Volta às aulas

8 de março de 2008 às 6:32

Rematrícula feita:

O documento acima é o meu horário individual para o próximo semestre da Ufes. Ainda não decidi se vou estudar nas disciplinas pela manhã, mas se decidir estuda-las pelo menos estão garantidas.

Hoje é como se eu virasse uma página e voltasse a recontar uma história de muita esperança. Passei por um teste duro no mercado. Saí com arranhões, quase caído, mas as pessoas que me amam e que me cercam, me mantém confiante e animado para um triunfo futuro.

Estou muito feliz pelas escolhas e opções que fiz em minha vida. Um novo ciclo começa. Também foi um dia de nostalgia pois foi inevitável rever meu primeiro esboço de um trabalho na internet.

Eu sei que a página é muito tosca. Considere que foram meus primeiros contatos com HTML/FLASH e eu abusei muito tanto nos textos como na “decoração”. Mas penso que esse primeiro esboço não é motivo de vergonha, mas de orgulho. Pois foi um passo corajoso. Nessa época ainda casado, possuia uns R$ 2.000,00 em minha conta. Decidi tirar R$ 400,00 reais para fazer o curso de webdesign no SENAC. O curso em si foi só uma apresentação para as interfaces do Photoshop, Dreamweaver, pois como todo profissionalde web sabe, a internet é muito mais do que isso.

De volta a Ufes vou rever vários amigos. Muitos já formaram e eu tenho orgulho de vê-los atuar nas maiores empresas do estado. Eu segui um caminho diferente é verdade. Mas acreditem, mesmo sem dinheiro sou feliz com o que faço. Para eles, e para a maioria das pessoas é difícil entender como um cara fez a opção que fiz, mas essa opção é a que me realiza.

Ainda existe um caminho grande pela frente. Agora na volta a Ufes provavelmente virão textos relacionados às disciplinas visualizadas acima; vocês que aguentem.

Estou muito feliz pela minha rematrícula… e sinto-me iluminado…

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Começa uma nova fase em nossos projetos

6 de março de 2008 às 6:33

O HajaLuz se consolidou entre meus websites. Mas ele já foi um subdomínio do webluz. O BlogMestre também já foi um subdomínio do webluz e é outro projeto que anda com as próprias pernas, só para vocês terem uma ideía vou colocar aqui os domínios que administro atualmente:

Projetos próprios

HajaLuz: É este site que você lê, para saber mais sobre o HajaLuz leia essa página.

WebLuz: É meu portal de consultoria, e é também o domínio que testo as minhas maluquices como subdomínio antes de lançar como domínio

BlogMestre: É o sonho que se torna realidade. É movido pela paixão de professores que desejam uma abordagem diferente sobre a relação entre educação e tecnologia. Entenda melhor o projeto através desse link.

WorkConsultoria: É o site que eu fiz com Gislene. Na verdade é dela. Mas somos tão unidos que também posso dizer que é meu. Espero que ela tenha mais tempo de melhorar aquele espaço. Ela não está muito interessada em escrever diariamente. Já tentei colocar um blog lá para ela. Mas em breve acredito que terá muitas novidades por lá.

GanheFácil: É outro protótipo que iremos lançar assim que tivermos nosso escritório e grana para sortear brindes e coisas desse tipo; vai ser muito legal.

Clientes: Possuo atualmente 4 domínios sob minha tutela. Não irei divulgá-los para manter a privacidade ok?

Novo foco

No auge da minha aproximação com os blogueiros fiquei apaixonado pela velocidade das informações, e também pelas possibilidades que o wordpress lançava sobre as buscas. Cheguei a fazer um blog Hype que irei apagar nos próximos dias. Lancei o Blogaria e acreditem, ele foi o projeto que mais me deu audiência até hoje.

Mas pelo nível do conteúdo você logo percebe que não tem nada a ver comigo. Então foi uma experimentação que gostei muito de fazer. Mas os temas são muito desgastantes, não gosto daquele tipo de abordagem, tão ousada.

Talvez se alguém me pagasse eu faria um trabalho desse tipo mas realmente não desejo colocar meu nome diretamente vinculado a um site hype. Fora que ao falar de foco estou inclinado a melhorar o BlogMestre, que é realmente o trabalho do meu coração. Além do mais quero tirar o BlogMestre da internet e deslanchar uns projetos off line com ele. Quero reunir esses professores que colocam conteúdo alí e desejo montar núcleos com eles por todo o Brasil, vamos ver se essa idéia amadurece nos próximos meses.

Só de retornar aos projetos, falar sobre eles e enfim começar a trabalhar novamente neles, é um imenso avanço para mim.

Torçam comigo!!! nos próximos dias estarei de mudança para tentar uma conexão melhor e começar esse novo ciclo de trabalho. que espero. seja muito frutífero.

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Estamos na luta por um lugar adequado para trabalhar

6 de março de 2008 às 4:02

Já comentei aqui no HajaLuz que fiz uma experiência ao voltar para meu bairro de origem e fechar algumas parcerias com micro-empresários locais. Primeiro foi nosso curso de negócios em um colégio e depois gerenciei um pequeno provedor wireless.

Acreditem que só conheci esse provedor devido o meu bairro não ser atendido por banda larga da Oi (Velox). Depois decidi não trabalhar mais com esse provedor e com isso deixamos de possuir conexão com internet.

Gislene está contatando alguns clientes por esses dias. Ela negocia contratos de atualização nos websites que fizemos recentemente. A resposta é muito positiva e em breve vamos mudar para um local mais adequado para trabalhar.

Vivo Zap, alguém conhece?

Outra possibilidade seria permanecer no mesmo lugar e utilizar o Vivo Zap. Uma cliente indicou. Alguém aqui já utilizou ou utiliza? As informações no site estão um pouco confusas e amanhã devo ir à uma loja para me interar melhor sobre o produto. Minhas dúvidas principais é se ele pode ser utilizado também em desktop e qual é a totalidade de produtos que devo adquirir para receber o serviço. Por exemplo: é obrigatório comprar um celular??

Agradecimento

Outro dia fiz um post falando da minha busca por novos trabalhos. Desde então recebi postagens de outros colegas, contatos novos, contatos e email de amigos aqui de Vitória/ES, enfim, minha rede de amigos é forte e sou muito feliz por isso.

Minhas esperanças se renovaram pelas últimas respostas de clientes e amigos. Gislene tomou a frente e saiu à luta por nós. Nessas últimas experiências ocorreu algo engraçado que foi a tentativa das pessoas nos separarem. Quando ela está na sua consultoria tentam “trazê-la” para a empresa e quando eu estou nas minhas também tentam me “trazer”. No entanto acreditamos muito em nossos planos. Por hora vamos adiar alguns projetos e no momento correto vamos implantar um trabalho a partir de uma equipe.

Bom, vou ser eternamente grato à vocês por tanto carinho. O HajaLuz cresce muito, dia após dia. É uma audiência qualificada; de gente que produz em Web. E eu fico orgulhoso por ter esse público aqui. Na medida do possível exponho meu cotidiano, sem expor as pessoas que me cercam. Sem pieguice ou reclamação não é verdade? Ninguém tolera fracassados, muito menos eu.

As dificuldades são uma oportunidade para testarmos nossa resistência e nossa capacidade de superação.

Ainda bem que tenho tanta gente boa ao meu lado. Que no momento das adversidades se aproximam e me deixam esperançoso.

Obrigado a todos e muita luz.

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Líderes religiosos e sua influência

3 de março de 2008 às 6:59
contato
Seu nome Antonio Sergio G. Pereira
Email prsergio_ieab@hotmail.com
Website http://
Mensagem Li as suas palavras e achei engraçado vc comparar os religiosos com traficantes! Voce se decepciona com dois ou tres e julga todo mundo? Que Colocação mais injusta e lamentável! Aconselho-o a tirá-la de lá pois somente um desajustado para fazer uma afirmação daquela

Caro Antônio e amigos do HajaLuz.

A comparação é forte mesmo.

Acredito que você a retirou da minha explicação sobre o porquê do HajaLuz:

Percebendo a clara contrariedade entre discurso e prática. Não poderia conviver com pessoas que literalmente usurpam a fé e os sonhos de homens e mulheres. Aos poucos fui percebendo que os religiosos não são muito diferentes dos traficantes, enquanto esses roubam a vida do corpo, aqueles roubam o corpo e a alma do povo.

Você não é o primeiro que me aconselha a retirar algum texto do blog. Uma das maiores ONGS aqui de Vitória - que inclusive é de origem religiosa - até me ameaçou de processo uma vez. Mas só ameaçou porque se tivesse entrado teria que responder vários questionamentos que denunciamos ao Ministério Público.

Essa comparação é infeliz sob o seu ponto de vista e eu o respeito. Não é minha pretensão com o blog pregar uma verdade absoluta para as pessoas. Como já afirmei nessa página que você leu, essa fase foi na minha adolescência e já passou.

Antônio, eu não me decepcionei com três não. Eu fiz seminário e estudei com dezenas de “homens de deus”. Passei por muitas instituições religiosas, e vi gente trambiqueira e também vi gente muito honesta. Geralmente os honestos estão longe dos púlpitos, sentados em seus bancos, talvez por isso, hesito em generalizar e dizer que todos os religiosos estão errados.

Desculpe se eu passei essa impressão de generalizar. Se você é uma pessoa fiel à seus princípios religiosos e faz o bem porque seria contra você? Muito pelo contrário peço que me ensine também o caminho da luz. O HajaLuz é para isso!!

Gostei do seu nível de argumentação e os comentários, logo abaixo, estão abertos para o diálogo saudável.

Afinal, as instituições religiosas são fruto de uma cultura charlatã? É abrigo de gente esperta? Existem instituições boas e ruins? Está meio a meio? Ou cada uma que cuide de si? Eu que faço minha parte e os outros toquem sua vida?

Como é a sua posição e dos outros amigos religiosos que frequentam o HajaLuz?

Seu argumento para retirar é bom, mas ainda está fraco. Quem sabe alguém não tem uma luz para me oferecer sobre isso?

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Erros no início da carreira

2 de março de 2008 às 5:55

Algumas escolhas equivocadas são positivas.

Uma aluna questionava à professora suas condições de estágio em uma ONG. Essa colega viveu fatos semelhantes aos que eu vivi quando trabalhei em uma organização desse tipo: Desvios de verba, falta de interesse dos assistidos pela ONG, politicagem e coisas parecidas. A professora esclareceu que não devemos  sonhar com a organização perfeita. Um sistema perfeito só existe conceitualmente. Na prática as organizações têm suas mazelas, e é por isso que existe o gestor. Caso contrário qualquer leigo poderia administrar, não é verdade?

Quem convive com a gestão sabe do valor do seu trabalho, é evidente que o senso comum tenta desmoralizar o empenho de um gestor. Principalmente entre os “práticos” é comum um certo ódia à gestores. Para eles, o gestor poda o seu poder, ao racionalizar e planejar suas tarefas. É por isso que um erro comum de um administrador em início de carreira é cobrar barato por seus serviços, ou se oferecer além do que é acertado em contrato. Isso denota amadorismo e falta de comprometimento com sua própria formação.

Eu cheguei a essa conclusão ao revirar hoje várias caixas de conteúdo estudados desde o seminário até hoje na faculdade. São cerca de quatro caixas daquelas de natura. Essas caixas abrigam centenas de apostilas e livros que simulam com muita propriedade o cotidiano de um gestor. Fiquei impressionado ao ler alguns papéis, que ao contrário do que muitos imaginam, é um conteúdo muito útil nos momentos de solidão na tomada de decisões.

Com relação ao HajaLuz percebo que achei o fio da meada. A objetividade que é tão necessária a um veículo de mídia. E o bom dessa objetividade é que ela é bem original. Um blog é fascinante. Eu relutei muito em conceber blog como diário. Parece adolescente. Mas é verdade. Um blog é adolescente e isso não é pejorativo no contexto que vou explanar agora. Adolescência é fase de indefinição. Um diário de bordo, não é uma fase de indefinição na vida de um comandante? Até anotações científicas como as de Darwin, não representam uma carreira; um estudo em progressão? Não seria um amontoado de suposições, contradições, erros e apenas alguns raros acertos?

Então você pode começar a escrever sobre uma série de temas - o jargão “tecnologia” costuma ser o preferido - mas terá que encontrar uma identidade para obter êxito. Caso contrário caíra em uma vala comum. Isso não serve só para blog’s mas para toda uma carreira profissional.

Não sei quantos estudantes de administração colocam seu cotidiano na internet. Mas e sua influência nas organizações que atua? Aliás você influencia de alguma forma a organização em que atua? Penso que as empresas necessitam de pessoas que desejam agregar valor à seus serviços/produtos.

Agora, faço o que sou bom. Junto os primeiros parágrafos com o último e afirmo que colocar experiências, e por que não “incipiências” na internet e compartilhar isso com milhares de pessoas, cria um valor imenso àquele acervo que tenho guardado em minhas caixas. Acredito que essa é uma nova forma de maximizar conhecimento. Esse é o fio da meada: compartilhar meu cotidiano com vocês, enriquece a minha carreira e a de quem me lê; sem falsa modéstia..rss

Algo bacana nos últimos dias é o amadurecimento e a tomada de confiança para subir degraus mais elevados. Estou nos últimos períodos do meu curso. Principalmente quando tranquei esse último período, passei em um outro teste que a faculdade não oferece, mas dá o embasamento para suportar: É o teste da rua.

Convivi com gente de todo tipo durante os últimos anos. Trabalhei em organizações de tantas estruturas diferentes. Com tantos arranjos e composições distintas. Uma loucura. Foram dois escritórios de contabilidade, uma pequena empresa de alarmes, depois os correios, nesse meio tempo fui líder religioso, estágio no governo, bolsa de pesquisa acadêmica, muitas consultorias, duas ONGS imensas, e agora???

Primeiro passo é o despojamento. Percebi em algumas entrevistas que para uma nova organização não adianta arrotar: “como sou experiente, vocês precisam de mim”. Não, muito pelo contrário. Alguém muito convencido da sua experiência, é uma trava na organização. A experiência é para ser guardada em caixas. E a atitude que retiramos delas é que deve utilizada.

Cada organização é única como as pessoas; existem semelhanças mas existe a identidade que se sobrepõe.

Eu penso em uma comparação simples. Adquirimos os mesmos produtos no supermercado, mas sempre queremos novidades a partir deles. Para isso os “marketereiros” criam variações, novos rótulos, novas formas de apresentá-lo, mas o produto permanece o mesmo, como a coca-cola por exemplo. Então profissionalmente somos essa mistura de inovação e tradição. Se encontrarmos um certo equilíbrio seremos tão queridos quanto…rss

Confesso que fiquei um tanto triste pelos erros cometidos em início de carreira. Um pouco pesaroso por não ter o currículo bonito dos meus colegas que optaram pela via formal do estágio vale/aracruz/bancos. Penso que meus argumentos em futuras entrevistas serão muito diferentes para que me contratem. Na verdade é uma hipótese porque se tiver um pouco de dinheiro no futuro, não vejo outra opção além de montar a própria empresa. Mas a hipótese surge em função da necessidade. Não posso me dar ao luxo de escolher muito, tenho que lançar mão da oportunidade que me for dada;

todos nós temos sonhos para nos impulsionar mas é a realidade que nos governa.

Mas a mensagem dessa postagem é que errar em início de carreira é um privilégio que todos possuem, triste é chegar ao final dela e não possuir nenhuma história de superação.

É isso aí gente, HajaLuz em fase introspectiva e filosófica…

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