Parceria entre HajaLuz e Polimídia

4 de novembro de 2008 às 10:43

Estou muito feliz com um parceiro que chegou em nossa equipe é o Ezequiel Vieira do Polimídia.

Nesse momento realizamos um serviço para uma empresa do ramo farmacêutico em Vitória. Ele é récem-formado em jornalismo e tem muita afinidade com a linguagem de internet. Logo, Ezequiel trabalha com conteúdo.

Recentemente ele elaborou um ótimo trabalho sobre a comunicação da Vale do Rio Doce, vale a pena conferir.

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Quem tudo quer nada tem - Por que os gananciosos não crescem profissionalmente?

28 de julho de 2008 às 20:54

A mulher chorava copiosamente no fundo da igreja. E eu no meio disso. Como tal disputa poderia se dar naquele lugar?

Os grupos lutavam pelas tarefas executadas para agradar a Deus. E cada tarefa deveria ser mais graciosa do que a outra para mostrar o quanto cada um era devoto em sua fé.

Essa disputa sempre vem escondida por um argumento racional. Um argumento daqueles que mostram a ineficiência do outro grupo. E com esse argumento vem uma estratégia forte: Despersonalizar a crítica. Dizer que não é a pessoa, mas o perfil. Não é a intenção. A intenção na verdade é boa, mas o líder está no lugar errado. Talvez deveria ir para outra função, talvez seu lugar não seja alí.

E a mulher chorava muito e não se conteve:

- Porque vocês fazem isso?

Enfim, não haveria como continuar a discussão, o choro daquela mulher era constrangedor para todos nós.

- Porque vocês simplesmente não adoram a Deus e esquecem de fazer o melhor por ele. Somente por adorá-lo vocês já fariam o melhor.

Talvez para você que nunca entrou em uma igreja evangélica e essas palavras não fazemm o menor sentido. Mas para quem está habituado a mega estrutura que se monta sob o pretexto de adorar a Deus, saberá a exatidão desse choro.

Minha fase de igreja já se foi a muito tempo, mas hoje lembrei-me desse acontecimento.

Em qual a empresa não ocorre uma disputa de poder semelhante. Qual a organização que não é dividida por essas disputas?

O gestor ama seu negócio, ele coloca o coração no negócio e ele prospera. Mas com o tempo sua fórmula é constante demais para um grupo. O gestor se apega tanto àquela estrutura que não consegue mais enxergar novos horizontes para a equipe. Então surgem os inovadores, surgem pessoas com idéias brilhantes que desejam uma organização diferente.

O gestor não abre mão do seu ideal. Mudar a rotina da organização é como deixar a filha sair de casa sem hora para voltar. O pior: a filha não diz para onde vai, e nem com quem vai. Ele diz que quer mudar, que quer ouvir os subordinados, mas é só fingimento, ele não quer mudar de jeito nenhum. Ele finge que ao ouvir está com vontade de mudar, mas no fundo só quer adiar o máximo de tempo uma mudança eminente.

A mulher chorosa está alheia ao que envolve a todos na organização. Ela comprou a idéia original da organização, mas todos já esqueceram dessa idéia. A mulher que chora não tem só ideal, ela tem o coração nele. Enquanto isso, grupos se dividem entre a mudança e a resistência.

As vezes, o prevalecer de um grupo significa a própria sobrevivência. Mas para obter essa mesma sobrevivência a ajuda do grupo rival é imprescindível, e o gestor está na popular sinuca de bico.

O xadrez está aí: Um grupo quer tradição, outro quer renovação e o outro chora diante da disputa.

E eu pensei que nunca mais ouviria esse choro novamente…

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Quando um líder perde o senso: O caso Scolari

13 de setembro de 2007 às 10:50

A quase agressão de Felipe Scolari ganhou rapidamente os jornais portugueses. A mídia está fazendo sua parte em aumentar e exagerar os fatos, e os descontes portugueses, que parecem não gostar de ir além das oitavas em copa do mundo, querem Scolari fora.

Scolari não deveria ter feito a ameaça de agressão, principalmente na europa, continente de gente bacana, educada, que não agride ninguém. Acho que generalizei um pouco; afinal ressentimento para quê? Deve ser o espírito dos meus bisavós índios baixando por aqui..rss

Detalhe: Observe o Deco como fica assustado com a atitude inesperada..rss

Veja o vídeo e conclua por si mesmo:

Link para o pessoal do RSS:http://videos.sapo.pt/HLpvGtH0YqlgpcuEzQkvFALANDO SÉRIO

O ex-guru palestrante Bernardinho (2). É um daqueles que personifica a fórmula do sucesso e consegue a partir da sua experiência pessoal convencer empresários e demais pagantes que é só colocar em prática alguns truques mágicos que tudo dá certo!!!

Bom gente! Todas as pessoas que trabalham sério com gestão sabem que a coisa não é bem assim. E sabem também que para alcançar o sucesso, é necessário passar por momentos de infelicidade, de solidão, descrença dos amigos e da própria família. Enfim ser líder é muito mais do que estar na hora certa e no momento certo em algum lugar.

O próprio palestrante citado, que por acaso é técnico da seleção de Voley que mais obteve títulos em nosso país. Recebeu atenção exagerada da mídia e do “comércio de palestras”. Talvez o maior desafio para um gestor é saber como lidar com o meio externo que hora enaltece e hora deprecia nossos talentos. É necessário conhecer a si mesmo, e reconhecer o esforço das pessoas que compõem o sucesso de um trabalho…

Quem sabe o homem mais bem sucedido não é aquele que além de ficar próspero consegue prosperar tudo o que toca em sua volta…

Achei a atitude de Felipão uma das mais apaixonadas pela equipe… é feio brigar em um campo de futebol europeu? é! Mas o cara está a defender um país que nem é dele… sua atitude foi uma das maiores demonstrações do que é vestir a camisa de uma organização…

E olha que o time nem estava perdendo..rss

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