Começa uma nova fase em nossos projetos

6 de março de 2008 às 6:33

O HajaLuz se consolidou entre meus websites. Mas ele já foi um subdomínio do webluz. O BlogMestre também já foi um subdomínio do webluz e é outro projeto que anda com as próprias pernas, só para vocês terem uma ideía vou colocar aqui os domínios que administro atualmente:

Projetos próprios

HajaLuz: É este site que você lê, para saber mais sobre o HajaLuz leia essa página.

WebLuz: É meu portal de consultoria, e é também o domínio que testo as minhas maluquices como subdomínio antes de lançar como domínio

BlogMestre: É o sonho que se torna realidade. É movido pela paixão de professores que desejam uma abordagem diferente sobre a relação entre educação e tecnologia. Entenda melhor o projeto através desse link.

WorkConsultoria: É o site que eu fiz com Gislene. Na verdade é dela. Mas somos tão unidos que também posso dizer que é meu. Espero que ela tenha mais tempo de melhorar aquele espaço. Ela não está muito interessada em escrever diariamente. Já tentei colocar um blog lá para ela. Mas em breve acredito que terá muitas novidades por lá.

GanheFácil: É outro protótipo que iremos lançar assim que tivermos nosso escritório e grana para sortear brindes e coisas desse tipo; vai ser muito legal.

Clientes: Possuo atualmente 4 domínios sob minha tutela. Não irei divulgá-los para manter a privacidade ok?

Novo foco

No auge da minha aproximação com os blogueiros fiquei apaixonado pela velocidade das informações, e também pelas possibilidades que o wordpress lançava sobre as buscas. Cheguei a fazer um blog Hype que irei apagar nos próximos dias. Lancei o Blogaria e acreditem, ele foi o projeto que mais me deu audiência até hoje.

Mas pelo nível do conteúdo você logo percebe que não tem nada a ver comigo. Então foi uma experimentação que gostei muito de fazer. Mas os temas são muito desgastantes, não gosto daquele tipo de abordagem, tão ousada.

Talvez se alguém me pagasse eu faria um trabalho desse tipo mas realmente não desejo colocar meu nome diretamente vinculado a um site hype. Fora que ao falar de foco estou inclinado a melhorar o BlogMestre, que é realmente o trabalho do meu coração. Além do mais quero tirar o BlogMestre da internet e deslanchar uns projetos off line com ele. Quero reunir esses professores que colocam conteúdo alí e desejo montar núcleos com eles por todo o Brasil, vamos ver se essa idéia amadurece nos próximos meses.

Só de retornar aos projetos, falar sobre eles e enfim começar a trabalhar novamente neles, é um imenso avanço para mim.

Torçam comigo!!! nos próximos dias estarei de mudança para tentar uma conexão melhor e começar esse novo ciclo de trabalho. que espero. seja muito frutífero.

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Erros no início da carreira

2 de março de 2008 às 5:55

Algumas escolhas equivocadas são positivas.

Uma aluna questionava à professora suas condições de estágio em uma ONG. Essa colega viveu fatos semelhantes aos que eu vivi quando trabalhei em uma organização desse tipo: Desvios de verba, falta de interesse dos assistidos pela ONG, politicagem e coisas parecidas. A professora esclareceu que não devemos  sonhar com a organização perfeita. Um sistema perfeito só existe conceitualmente. Na prática as organizações têm suas mazelas, e é por isso que existe o gestor. Caso contrário qualquer leigo poderia administrar, não é verdade?

Quem convive com a gestão sabe do valor do seu trabalho, é evidente que o senso comum tenta desmoralizar o empenho de um gestor. Principalmente entre os “práticos” é comum um certo ódia à gestores. Para eles, o gestor poda o seu poder, ao racionalizar e planejar suas tarefas. É por isso que um erro comum de um administrador em início de carreira é cobrar barato por seus serviços, ou se oferecer além do que é acertado em contrato. Isso denota amadorismo e falta de comprometimento com sua própria formação.

Eu cheguei a essa conclusão ao revirar hoje várias caixas de conteúdo estudados desde o seminário até hoje na faculdade. São cerca de quatro caixas daquelas de natura. Essas caixas abrigam centenas de apostilas e livros que simulam com muita propriedade o cotidiano de um gestor. Fiquei impressionado ao ler alguns papéis, que ao contrário do que muitos imaginam, é um conteúdo muito útil nos momentos de solidão na tomada de decisões.

Com relação ao HajaLuz percebo que achei o fio da meada. A objetividade que é tão necessária a um veículo de mídia. E o bom dessa objetividade é que ela é bem original. Um blog é fascinante. Eu relutei muito em conceber blog como diário. Parece adolescente. Mas é verdade. Um blog é adolescente e isso não é pejorativo no contexto que vou explanar agora. Adolescência é fase de indefinição. Um diário de bordo, não é uma fase de indefinição na vida de um comandante? Até anotações científicas como as de Darwin, não representam uma carreira; um estudo em progressão? Não seria um amontoado de suposições, contradições, erros e apenas alguns raros acertos?

Então você pode começar a escrever sobre uma série de temas - o jargão “tecnologia” costuma ser o preferido - mas terá que encontrar uma identidade para obter êxito. Caso contrário caíra em uma vala comum. Isso não serve só para blog’s mas para toda uma carreira profissional.

Não sei quantos estudantes de administração colocam seu cotidiano na internet. Mas e sua influência nas organizações que atua? Aliás você influencia de alguma forma a organização em que atua? Penso que as empresas necessitam de pessoas que desejam agregar valor à seus serviços/produtos.

Agora, faço o que sou bom. Junto os primeiros parágrafos com o último e afirmo que colocar experiências, e por que não “incipiências” na internet e compartilhar isso com milhares de pessoas, cria um valor imenso àquele acervo que tenho guardado em minhas caixas. Acredito que essa é uma nova forma de maximizar conhecimento. Esse é o fio da meada: compartilhar meu cotidiano com vocês, enriquece a minha carreira e a de quem me lê; sem falsa modéstia..rss

Algo bacana nos últimos dias é o amadurecimento e a tomada de confiança para subir degraus mais elevados. Estou nos últimos períodos do meu curso. Principalmente quando tranquei esse último período, passei em um outro teste que a faculdade não oferece, mas dá o embasamento para suportar: É o teste da rua.

Convivi com gente de todo tipo durante os últimos anos. Trabalhei em organizações de tantas estruturas diferentes. Com tantos arranjos e composições distintas. Uma loucura. Foram dois escritórios de contabilidade, uma pequena empresa de alarmes, depois os correios, nesse meio tempo fui líder religioso, estágio no governo, bolsa de pesquisa acadêmica, muitas consultorias, duas ONGS imensas, e agora???

Primeiro passo é o despojamento. Percebi em algumas entrevistas que para uma nova organização não adianta arrotar: “como sou experiente, vocês precisam de mim”. Não, muito pelo contrário. Alguém muito convencido da sua experiência, é uma trava na organização. A experiência é para ser guardada em caixas. E a atitude que retiramos delas é que deve utilizada.

Cada organização é única como as pessoas; existem semelhanças mas existe a identidade que se sobrepõe.

Eu penso em uma comparação simples. Adquirimos os mesmos produtos no supermercado, mas sempre queremos novidades a partir deles. Para isso os “marketereiros” criam variações, novos rótulos, novas formas de apresentá-lo, mas o produto permanece o mesmo, como a coca-cola por exemplo. Então profissionalmente somos essa mistura de inovação e tradição. Se encontrarmos um certo equilíbrio seremos tão queridos quanto…rss

Confesso que fiquei um tanto triste pelos erros cometidos em início de carreira. Um pouco pesaroso por não ter o currículo bonito dos meus colegas que optaram pela via formal do estágio vale/aracruz/bancos. Penso que meus argumentos em futuras entrevistas serão muito diferentes para que me contratem. Na verdade é uma hipótese porque se tiver um pouco de dinheiro no futuro, não vejo outra opção além de montar a própria empresa. Mas a hipótese surge em função da necessidade. Não posso me dar ao luxo de escolher muito, tenho que lançar mão da oportunidade que me for dada;

todos nós temos sonhos para nos impulsionar mas é a realidade que nos governa.

Mas a mensagem dessa postagem é que errar em início de carreira é um privilégio que todos possuem, triste é chegar ao final dela e não possuir nenhuma história de superação.

É isso aí gente, HajaLuz em fase introspectiva e filosófica…

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Livros grátis e ebooks ensinam como escrever bem na internet

30 de outubro de 2007 às 7:17

Se você deseja tornar-se um bom redator/editor de web deve aprender com as pessoas que fazem web.

Tenho uma boa notícia para você. Os maiores webwriters (o que é um webwriter?) do Brasil disponibilizam seus trabalhos em e-books (o que é um ebook?):

Veja algumas iniciativas interessantes:

1) Paula Lee escritora brasileira que lançou recentemente o livro: Alugo o Meu Corpo - fiz a resenha desse livro aqui - que possui um dos blogs mais lidos na internet.

Em sua página de download’s, ela disponibiliza gratuitamente dois títulos. São postagens/contos que ela dissertou em sua página.

2) Biajoni e o Sexo Ana Uma Novela Marrom. Não é nada disso que você está pensando, a temática do sexo escancarado dá lugar a um estilo de escrita do Biajoni que é próprio dos blogueiros. Uma velocidade incrível entre os quadros, uma dinâmica narrativa das mais agradáveis, que prende do início ao fim. Vale a pena baixar e é grátis…

3) Outro que faz um ótimo trabalho em parceria com o Biajoni é o Alex Castro. Os livros de Alex e Biajoni podem ser encontrados nessa editora experimental: Os Viralata.

4) Um portal destinado ao compartilhamento de livros online é Detonando. Acesse o fórum e participe! Lá você encontrará muita gente bacana. Pessoas hávidas por informação. Eles estão promovendo a “democratização da leitura” através da distribuição livre de várias obras.

Você que não é do meio deve achar muito estranho as temáticas sugeridas. Deve achar até que eu sou um pervertido e que as pessoas acima também o são. Sabe que ocorre justamente o oposto. Com excessão do Alex Castro, todos nós somos normais.

Brincadeiras à parte. A questão central é que os editores mencionados abordam os assuntos que mais interessam as pessoas. E por acaso sexo é um deles. Está na hora de você se dar conta que a repressão que os seres humanos sofrem com relação a esse assunto assunto, estimula muito, a sua procura em um espaço tão “livre” como a internet.

Muito se questiona com relação às consequências dessa suposta liberdade. Até porque qualquer criança hoje tem acesso as mesmas informações que eu e você. Eu vejo isso não como um desafio social, mas um desafio familiar. Os pais devem repensar a educação que oferece aos filhos. E antes de solicitar que os governantes controlem a internet, devem avaliar se o melhor controle não é aquele que pode ser exercido dentro de casa.

É evidente que se você deseja escrever na internet e ganhar audiência deve trabalhar nos assuntos que a audiência procura. Não se iluda a palavra “sexo” sempre foi a mais procurada em qualquer sistema de busca. E afinal de contas, sexo não é tão ruim assim, não é?

Mas enfim, mesmo que o assunto que você deseja explorar não tenha muita relação com o tema “sexualidade”, é possível encontrar um link nas leituras mencionadas com temas externos. Alias na minha visão tão crítica fui capaz de interpretar que o livro de Biajoni quase não fala de sexo. Como assim? Não estou falando do plano objetivo, mas subjetivo. Biajoni tratou muito das questões que relacionam poder entre classes profissionais. Principalmente eu que sou por essência um profissional de administração. E no livro encontramos um profissional que administra o setor de pessoal de uma empresa, mas não é incapaz de adminsitrar sua própria família. Enfim, são inúmeras as metáforas, e incontáveis os aprendizados dessas obras.

O debate está aberto, utilize os comentários para colocar suas idéias, vamos interagir!!!

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Como escrever um texto bacana na internet

29 de outubro de 2007 às 6:51

A prática mais sadia de quem escreve na internet e deseja manter sua audiência cativa é não cansar quem o lê.

Sempre que abro minhas mais de 300 inscrições de RSS, que são organizadas para serem lidas 3 vezes ao dia, com uma sessão de no máximo 1 hora em cada - no futuro posso explicar melhor como consigo essa proeza. Pois bem, sembre que abro essas inscrições me pergunto em cada post o que faria uma pessoa dedicar alguns segundos do seu dia a ler uma postagem parecida com aquela, a minha quem sabe?

A fluência na linguagem ajuda. Mas o que é fluência? A metáfora é linda! Fluência é escrever seu texto como se ele fosse um rio que flui; que não dificulta a passagem dos olhos de seus leitores pelo texto; que os faça percorrer com avidez cada letra.

Hoje estou poético, não?

Postagens longas ou curtas? Não há uma regra definida isso depende muito do público (nicho). É regra geral dois paragráfos, concisão é tudo. No entanto, assim como o led zepplin fez aquelas músicas enormes e foi sucesso, existe a possibilidade de você conseguir a mesma façanha. Veja o autor do dinherama, por exemplo. Suas postagens desafiam a regra dos dois paragráfos. Porém, você possui a mesma bagagem que o cara? (Mesmo assim acabei de dar uma olhada na página principal dele, e as postagens estão bem enxutas.)

Outro erro muito comum é quando se utiliza um blog e o cara é travadão. O que é isso? Travadão!

Algumas pessoas esquecem que blog é blog, jornal é jornal, artigo científico é artigo…

Então é isso. Se você irá escrever textos que ultrapassam dez paragráfos, ele já se transformou em outra coisa diferente, quem sabe não é um tratado revolucionário? melhor subí-lo em um .pdf. Faça um resumo do que escreveu e disponibilize o .pdf para os malucos seus leitores apreciarem sem moderação.

Multiplos assuntos em uma mesma postagem.

É um erro crasso. Existem pessoas que são tão dispersas que inserem um título e nem sequer tocam no assunto. Ou começam com um assunto no primeiro paragráfo e já passam para outro totalmente contrário no próximo. Há quem negue sua própria afirmação em segundos. Reler o que se escreve é sempre bom! Eu geralmente tiro 30% de um texto após reler. A questão na internet é tempo. O leitor não fica mais de um minuto em sua página, não engane a si mesmo. A concorrência é boa, e é melhor indicá-la do que tentar tirar o leitor dela; poxa sobre isso temos muito a falar, não?

Hoje acordei inspirado.

Ahh!! Não siga essas regrinhas à risca. Eu mesmo já quebrei as minhas fiz mais de dois paragráfos.

Putz, depois do PR4 (o que é PR?) estou me achando, agora até dicas de como escrever bem na internet estou a passar.

O sucesso cansa!!! E HajaLuz

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Especializado em Generalidades

5 de abril de 2007 às 11:02

Essa é uma daquelas postagens que nasceu com a intenção de ser uma notinha e vai se tornar um texto grande. O texto seguinte é útil para pessoas que estão na dúvida entre estabelecer uma objetividade ou não naquilo que escrevem.

A Bronca

Na verdade o título é a descrição de um blog muito bacana . Há um tempo juntei material para refutar essa idéia, essa falta de objetividade. Mas sabe que aos poucos tenho incorporado esse novo contexto de comunicação.

Eu realmente não suporto o formato Faustão. Que procura preencher um espaço de tempo com aquilo que eventualmente é mais sucetível de audiência.

Os blogueiros que mais fazem sucesso quantitativo são visíveis adeptos dessa prática mesmo que não admitam. Ou seja, ler o Technoratti para depois tentar montar vários posts com as palavras chaves não é sinal de uma nova engenharia (SEO) é apenas a continuação de uma prática amplamente utilizada por jornais, revistas, TV e rádio.

Digamos que alguns seriam o “É o Tchan” da internet. Com direito a boquinha da garrafa e tudo.

A adaptação

Mas o que vem acontecendo comigo mesmo. Iniciei um blog para falar de assuntos das minhas pesquisas acadêmicas. Algo que seriam extremamente segmentado. E aos poucos fui assinando feeds em RSS (Hoje passam de 200). A cada momento leio uma postagem mais interessante que a outra. Sinto-me extremamente impelido a falar de algumas coisas que leio. Então de certa forma quando mergulhamos nesse mundo, perdemos a noção de diferenciação, e tendemos a procurar obter os mesmos ganhos dos outros, seja no que tange à parte financeira, comentários, audiências. Quem não ficou com uma invejazinha do Cardoso e seu cheque do Google, que atire a primeira pedra. Uma coisa que nunca imaginei mesmo seria tratar desses assuntos por aqui.

A confissão

Como tenho tentado a via acadêmica, vivo em uma busca constante pela diferenciação nos temas e conteúdos. Tenho tentado mesmo manter um nível mais crítico. Mas a verdade é que a internet é uma grande armadilha para quem escrevre. Veja o que mencionei nesse post, o que era para ser uma nota extendeu-se. E o que era para ser uma crítica transformou-se em uma confissão de que estou indo pelo mesmo caminho que antes desaprovava. Mas sem dúvida, acredito que a diferenciação é um fator decisivo para o êxito de qualquer negócio, mesmo na internet. E digo mais, quando o contexto é altamente padronizado, como é o caso do orkut, aquele que entra no sistema e consegue estabelecer uma diferenciação irá sem dúvida angariar bons resultados.

Um detalhe por exemplo quenão estou disposto a abrir mão é a discussão aprofundada de temas, abordando suas peculiaridades como um todo, para muitos isso representa o fracasso de um blog. Dentro desse raciocínio os Blogs deveriam ter notinhas para que as pessoas tivessem mais interesse em ler. Seria algo como ao invés de derramar o remédio guela abaixo, ir dando pequenas doses para que sem sentir a pessoa tomasse tudo - existe uma outra metafora mais clara mas deixa prá lá..rss

Infelizmente uma opção tenho que fazer, nesse projeto não dá para escrever para um público que deseja se distrair. Não dá para eu escrever para quem é semi-analfabeto. Então penso da seguinte forma, se for para estabelecer esse tipo de comunicação, é preferível abrir outro projeto, outro blog abardando outros assuntos? Porque não? Por mais que você escreva sobre física; porque não pode empreender um projeto sobre sexo por exemplo. Em um você supre suas necessidades intelectuais e no outro você supre, outras necessidades..rss Mas o que fica meio complicado é abordar os dois assuntos no mesmo blog; acredito que o público não iria encaixar muito a idéia..rss

E por falar nisso essa postagem era para falar da minha aula de RH ontem… putz… não vou começar agora… abrirei outra postagem daqui a pouco…

Edit: Bruno Alves escreveu um artigo muito bacana sobre o tema, e conta várias experiências nessa área.

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