Diário de uma carreira

13 de março de 2008 às 7:11

Quem acompanha o HajaLuz a mais tempo sabe o quanto relutei em transformar esse espaço em blog… Eu comecei com entediantes resenhas de artigos, livros e tudo o que me vinha à mão sobre Sistemas de Informação.

Os assuntos sempre em terceira pessoa, muito impessoais. Bem do jeito que eu gosto: Sisudo, pesado, c-i-e-n-t-í-f-i-c-o, formal e estéril.

Existem fases e divisões na minha vida. Hoje foi um daqueles dias muitos difíceis, trabalhosos, reflexivos. Andei muito à procura de uma nova residência, vi diversos imóveis. A princípio moraria em qualquer lugar, mas as pessoas que me cercam, querem o melhor para mim e não me deixam escolher nada que seja indigno da minha presença.

Aí é que começa o problema. Nessas reflexões penso que construi um personagem totalmente incompatível com a minha realidade. Tenho sérias dúvidas se vou obter êxito para formar esse ano ou em qualquer outro. Pelo menos essa foi a impressão que os insucessos me passaram hoje.

Mas como qualquer outra impressão, ela passará. Amanhã acordarei, tomarei meu café e a vida voltará a ser colorida, alegre e esperançosa. Essa é a fase que eu quero entrar hoje a fase da esperança. Ontem até escrevi uns textos à mão e depois de ler, me vi tomado por um espírito de auto-ajuda, muito legal isso, e muito bobo como eu classificaria em outros tempos.

Quando eu destaquei a palavra presença logo acima, foi para comentar sobre algo que detesto. Em quase todo lugar onde passo as pessoas criam uma expectativa enorme sobre meu potencial como profissional e essa expectativa se extende até mesmo na minha aceitação como pessoa. Isso me incomoda, eu preciso caminhar em passos firmes, um de cada vez. É bom ser autônomo e ter clientes mesmo antes de estar formado. É bom fazer propostas de trabalho e ser aprovado por empresas consolidadas. E é bom entrar no MSN e alguém que você considera superior perguntar se há uma vaga no seu projeto. Isso deixa o ego lá em cima. Mas tenho que ser honesto, preciso dar um passo de cada vez e o que mais desejo na vida é ser igual aos meus amigos com seu uniforme de estágio, e a cabeça tranquila, o dinheiro certo no final do mês… e aquelas coisinhas de gente normal…

Eu sei que já dei aulas de empreendedorismo e falei muita coisa sobre superar desafios, mas tem dia que a gente cansa, se decepciona com o mundo e conosco mesmo… hoje foi um dia assim… preciso que as pessoas me conheçam como sou. É verdade que desafio as leis de mercado com minhas idéias, mas o custo disso as vezes é alto de mais para mim…

Penso que escrever minha realidade para você é a melhor forma de melhorar meu conceito. Revelar minhas fragilidades não me diminui, muito pelo contrário, deixo essa postagem com a sensação que já deveria ter feito isso a muito tempo… não só aqui, mas é um tempo de mudança estrutural na minha vida. Essa atitude se estenderá através de muitas ações nos próximos dias…

Não posso deixar de agradecer muito às pessoas que me acompanham e torcem pelo meu sucesso: Obrigado!!

ps.: A figura lá em cima é porque: falar até papagaio fala!

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Inovação na internet

18 de fevereiro de 2008 às 7:59

Há alguns anos presto consultorias para empresas na área de Web. Para tanto utilizo como ferramenta algo que eles nem sabem que existe. Mas consigo colocar um wordpress para fazer as vezes de um site institucional, como é o caso da Samar.

Acontece que os maiores blogueiros do país tiveram uma idéia inovadora. Eles oferecem consultoria para empresas na área de blogs.

Meus professores fizeram pouco caso quando desejei fazer um estudo que relacionasse administração com internet. Eles diziam que eu deveria mudar de curso. E agora vejo o pessoal de outras áreas a procurar empresas e oferecer consultoria, que invarialvelmente descambará para o lado administrativo.

Os administradores acabam de perder outro nicho. Eles já perderam a área de produção para os engenheiros, a área financeira para os economistas, a área de marketing para os jornalistas, a areá de recursos humanos para psicólogos e pedagogos, e agora os sistemas de informação cairão fatalmente na mão de programadores, arquivistas, bibliotecários e etc..

Não é o curso de administração que é ruim, os profissionais que atuam nessa área é que são fracos, pelo menos aqui no Brasil. Porque estudei matemática com alguns livros importados. É comum em outros países que gestores estudem algebra e geometria analítica, por exemplo. Enquanto meus colegas lutavam a todo custo para tirar limite e integral de nossa grade, pois diziam que não há utilidade para tal.

Ora! Se você projetar um sistema para otimizar um banco de dados terá que pelo menos olhar para um gráfico e entender algo para efetuar uma previsão e tomar decisões a respeito disso; meus colegas não estão preparados para essa tarefa elementar.

Eu sou daqueles que teve que trancar o curso na faculdade para conseguir estudar, é mole? Existem certas coisas no meu curso que é melhor nem comentar por aqui. Baixaria forte nas trocas de favores, coisas que alguém com o mínimo senso de dignidade não deveria aceitar.

Outro fato engraçado que ocorreu comigo um dia foi uma visita que fiz ao site do surface da microsoft. Eu estava dentro do laboratório e pesquisava justamente sobre novas interfaces. Um moleque gritou, parou o laboratório para me dar um esporro a distância: Aqui não pode assistir filme!! Puta que pariu naquele dia fiquei com vontade de não voltar mais.

Agora a dúvida cruel, dia 25 posso matricular de volta ou trancar. Faltam sete disciplinas e a monografia. Se matricular tenho a possibilidade de terminar a faculdade daqui um ano, porém onde vou arranjar dinheiro para me manter por lá nesse período?

Também posso adiar meu trancamento por mais seis meses, e continuar na luta para ganhar dinheiro nesses seis meses.

A dúvida é cruel e me deixa angustiado…

Enquanto isso vou assistir os novos empreendedores da internet a ganhar dinheiro com suas idéias inovadoras…

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Existe dinheiro amaldiçoado?

17 de fevereiro de 2008 às 22:24

Quem é profissional autônomo corre sérios riscos ao fazer um serviço. Por isso é comum a cobrança adiantada.

Confesso que eu tenho certa dificuldade para fixar preços e cobrar, por isso, tenho a Gislene que trata dessa parte financeira para mim.

Recentemente fiz um serviço para uma pessoa muito mesquinha. Também alugamos um imóvel para ele e o mesmo ao ser cobrado devidamente nos perguntou (inclusive a minha mãe) se passávamos fome!

Eu sei que esse é um caso isolado. Que espelha mais um descuido nosso em abrigar gente de mau caráter em nossas dependências. Talvez eu não deveria nem considerar tal alegação, fruto de uma mente obviamente desequilibrada, contudo pensei sobre essa questão de dinheiro amaldiçoado. Como assim dinheiro amaldiçoado?

Acontece que eu tenho uma certa reserva com pessoas mesquinhas. Daquelas que fazem questão de centavos. Não gosto mesmo desse tipo de gente. Devo confessar que tenho um certo receio inclusive de receber dinheiro delas.

É por isso que coloquei essa foto logo acima. Se você conhece o seriado Lost sabe do que eu estou falando. Ele não é mesquinho não. O Hurley é até um cara generoso. Acontece que o dinheiro que ele recebeu em uma loteria, causou-lhe um azar danado, e destruiu sua vida. Esse é o esteriótipo que o personagem carrega.

Para algumas pessoas o dinheiro pode ser uma benção ou maldição de acordo com o uso que se faz dele. Para outras o dinheiro é indiferente. Não importa de onde venha ele não tem sentimento, não é bom ou mau é apenas dinheiro…rss

Também sobre honestidade. Sabe aquelas pessoas que acham milhares de reais no lixo e devolvem. E aí o que você pensa? Sinceramente não sei se devolveria um dinheiro achado. Fico a pensar porque um lixeiro devolve o dinheiro. Será que ele acredita que o dinheiro é amaldiçoado?

Um caso que eu acho muito curioso é o da quadrilha que assaltou o Banco Central no Ceará. Os integrantes da quadrilha foram se matando um a um. Será que valeu a pena?

Talvez eu seja muito ingênuo e deseje viver em mundo de utopia. Não sei lidar muito com dinheiro. Quando me separei deixei tudo com minha ex-esposa. Ela me ameaçou de litígio sendo que tudo estava com ela. E mesmo assim me separei amigavelmente. Na ocasião a própria juíza fez questão de me oferecer a parte na casa que construímos. Após alguns anos da separação ainda não reivindiquei e passo muito aperto por isso. Mas ocorre que em todas as audiências a casa se apresentava como uma espécie de cavalo de batalha que eu evitei ao máximo batalhar.

Ultimamente sinto uma vontade enorme de ir para outro país, ou outro estado. Começar tudo do zero novamente. Eu não sei quantas vezes farei isso. Confesso que aos 30 ficamos um pouco cansados de reconstruir a vida. Mas parece que esse tipo de desafio é justamente uma espécie de catalisador para tocar a existência.

O Software Livre e a inclusão digital me fascinam, estou inclinado a começar um projeto baseado nessas idéias. Estamos em fase de abrir um novo escritório e esse é um pensamento que está fixo em minhas idéias. Talvez eu lance algum tipo de projeto assim em meu espaço no BlogMestre.

Acredito que o terreno é fértil só falta alguém semear. Eu sempre digo que a inclusão digital tem sido feita ao avesso em nosso país. Sinto uma grande necessidade de apresentar à pessoas que desejam ingressar no mercado, princípios de gestão, e melhor manipulação das informações em uma organização.

Chegamos a fazer algo desse tipo no ano passado, nosso curso rendeu ótimos frutos. Fico feliz em ver vários participantes melhorarem de carreira com a nossa ajuda. E acho que a idéia amadurece a cada dia, pelo menos no meu coração. Esse ano será de grandes conquistas e muita luz para todos nós…

ps1 - Existe uma admiração e um respeito mútuo entre eu e a Paula. Eu penso que conheço uma outra Paula bem diferente daquela pop star dos blogs que a mídia portuguesa já encontrou. Eu repito para todo profissional de internet: Navegue no blog da Paula é aprenda a trabalhar com web. Algo que também acho incrível é o fato dela mesma configurar os templates do wordpress, coisa que muito marmanjo não faz.

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Cuidados ao realizar consultoria para micro-empresários

12 de fevereiro de 2008 às 8:12

Acabo de entregar outra consultoria. É evidente que mantenho a atividade e os nomes de meus clientes em sigilo, portanto, não espere identificar o caso específico que irei apresentar. Porém penso que compartilhar essa experiência com os amigos é muito importante para ouvir a opinião de vocês e também colaborar para que novatos não incorram nos mesmos erros.

Avaliação do perfil da empresa

Quando se fala em micro e pequena empresa, devemos frisar que a maioria delas não irá suportar um choque de gestão. Isso se dá por diversos motivos que apresentarei logo mais. Então qual é a forma de saber até que ponto devemos ir com nossa mão? Até que ponto devemos sugerir e aplicar mudanças em sua estrutura. Essas mudanças, aliás, podem causar um choque tão grande que a impressão que se dá é que em um mês surgiu outra empresa.

Mas quando falo em perfil também desejo frisar principalmente o aspecto psicológico dos protagonistas da organização em questão. Entenda-se como protagonistas o dono, alguns funcionários e sua família. O dono deve ser sem dúvida uma pessoa que tenha passado por uma experiência anterior de consultoria, nem que seja uma espécie de consultoria informal que alguém já lhe ofereceu e ele passou pela fase do contraste de idéias. Não seja o primeiro. Não trabalhe com empresários calouros, eles irão se mostrar muito inseguros e frágeis a opiniões amadoras - fofocas também - que irão destruir seu trabalho.

Outra avaliação é com relação ao perfil dos seus funcionários de confiança. Sabe aquelas pessoas que “tomam conta” da empresa na ausência do dono? Eu chuto uma chance de 99,99% deles não gostarem da sua presença por alí. A organização inclusive pode fazer com que surjam informações que lhes coloque em situação difícil perante o dono, isso quando não seira perante a justiça. Mas quem sabe você não encontre um verdadeiro braço direito do dono. Quem sabe você não tenha uma sorte danada em encontrar alguém que veja no crescimento da organização uma possibilidade muito maior de crescimento pessoal. Então avalie o quanto esse perfil oscila, se encaixar naquela idéia de funcionário chefão elimine-o nos primeiros dias, se encaixar na idéia do verdadeiro braço direito, seu trabalho será fácil. É só treiná-lo e ele continuará a progredir, porém com ferramentas boas nas mãos.

Uma terceira avaliação é sobre a família do empresário. Agora complicou geral!

Raramente a família absorve a responsabilidade do negócio. Ela gosta de gozar dos bons frutos da empresa. Mas arcar com o ônus de trabalhar nas férias, ou fora de hora, isso é coisa de peão; não de playboy ou de emergentes. Para que a empresa seja viável economicamente é comum que a família deva abrir mão de certas regalias. Quando os familiares sentirem o aperto, vão achar um culpado na hora: Você!!! rss… Será que a família do seu contratante está preparada para receber seu trabalho como solução profissional?

O caixa 

Daí posso passar para esse segundo tópico tão espinhoso. Dá vontade de chorar quando começamos em uma micro-empresa. O caixa é uma ratoeira. Francamente, tem empresário que além de ser um herói com a concorrência é um herói em manter uma espécie de mecanismo para tampar o sol com a peneira. Através de cheques, promissórias e duplicatas, afundam-se em dívida por causa do famigerado giro de caixa.

Essa questão é espinhosa porque é uma cultura nacional não pensar no amanhã. Gestor é um ET que pousa na empresa e tem que convencer todo mundo a pensar no amanhã. Desde o próprio cliente, como até mesmo o cliente do cliente. E o funcionário muito mais. Eu até brinco sobre a cultura do pedreiro… Mas vamos por partes para não confundir sua cabeça.

O que o fluxo de caixa tem a ver  com atender à demanda de um cliente? Simples. Quando você vende um produto ele deve existir, não é mesmo? Ocorre que em muitos comércios e principalmente na indústria, esse produto está semi-pronto ou semi-estocado. Ao efetuar a venda gera-se um crédito para o cliente. Na maioria das vezes a logística para que o serviço seja efetivamente realizado é um caos. E o cliente paga na maior confiança que “em breve” receberá seu produto/serviço só que não há dinheiro para comprar matéria-prima, pagar funcionários e etc… Tudo é no chute. As vezes o valor recebido sequer cobre os custos - é o caso da concorrência predatória entre caminhoneiros que irão voltar com o carro vazio mesmo, então cobram abaixo do mercado e geram uma cadeia de desvalorização que não supre sequer o custo de manutenção/depreciação dos veículos a médio e longo prazo.

E a velha história da quebra da empresa quando ela cresce exponencialmente?

Eu também poderia falar da história do seu amigo garotão que ganhou um carro novo e esse carro transformou-se em arma na sua mão. É isso aí. A metáfora corresponde a homens que em um dia dormiram operários e no outro acordaram patrões. Homens que utilizam sua empresa como máquina de humilhação dos pobres perdedores. Pessoas que tocam o negócio e tem como motivação sentimentos vis como prepotência e arrogância. Eu costumo dizer que eles enriquecem mas não prosperam. É um dinheiro maldito que tudo o que abrange apodrece.

Me ensina aí guru bernadinho da vida, como gerenciar um ego desse??

Não seja Bucha de Canhão 

Eu fiquei tão comprometido com minha última consultoria que no final realizava serviços de auxiliar de escritório. Coloquei a mão na massa de um jeito, que minha parceira Gislene, que me conhece a muito tempo, disse que nunca me viu agir assim. Ela já me viu rejeitar empregos ótimos cargos e estágios em empresas de renome e me tinha como metido. Nem ela e muito menos eu imaginava que seria capaz de fazer isso em uma consultoria.

Resultado: Desvalorização total por parte do cliente.

Meu trabalho deixou de ser estratégico e passou a ser operacional. Passei a receber as reclamações dos clientes de meu cliente e gerar conflitos entre eles e o meu cliente. Porque nós gestores idealizamos o empresário perfeito. E sonhamos que nosso cliente quer satisfazer os desejos dos seus clientes, e que toda aquela balela que a gente lê nos portais de administração são verdade. Aquela coisa de tapete vermelho. Aí a gente coloca esse tapete para o cliente do cliente. Nós criamos mecanismos para que o seu dinheiro seja valorizado, mas essa cultura não existe na cabeça do empresário.

Algumas vezes o micro-empresário vê seu cliente como um perigo, um entrave, principalmente o cliente que reclama da sua empresa perfeita. Então quando você se coloca entre os dois se desgasta de tal forma que é transformado em inimigo do empresário, junto com o utilizador do serviço/produto da empresa. Triste não?

Resumo da balada 

Algumas ações penso em tomar de imediato, evitarei me relacionar com empresas que não possuam o mínimo de estrutura para suportar um modelo de gestão eficaz, e eu entendo que essa estrutura deve atender a pelo menos alguns requisitos mínimos:

  • Possuir um faturamento mensal superior à R$ 10.000,00;
  • O dono não deve ser convencido sobre a consultoria, ele deve procurá-la, não deve comprar a consultoria como fórmula mágica, deve participar do projeto, e ser maduro para interagir conosco e mesclar suas idéias às nossas;
  • Equilíbrio emocional. Se o cliente  se mostrar instável, daquelas pessoas que sempre está com lágrimas nos olhos, fica nervoso por qualquer coisa, não trabalhe com ele; você será culpado por tudo o que der errado em sua empresa por toda a eternidade..
  • Fuja dos mendingos! Uma coisa é uma pessoa que gosta de economizar e outra é alguém que gosta de explorar.  O cliente pechinchou uma vez? Tente adequar seu projeto à sua necessidade. Não diminua sua remuneração sem uma contrapartida nas horas e nas tarefas que desempenhará. Pechinchou de novo, dê um jornal para ele, se não achar um anúncio de consultor tabajara pelo menos o papel servirá para limpar a bunda.

Como sempre há muito o que dizer ainda, talvez retome essa postagem em breve. Mas fica aí o recado para meus amigos da estrada… como diria Raul: Não pare na pista; se você para o carro pode te pegar…rss

Abraços e muita luz!!!

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Balanço para abertura

1 de fevereiro de 2008 às 4:19

O ano está prestes a começar, logo após o carnaval.

ERP/CRM On-Line

Pois bem, estou ansioso com o projeto. Cheguei a pesquisar alguns trabalhos já existentes. Inclusive coloquei uma cópia do FinancPhP, para rodar na minha hospedagem. Achei esse sistema simpático. Entrei em contato com o desenvolvedor por e-mail, mas a mensagem deve ter se perdido - ou o rapaz ‘Marcelo Donizete Gremonesi’ é muito ocupado - pois não obtive resposta. O FinancPhP é um dos poucos sistemas em PHP em língua portuguesa. Está bem no começo poderia ter uma comunidade que trabalhasse junto com o Marcelo. Tomara que ele leia essa postagem. Quero dizer que eu gostaria muito de contribuir com o seu trabalho.

Mudanças

Estou ansioso para sair do home-office e começar o ano em novo escritório. Vamos fazer de tudo para tornar esse desejo em realidade o mais breve possível. Esse período de trancamento de curso foi muito bom para reajustar as idéias e tomar novos rumos. Profissionalmente foi o período que mais amadureci na vida.

Adsense

Obtive minha primeira centena de dólares. Confesso que estou receoso em retirar. Achei cara as taxas, e o processo de retirada é bem burocrático. Quem sabe daqui a alguns meses o dólar não sobe um pouco.

Última Consultoria

Estou em um momento muito bacana. Estruturo um provedor de internet. O que gosto aqui nesse trabalho é de oferecer acesso à internet para nossa comunidade na Serra, o bairro em que nasci. Ainda bem que sou da área de huamanas. Qualquer profissional mais técnico ficaria maluco com as coisas que acontecem por aqui. O relacionamento com clientes e clientes de clientes é cheio de altos e baixos, mas o saldo é positivo. Sou daqueles que não gosta de transferir culpas. Então assumo que para as coisas melhorarem devo tomar atitudes para isso, e não esperar que outros tomem.

NetWork na internet

Está fraca, é verdade. Não posso cobrar as visitas de amigos por aqui. Apesar de acompanhar as estatísticas do blog todos os dias, e querer muito que os números cresçam, devo reconhecer que não tenho feito muito para isso acontecer. Meu abandono com o BlogMestre é de partir o coração. Por outro lado o espaço está aberto para que novas lideranças surjam naquele espaço. Daria o BlogMestre de bom grado a um grupo que desejasse levá-lo a frente. Fica a dica para os interessados.

Um forte abraço a todos e muita luz…

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