamanho da partição é otimizada, mas você pode mover o seletor para a direita ou esquerda para mudar como desejar. Se está sentindo-se corajoso, você também pode editar manualmente a tabela de partição, mas a menos que você tenha certeza do que está fazendo, isto não é recomendado.

Clique Seguinte para continuar.

Agora o Ubuntu tem informação suficiente para instalar, então clique em Instalar e vá preparar um café.

Quando a instalação estiver completa, o sistema irá reiniciar. Quando o menu de boot do GRUB for mostrado, dê uma olhada na última opção da lista.

Depois das opções de boot do Ubuntu, haverá uma opção “Outros sistemas operacionais” e abaixo disto “Microsoft Windows XP Professional” (ou Home, dependendo da versão que estiver utilizando). Por padrão, o Ubuntu irá se iniciar após passados 10 segundos.

Se você quiser iniciar o Windows XP neste ponto, ele provavelmente fará uma verificação da partição com o Scandisk. Isto é porque a partição foi redimensionada desde a última sessão e o Windows quer se certificar de que não há problemas.

Quando o XP carregar, ele também irá, provavelmente, detectar um hardware novo (novamente, a partição redimensionada) e pedirá para reiniciar.

Ao fazer isto, ele, provavelmente, fará uma nova verificação da partição (desta vez, mais longa) e então irá reiniciar. É a última vez que você precisará fazer isto.

Configure o GRUB

Se você quiser modificar o modo como o GRUB lida com o dualboot, você precisa editar o menu de boot. Inicie o Ubuntu e abra a janela do Terminal (Aplicativos, Acessórios, Terminal), então digite:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

Isto abrirá o menu de boot em forma de arquivo texto no gedit.

Há centenas de opções que você pode mudar, mas somente algumas são de interesse. A opção padrão de boot é definida pelo valor “default”.

O valor do “default” é 0, que significa que a primeira opção na lista (que é o Ubuntu) sempre será iniciada.

Se você quiser com que o Windows XP seja iniciado por padrão, mude o valor para 4, já que o XP é o quinto item na lista (o sistema de numeração começa no 0).

Um outro jeito de iniciar o Windows XP por padrão é mudar o valor do “default” de um valor numérico para “saved”. Então, o GRUB iniciará a opção que estiver marcada com “savedefault”.

Se você descer a lista e der uma olhada nas opções, irá notar que ambas (a principal do Ubuntu e o Windows XP) estão marcadas com o “savedefault”. Apague o valor do Ubuntu e o Windows XP será carregado por padrão.

Também pode-se aumentar o “timeout” do menu de boot – apenas mude o valor do “timeout”. Você também pode esconder o menu de boot do GRUB removendo o comentário (#) em frente à palavra “hiddenmenu”. Salve e saia do gedit para manter as mudanças.

E é só isto. Fazer um dualboot de Windows XP e Linux quando temos o Windows instalado previamente é de longe o médoto mais fácil de fazer dualboot, porque as distribuições mais atuais do Linux são bem adaptadas a acomodar outros sistemas operacionais, e o GRUB é um gerenciador de boot excelente e muito flexível.

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Evangelismo ao avesso para vender software - Parte I

5 de janeiro de 2008 às 16:23

“No vale tudo para vender, grandes corporações apelam com a viralização de conteúdo. Elas compram “formadores de opinião” a preço de ouro. O objetivo é reduzir a rejeição dos seus produtos junto à profissionais de internet”

Algumas empresas contratam profissionais em final e carreira, que digamos, possuem uma opinião respeitada. Daí o próximo passo é convencer o círculo de influência desses profissionais que o seu produto é melhor do que os produtos concorrentes.

Os argumentos ora são racionais, ora são factóides. Nessa lógica há uma pressuposição que um profissional que já viveu bons momentos em sua carreira possui o dom da verdade.

Veja que triste essa postagem em uma das maiores listas de email do país (é necessário ter uma ID Yahoo). Coloco abaixo a fantasiosa matéria assinada pelo Sr LUÍS MÁRIO LUCHETTA.

Gazeta do Povo - Opinião - 4/janeiro/2008

A liberdade de opção na internet

por LUÍS MÁRIO LUCHETTA

A liberdade para navegar na internet é mais do que poder circular livremente entre seu conteúdo. É um direito e uma realidade. Mas nem sempre podemos observar movimentos democráticos em relação ao mundo virtual. Determinados serviços, como a renovação da carteira de habilitação no Detran do Paraná, só aceitam o uso do navegador desenvolvido com software livre. A escolha pelo melhor navegador de internet é uma prerrogativa de todos nós usuários. Assim como podemos optar por marcas de equipamentos, fornecedores de soluções, provedores, tipos e velocidades de conexão, as alternativas de navegação devem ser respeitadas. É uma liberdade como outra qualquer, afinal, cada um de nós tem de ser livre para escolher como comprar e utilizar os bens e serviços que o mercado oferece!

Nós, cidadãos, entendemos e apoiamos a preocupação do governo em buscar a otimização dos recursos, mas não podemos ficar reféns da imposição de um só tipo de plataforma, por exemplo. Os tempos atuais pedem ações que também priorizem a liberdade de escolha, e não que interfiram no que usamos ou deixamos de usar para navegar na rede. A situação trouxe à tona uma reflexão sobre esta liberdade. No mundo atual, as transações eletrônicas são primordiais para quem tem uma rotina corrida, tomada por compromissos e obrigações.

O Brasil é um dos países mais avançados do mundo neste cenário e um bom exemplo é o número de declarações de Imposto de Renda feitas online. Só os isentos somaram 43,8 milhões de formulários - que representam 65% das declarações - enviados em dezembro de 2007 para a página da Receita Federal. O portal do órgão é um bom exemplo de liberdade na rede, já que não restringe a opção de navegador, o que facilita a vida de quem utiliza a internet para enviar os dados. Este é um exemplo de democracia eletrônica que deveria ser seguido por todos os portais governamentais. No caso dos browsers, tanto o livre como o comercial possuem funcionalidades suficientes para garantir uma boa navegação, então, por que tolher a opção de escolha? Vale lembrar que a interoperabilidade (a capacidade de um sistema se comunicar de forma transparente com outro) é indispensável ao cidadão.

A escolha da melhor plataforma para trabalhar, estudar, realizar transações eletrônicas ou usufruir de serviços governamentais tem de estar intimamente ligada às necessidades da população. Os ambientes heterogêneos são uma realidade para quem utiliza a internet com freqüência. Com o avanço do uso da rede, é preciso ampliar as alternativas entre o código-fonte aberto e o proprietário, que oferecem praticidades e vantagens específicas aos usuários. A discussão e a escolha é que devem ser livres! As empresas de tecnologia da informação e softwares investem cada vez mais em segurança, estabilidade e otimização dos sistemas.

Neste contexto, vetar possibilidades entre os usuários de internet é estagnar um processo de liberdade, qualidade intrínseca da rede mundial de computadores. Em eleições recentes muitos candidatos se elegeram, enganando a população com o confuso discurso do software livre, em que até os próprios acreditavam que era de graça, mas acreditamos que no pleito eleitoral que se aproxima os postulantes que ainda persistirem nessa abordagem, receberão menos votos que no passado, e também acreditamos que cada vez mais melhoraremos a qualidade de nossos representantes públicos, descartando os que embasam suas candidaturas fora da verdade. Dado o claro recado, por conta de nossa responsabilidade, fica aqui o nosso parabéns ao setor de tecnologia da informação pelo desempenho em 2007: muito progresso, muitas modernizações, muitas aquisições e fusões, aconteceram no setor e ainda há espaço para isto, profissionalizando cada vez mais nosso “novo” setor.

Luís Mário Luchetta é presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro) - Paraná.

Não me espanta a opinião do Sr Luchetta. Afinal ele é pago para defender o uso de software proprietário. Se as pessoas resolverem utilizar software livre, ele simplesmente terá que migrar de carreira. Não há do que se admirar em seu texto.

O que me intriga é ver esse material factóide circular por onde se espera uma postura crítica. Uma lista de email’s com profissionais que conhecem o cenário corporativo e o cenário de uso de “softwares”, ou pelo menos era para conhecer.

Muitos perguntarão porque não debato o assunto diretamente na lista. A questão é que o próprio gestor foi contratado por uma grande corporação para fazer propaganda dos seus produtos lá dentro. Seria melhor ligar para a central de telemarketing da empresa e gravar uma discussão com o atendente. Daria no mesmo. Ambos são pagos pela sua opinião. A diferença é que o gestor da lista, sente-se ofendido a cada boa argumentação que surge ao contrário, e sugere que o mundo é grande para aqueles que não concordam com ele… rss

Ignorar a lista é uma boa sugestão. É verdade que ela está morrendo aos poucos. É evidente que a qualidade não é a mesma. E que todos percebem como a opinião de muitos ali é comprada. Mas aí é que está minha curiosidade, quero ver onde isso vai dar. Será que a grande corporação irá pagar um contrato vitalício para que algumas pessoas falem bem dos seus produtos? Estou muito curioso com o andamento da prosa…

Quanto a matéria: A liberdade de opção na internet, em uma outra postagem irei enumerar alguns erros primários na avaliação do autor. Será uma ótima oportunidade de demonstrar como grandes empresas erram ao adotar o modelo rolo-compressor de publicidade espontânea.

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Ubuntu: apt-get não atualiza (resolvido)

22 de dezembro de 2007 às 17:27

Pois bem, antes de formatar quero ir as últimas consequências.

Primeiro coloquei esse tópico no fórum, e após todas as sugestões da comunidade serem devidamente acatadas, não obtive êxito.

Estou apelando para o pessoal que visita o HajaLuz para uma forcinha nesse problema que está bem descrito na postagem do fórum.

Em resumo meu problema é que após não conseguir instalar o Eclipse e o Java06 o apt-get não funciona mais, por isso, meu sistema não instala mais nada via synaptic.

Essa imagem também é um marco na minha iniciação linux pois eu cortei em Gimp, depois de umas duas horas mexendo em botão aqui e ali. Descobri que Gimp não é photoshop, e photoshop não é Gimp.

Alguém possui alguma sugestão. Leiam o tópico no fórum primeiro por favor. Eu já fiz tudo o que foi sugerido por lá.

Atualização: O problema foi resulvido seguindo a seguinte postagem.

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