Balanço para abertura

1 de fevereiro de 2008 às 4:19

O ano está prestes a começar, logo após o carnaval.

ERP/CRM On-Line

Pois bem, estou ansioso com o projeto. Cheguei a pesquisar alguns trabalhos já existentes. Inclusive coloquei uma cópia do FinancPhP, para rodar na minha hospedagem. Achei esse sistema simpático. Entrei em contato com o desenvolvedor por e-mail, mas a mensagem deve ter se perdido - ou o rapaz ‘Marcelo Donizete Gremonesi’ é muito ocupado - pois não obtive resposta. O FinancPhP é um dos poucos sistemas em PHP em língua portuguesa. Está bem no começo poderia ter uma comunidade que trabalhasse junto com o Marcelo. Tomara que ele leia essa postagem. Quero dizer que eu gostaria muito de contribuir com o seu trabalho.

Mudanças

Estou ansioso para sair do home-office e começar o ano em novo escritório. Vamos fazer de tudo para tornar esse desejo em realidade o mais breve possível. Esse período de trancamento de curso foi muito bom para reajustar as idéias e tomar novos rumos. Profissionalmente foi o período que mais amadureci na vida.

Adsense

Obtive minha primeira centena de dólares. Confesso que estou receoso em retirar. Achei cara as taxas, e o processo de retirada é bem burocrático. Quem sabe daqui a alguns meses o dólar não sobe um pouco.

Última Consultoria

Estou em um momento muito bacana. Estruturo um provedor de internet. O que gosto aqui nesse trabalho é de oferecer acesso à internet para nossa comunidade na Serra, o bairro em que nasci. Ainda bem que sou da área de huamanas. Qualquer profissional mais técnico ficaria maluco com as coisas que acontecem por aqui. O relacionamento com clientes e clientes de clientes é cheio de altos e baixos, mas o saldo é positivo. Sou daqueles que não gosta de transferir culpas. Então assumo que para as coisas melhorarem devo tomar atitudes para isso, e não esperar que outros tomem.

NetWork na internet

Está fraca, é verdade. Não posso cobrar as visitas de amigos por aqui. Apesar de acompanhar as estatísticas do blog todos os dias, e querer muito que os números cresçam, devo reconhecer que não tenho feito muito para isso acontecer. Meu abandono com o BlogMestre é de partir o coração. Por outro lado o espaço está aberto para que novas lideranças surjam naquele espaço. Daria o BlogMestre de bom grado a um grupo que desejasse levá-lo a frente. Fica a dica para os interessados.

Um forte abraço a todos e muita luz…

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Comunidades Virtuais sem comunicação (texto abortado)

25 de janeiro de 2008 às 0:27

Um dia eu conheci um cara no Orkut. Ele era de João Pessoa/PB e perguntava como era Vitória, pois viria cursar um mestrado por aqui. Na época estava no auge da minha pesquisa sobre Trabalho Voluntário na Internet, Achei interessante o fato dele não conseguir se comunicar com as pessoas do seu curso. Ele me disse que ninguém lhe deu informações. Eu lhe apresentei a Noy e também fiz um questionário para lançar um pequeno texto científico sobre isso.

Hoje estou desenterrando alguns rascunhos aqui no wordpress e eis que vejo a postagem que seria o começo desse texto. Talvez o Fio nunca entendeu porque lhe mandei um e-mail com uma 20 perguntas sobre sua vida pessoal e nunca publiquei nada a respeito…rss

Caramba, constrangedor!!!

Fio, peço desculpas pelo meu relaxo. Aos poucos vou aprender a cumprir promessas fica para uma próxima oportunidade. Quem sabe em uma época em que eu estiver com mais gás para pesquisa.

Eis o texto abortado:

José Carlos Borba Júnior, mais conhecido como o Fio, recentemente postou uma mensagem em meu perfil no Orkut. Ele procurava informações sobre o estado do Espírito Santo. Estava prestes a vir para cá, devido ao seu ingresso no mestrado na área de Engenharia Civil na UFES. Por isso buscava informações sobre as peculiaridades do estado tais como: clima; transporte; lazer; etc…

Como ele chegou até o meu perfil? Ná época estava procurando informações sobre a cidade de Vitória/ES.

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Qual a diferença entre bits e bytes?

19 de janeiro de 2008 às 14:25

Oi pessoal, escrevi esse texto em um fórum que montei para um cliente que é provedor de internet e achei legal compartilhar aqui com vocês.

Nos últimos dias muitos clientes questionaram porque no ícone com dois monitores, próximo ao relógio, aparece 100Mbps se ele assinou conosco 150Kbps?

Antes de fazer minha explanação vou citar alguns textos para ajudá-lo a compreender melhor o tema:

Kilobits, Megabits and Gigabits
Por definição, nas redes de computadores um kilobit normalmente representa 1000 bits de dados. Um megabit representa 1000 kilobits e um gigabit é igual a 1000 megabits (igual a um milhão de kilobits).
Kilobits, megabits and gigabits viajando em uma rede de computadores são tipicamente medidos em segundos. Assim, Um kilobit por segundo é igual a 1 Kbps or kbps (são equivalentes), um megabit é 1 Mbps, e um gigabit é 1 Gbps. Conexões mais lentas — como os modems convencionais ? são medidas em kilobits, e links mais rápidos ? como as sem fio WiFi ? são representadas em megabits. Conexões muito rápidas são especificadas em gigabits.

Muita gente que lida com redes de computadores acreditam que um kilobit é igual a 1024 bits. Em geral, isto não é verdadeiro em redes mas pode ser correto em outros contextos. As especificações para os atuais adaptadores, roteadores e outros equipamentos de rede geralmente usam a base de 1000 bits por kilobit quando fazem suas especificações.

A confusão entre os kilobits de rede e os kilobytes usados em hardware ? memórias e discos rígidos ? vem do fato de que nestes dispositivos 1024 bytes são iguais a um kilobyte quando se trata de especificar seus valores.

Lembramos que 1 byte = 8 bits, portanto KB representa 1024 bytes em memórias e discos rígidos, mas 1000 Kbps representa 1000 bits em dispositivos de rede.

Um kilobyte é igual a 1024 (ou 2 elevado a 10) bytes. Da mesma forma, um megabyte (MB) é igual a 1024 KB (ou 2 elevado a 20) bytes e um gigabyte (GB) é igual a 1024 MB (ou 2 elevado a 30) bytes.
Fonte: Revista PnP

Bit
Bit (simplificação para dígito binário, “BInary digiT” em inglês) é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na Computação e na Teoria da Informação, embora muitas pesquisas estejam sendo feitas em computação quântica com qubits. Um bit tem um único valor, 0 ou 1, ou verdadeiro ou falso, ou neste contexto quaisquer dois valores mutuamente exclusivos.

Embora os computadores tenham instruções (ou comandos) que possam testar e manipular bits, geralmente são idealizados para armazenar instruções em múltiplos de bits, chamados bytes. No princípio, byte tinha tamanho variável mas atualmente tem oito bits. Bytes de oito bits também são chamados de octetos. Existem também termos para referir-se a múltiplos de bits usando padrões prefixados, como kilobit (Kb), megabit (Mb) e gigabit (Gb). De notar que a notação para bit utiliza um “b” minúsculo, em oposição à notação para byte que utiliza um “B” maiúsculo (KB, MB, GB).

Fisicamente, o valor de um bit é, de uma maneira geral, armazenado como uma carga elétrica acima ou abaixo de um nível padrão em um único capacitor dentro de um dispositivo de memória. Mas, bits podem ser representados fisicamente por vários meios. Os meios e técnicas comumente usados são: Pela eletricidade, como já citado, por via da luz (em fibras ópticas, ou em leitores e gravadores de discos ópticos por exemplo), por via de ondas eletromagnéticas (rede wireless), ou também, por via de polarização magnética (discos rígidos).

A matemática binária foi descrita inicialmente por George Boole, e por este motivo é chamada de Álgebra Booleana.

Telecomunicações ou volume de tráfego em redes de computadores são geralmente descritos em termos de bits por segundo. Por exemplo, “um modem de 56 kbps é capaz de transferir dados a 56 kilobits em um único segundo” (o que equivale a 6,8 kilobytes (kibibyte), 6,8 kB, com B maiúsculo para mostrar que estamos nos referindo a bytes e não a bits. Ethernet transfere dados a velocidades que variam de 10 megabits por segundo a 1 gigabit por segundo (de 1,19 a 119 megabytes(mebibyte) por segundo).
Fonte = Wikipedia

Outra boa explicação é essa O que é bit e byte, para quem deseja se aprofundar o melhor texto que eu li sobre o assunto está na wikipédia em inglês.

Bom gente, se vocês entenderam as exposições acima, irão perceber que o valor de 100Mbps por segundo é bem maior do que 150Kbps. Na verdade é 666,66 vezes maior :). Então porque ocorre essa diferença? Porque o ícone que aparece ao lado do seu relógio é a capacidade de transmissão de dados da sua rede se você tiver mais computadores aí na sua casa(rede local), seria a transmissão de um para o outro em 100Mbps; enquanto a da internet é a que foi contratada conosco: 150Kbps.

E como você saberá se a velocidade que você navega na internet é a contratada conosco? Simples, é só fazer um download de um arquivo e observar a taxa que o seu navegador ou cliente de download expressa. Geralmente essa taxa é expressa em KiloBytes então se não houvesse perda nenhuma você faria downloads em 150/8 = 18,75, um limite entre 15KB/s e 18KB/s é tolerável, abaixo de 15KB/s realmente há algum problema a ser reparado.

É importante observar que esse limite é considerado se o servidor que você faz o download libera os arquivos na velocidade que você exige. Arquivos de troca P2P e bittorrent geralmente geram uma queda na taxa de transmissão, e é evidente que nossa rede não pode ser responsabilizada por isso.

Bom gente, dúvidas adicionais coloquem aí, é só clicar em responder… ;)

Abraços!!

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Evangelismo ao avesso para vender software - Parte I

5 de janeiro de 2008 às 16:23

“No vale tudo para vender, grandes corporações apelam com a viralização de conteúdo. Elas compram “formadores de opinião” a preço de ouro. O objetivo é reduzir a rejeição dos seus produtos junto à profissionais de internet”

Algumas empresas contratam profissionais em final e carreira, que digamos, possuem uma opinião respeitada. Daí o próximo passo é convencer o círculo de influência desses profissionais que o seu produto é melhor do que os produtos concorrentes.

Os argumentos ora são racionais, ora são factóides. Nessa lógica há uma pressuposição que um profissional que já viveu bons momentos em sua carreira possui o dom da verdade.

Veja que triste essa postagem em uma das maiores listas de email do país (é necessário ter uma ID Yahoo). Coloco abaixo a fantasiosa matéria assinada pelo Sr LUÍS MÁRIO LUCHETTA.

Gazeta do Povo - Opinião - 4/janeiro/2008

A liberdade de opção na internet

por LUÍS MÁRIO LUCHETTA

A liberdade para navegar na internet é mais do que poder circular livremente entre seu conteúdo. É um direito e uma realidade. Mas nem sempre podemos observar movimentos democráticos em relação ao mundo virtual. Determinados serviços, como a renovação da carteira de habilitação no Detran do Paraná, só aceitam o uso do navegador desenvolvido com software livre. A escolha pelo melhor navegador de internet é uma prerrogativa de todos nós usuários. Assim como podemos optar por marcas de equipamentos, fornecedores de soluções, provedores, tipos e velocidades de conexão, as alternativas de navegação devem ser respeitadas. É uma liberdade como outra qualquer, afinal, cada um de nós tem de ser livre para escolher como comprar e utilizar os bens e serviços que o mercado oferece!

Nós, cidadãos, entendemos e apoiamos a preocupação do governo em buscar a otimização dos recursos, mas não podemos ficar reféns da imposição de um só tipo de plataforma, por exemplo. Os tempos atuais pedem ações que também priorizem a liberdade de escolha, e não que interfiram no que usamos ou deixamos de usar para navegar na rede. A situação trouxe à tona uma reflexão sobre esta liberdade. No mundo atual, as transações eletrônicas são primordiais para quem tem uma rotina corrida, tomada por compromissos e obrigações.

O Brasil é um dos países mais avançados do mundo neste cenário e um bom exemplo é o número de declarações de Imposto de Renda feitas online. Só os isentos somaram 43,8 milhões de formulários - que representam 65% das declarações - enviados em dezembro de 2007 para a página da Receita Federal. O portal do órgão é um bom exemplo de liberdade na rede, já que não restringe a opção de navegador, o que facilita a vida de quem utiliza a internet para enviar os dados. Este é um exemplo de democracia eletrônica que deveria ser seguido por todos os portais governamentais. No caso dos browsers, tanto o livre como o comercial possuem funcionalidades suficientes para garantir uma boa navegação, então, por que tolher a opção de escolha? Vale lembrar que a interoperabilidade (a capacidade de um sistema se comunicar de forma transparente com outro) é indispensável ao cidadão.

A escolha da melhor plataforma para trabalhar, estudar, realizar transações eletrônicas ou usufruir de serviços governamentais tem de estar intimamente ligada às necessidades da população. Os ambientes heterogêneos são uma realidade para quem utiliza a internet com freqüência. Com o avanço do uso da rede, é preciso ampliar as alternativas entre o código-fonte aberto e o proprietário, que oferecem praticidades e vantagens específicas aos usuários. A discussão e a escolha é que devem ser livres! As empresas de tecnologia da informação e softwares investem cada vez mais em segurança, estabilidade e otimização dos sistemas.

Neste contexto, vetar possibilidades entre os usuários de internet é estagnar um processo de liberdade, qualidade intrínseca da rede mundial de computadores. Em eleições recentes muitos candidatos se elegeram, enganando a população com o confuso discurso do software livre, em que até os próprios acreditavam que era de graça, mas acreditamos que no pleito eleitoral que se aproxima os postulantes que ainda persistirem nessa abordagem, receberão menos votos que no passado, e também acreditamos que cada vez mais melhoraremos a qualidade de nossos representantes públicos, descartando os que embasam suas candidaturas fora da verdade. Dado o claro recado, por conta de nossa responsabilidade, fica aqui o nosso parabéns ao setor de tecnologia da informação pelo desempenho em 2007: muito progresso, muitas modernizações, muitas aquisições e fusões, aconteceram no setor e ainda há espaço para isto, profissionalizando cada vez mais nosso “novo” setor.

Luís Mário Luchetta é presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro) - Paraná.

Não me espanta a opinião do Sr Luchetta. Afinal ele é pago para defender o uso de software proprietário. Se as pessoas resolverem utilizar software livre, ele simplesmente terá que migrar de carreira. Não há do que se admirar em seu texto.

O que me intriga é ver esse material factóide circular por onde se espera uma postura crítica. Uma lista de email’s com profissionais que conhecem o cenário corporativo e o cenário de uso de “softwares”, ou pelo menos era para conhecer.

Muitos perguntarão porque não debato o assunto diretamente na lista. A questão é que o próprio gestor foi contratado por uma grande corporação para fazer propaganda dos seus produtos lá dentro. Seria melhor ligar para a central de telemarketing da empresa e gravar uma discussão com o atendente. Daria no mesmo. Ambos são pagos pela sua opinião. A diferença é que o gestor da lista, sente-se ofendido a cada boa argumentação que surge ao contrário, e sugere que o mundo é grande para aqueles que não concordam com ele… rss

Ignorar a lista é uma boa sugestão. É verdade que ela está morrendo aos poucos. É evidente que a qualidade não é a mesma. E que todos percebem como a opinião de muitos ali é comprada. Mas aí é que está minha curiosidade, quero ver onde isso vai dar. Será que a grande corporação irá pagar um contrato vitalício para que algumas pessoas falem bem dos seus produtos? Estou muito curioso com o andamento da prosa…

Quanto a matéria: A liberdade de opção na internet, em uma outra postagem irei enumerar alguns erros primários na avaliação do autor. Será uma ótima oportunidade de demonstrar como grandes empresas erram ao adotar o modelo rolo-compressor de publicidade espontânea.

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Experiência do usuário ou utilizador?

4 de janeiro de 2008 às 6:47

Um termo bem propagado pela internet é esse tal de User Experience.

E um site muito bacana sobre Arquitetura da Informação é o Contém Conteúdo. Acompanho Mauro Amaral a algum tempo e digo a você que vale a pena, o cara é bem ligado às novas tendências pela web.

A imagem abaixo foi retirada dessa postagem: Tá difícil ou quer que eu desenhe?

Essa ilustração seria óbvia não fosse pelo foco nada vanguardista, explico.

A palavra usuário é descabida para se referir a um ser humano. Ela traz uma idéia de uma relação fortuita entre uma pessoa e uma tecnologia. Quem vende uma tecnologia nunca deveria se referir dessa forma a alguém que utiliza seu produto.

A metáfora mais direta é comparar o emprego dessa palavra a alguém que usa drogas. Ele é um usuário pois usa o produto pela “obrigação” do vício. Uma pessoa que utiliza tecnologia não deveria estar no mesmo nível, pelo menos para quem deseja promover essa tecnologia.

Acredito em uma experiência mais duradoura. Acredito que devemos promover em nossos clientes uma sensação não de dependência, mas de libertação. A tecnologia deve ser um meio e não um fim.

Existe uma grande confusão quando alguém adquire um produto com viés tecnologico. A Microsoft dá o tom do que é fazer algo para um usuário. Seus sistemas tornam o cliente dependente, e o produto torna-se um pesadelo sem fim para quem usa.

Acredito que a proposta dos novos profissionais de tecnologia deve ser oposta a essa. Devemos vender um produto que vá além de um site, ou além de uma interface. A necessidade do cliente vai além da experiência. Se encontrarmos o fio da meada vamos obter uma experiência de fidelidade ao produto, partindo do princípio que a liberdade (e não a dependência) na utilização deste é o catalisador de todo o processo.

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