Ainda não tive filhos, mas a sensação é essa.

19 de março de 2008 às 20:14

Dois acontecimentos marcaram meu dia hoje. Primeiro foi a definição sobre minha nova residência. Agora ficarei distante da Ufes cerca de uns três quilômetros, que serão facilmente superados por meio de uma bicicleta velha que vou reformar.

Essa mudança me traz muitas responsabilidades, pois sempre morei com parentes por perto e francamente, sinto-me um pouco inseguro, mas horas Gislene já me deu uns puxões de orelha e diante da minha cara de preocupado sorriu muito! sádica!! A sensação é que tenho que dobrar meus rendimentos, e talvez triplicar quem sabe??

E por falar em Gislene, tenho que agradecer muuuuuito pela sua força, e pelo seu apoio nesse momento tão difícil, o que seria de mim sem a minha professora?

O segundo acontecimento foi uma entrevista para dar aulas de Administração em uma instituição bem tradicional aqui de Vitória/ES. As aulas são dirigidas à adolescentes que estão se inserindo no mercado de trabalho. Bom, se você lê o HajaLuz então acompanha essa saga. Esse meu lado professor e bem sabe os ônus e os bônus dessa lida.

Talvez pela minha falta de ansiedade fui beneficiado na entrevista. Ainda faltam algumas etapas e se der tudo certo vamos passar algumas experiências mais bacanas sobre a garotada por aqui.

Obrigado a todos que me deram dicas sobre novas moradas, ou que me indicaram/indicam serviços de Web.

Acredito que esse ano teremos muitas vitórias pela frente!!!

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Resoluções 2008: Expandir é preciso!

25 de janeiro de 2008 às 0:18

Ampliar o leque de relacionamento. Maximizar possibilidades. Otimizar minha rede de contatos. Preciso, preciso, e preciso urgente.

Bom… a sensação de isolamento me cerca de quando em vez. É coisa da personalidade mesmo. Desde que tranquei a faculdade perdi o fio da meada. O trancamento se deu pela falta de grana. Mas convenhamos, faltava mesmo é motivação para estudar. Não vi no curso a pragmática desejada. Explico. Não vi nos professores e nos conteúdos apresentados exemplos a seguir. Não vi mesmo.

Mergulhei de cabeça na profissão, sem o canudo. Mas nesse caso a coisa fica tabajara. Não pela qualidade do serviço prestado, mas pelo fato de me acuar para fixar honorários. As vezes nós nos desvalorizamos, e cobramos pouco por medo de não conseguir determinado serviço.

Essa postagem é mais um puxão de orelha em mim mesmo. Preciso escrever mais por aqui, preciso de produzir textos bacanas. Vejo muitos sites interessantes sobre carreira, freelancer e dicas sobre como fazer um curriculum, como criar um portfólio. Mas acho que falta algo mais informal. Geralmente esses sites engessam o conteúdo. Mais pelo tom do mundo corporativo, que infelizmente, as pessoas que não entendem nada de carreira imprimem na atividade. Eu me refiro não somente aos candidatos. Mas os recrutadores e gestores de RH em geral são muito fracos. É difícil achar um cara bom daquele tipo que deseja lapidar uma pedra. Não há caça talentos nesse meio, ou há poucos. O que há em excesso são carimbadores malucos!!! rss…

O que é um carimbador malucos? Pô é aquele funcionário de aeroporto que vê uma fila enorme na frente. No início o cara até que deseja cumprir uma norma e investigar um poucos sobre a origem e perfil do viajante, mas como a fila é grande surge uma pressão enorme de todos os lados, e aí o cara torna-se um mero atestador, e sua assinatura passa a virar mera formalidade.

Bem vindo ao mundo corporativo..rss

Preciso também deixar de lado o excesso de ironia, que me faz ganhar mais inimigos do que o Bush. Sim eu tenho mais inimigos do que o Bush. Gislene não gosta de jogar xadrez comigo, ela diz que eu dou um sorriso infeliz quando ganho. Sorriso infeliz? É chato de mais possuir um sorrigo que mata as pessoas de raiva. Isso quando não sai uma gargalhada.

Junto o último e o penúltimo paragráfo e lanço uma piada: O entrevistador faz aquela pergunta clássica: Qual é o seu pior defeito? Eu viro e falo: Possuo um sorriso infeliz!

Seria um sonho dar uma resposta dessa em uma entrevista. O duro é amargar mais um dia com o estômago vazio….

E HajaLuz…

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O que é Arquitetura da Informação?

2 de dezembro de 2007 às 13:46

Engraçado é um aspirante pela Arquitetura da Informação nomear o utilizador do nosso serviço como usuário. E o pior é que ele fala mais de dez vezes. Talvez ele conviva muito com técnicos de informática.

Há muito o que amadurecer sobre o tema. Apesar da entrevista ser bem senso comum, é um começo.

Ele quis dizer Arquivologia (biblioteconomia não), em algumas faculdades a Arquivologia chama-se Ciência da Informação. Se em uma faculdade dessas houver um diretor de departamento ligado às novas tendências, essa é a melhor área profissional que alguém pode almejar estudar.

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Via Usabilidoido

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Empreendedorismo Social

8 de setembro de 2007 às 17:22

Já havia me referido a uma entrevista que fiz a alguns dias. Bom gente, vou evitar o máximo colocar dados sobre o nome da organização ou coisa parecida, porque é uma espécie de ética que quero trazer para o meu trabalho de não expor as organizações que atuo aqui no HajaLuz. Até porque é uma forma de ter mais liberdade para falar sobre elas, oferecer exemplos do que pode ser melhorado sem expor ou lançar opiniões precipitadas.

A questão é que essa organização faz um trabalho muito relevante no terceiro setor do país. Contatou-me através de uma consultoria e eu fui selecionado para trabalhar com oitenta jovens de uma comunidade na região central de Vitória Espírito Santo. Esse trabalho será o exercício do quem sido chamado Empreendedorismo Social.

Não existe outra proposta que seria mais adequada ao meu perfil. Vou inclusive trancar minha faculdade de administração, pois apesar de estar no sétimo período, não vejo motivos para continuar uma vez que o curso é muito defasado. É lógico que pretendo voltar ano que vem. E de certa forma quero continuar ligado ao nosso grupo de pesquisa. Quero sempre colaborar, e em Novembro também irei apresentar a pesquisa sobre Subjetividades em Tecnologia, que foi orientada pela minha professora Teresa Carneiro. Mas tenho que desabafar, é muito frustrante eles não darem a mínima para o que venho fazendo através do meu trabalho na internet.

Enfim gente… mais um recomeço… é mais um desafio… já estou a respirar novos ares… será uma oportunidade de repensar os rumos… e voltar depois para minhas consultorias com ar renovado…

Por esses dias a comunicação por e-mail tem sido muito difícil, mudamos de escritório e estamos aos poucos nos adaptando ao novo ambiente de trabalho…

O BlogMestre está em um ritmo muito bom… quem me conhece sabe como gosto de primar pela qualidade… aquele trabalho realmente possui um referencial… estou muito orgulhoso da presença do Norberto entre nós… realmente é uma premiação por tanto esforço…

Obrigado a todos que nos apoiam nessa caminhada…

É muita Luz sendo oferecida ao mundo…

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Dicas para uma boa entrevista de trabalho II

4 de setembro de 2007 às 9:09

Oi gente… tudo bacana?

Bom, na primeira postagem sobre Dicas Para uma Boa Entrevista de Trabalho I, fiz uma aborda bem sincera. Gostaria de agradecer pelos votos obtidos lá no Via6. Achei bacana o sistema, tomara que agora, eu tenha mais up por lá..rss

Um breve resuminho sobre o que eu já postei>>

Diante de qualquer situação nova, o melhor mesmo é admitir o nervosismo; sem perder o controle, é claro. Eu garanto é melhor do que disfarçar. Disfarçar é ridículo. E na ânsia de fingir calma as pessoas pagam grandes micos: Dão risadas sem nexo, balançam a cabeça sem parar, concordam com frases absurdas. Enfim gente, naturalidade é o que o ser humano mais precisa na hora “H”. Talvez, por isso mesmo, a franqueza se constitui sua maior aliada frente ao nervosismo, mentir é fria!! Principalmente diante dos quesitos que serão levantados sem dúvida sobre a sua personalidade: Comunicação, Idade, Facilidade de Relacionamento, Envolvimento com Causas Sociais e Ambientais.

Bom tudo isso já foi falado. Mas ainda gostaria de deixar a questão da franqueza em aberto. Vou levantar mais alguns sub-tópicos que colocarão em evidência a sua personalidade:

Domínio das Tarefas: Eis um grande dilema! Afirmo categoricamente que não aprendi na escola as tarefas que desempenho profissionalmente. Por mais que estudemos, me parece infrutífero o esforço das academias em simular na totalidade o ambiente organizacional, as mais honestas, como é o caso da minha querida Ufes, até admitem que esse não é o seu objetivo.

A pergunta que todos gostamos de fazer em relação a isso é: Porque cargas d’agua um acadêmico deixaria de atuar no mercado para escrever anos a fio sobre temas que ele é bom o suficiente para ficar rico? Porque renunciaria a vivência do ambiente profissional e sua pragmática em prol do saber científico? Essas perguntas são um desafio para os nossos cientistas. Mas, mesmo assim, você dispensaria os títulos e a bagagem acadêmica que possui?

Para sair dessa aparente sinuca de bico, é interessante encontrar um ponto de equilíbrio entre teoria e prática, eu diria que um profissional que consegue estar mais próximo do equilíbrio é o ideal para atuar em cargos relevantes em uma organização.

Como esse dilema ocorre dentro de uma organização? Explico: Mesmo em cargos estratégicos (cargos em que as decisões influenciam em médio e longo prazo), existe a necessidade de objetividade. Até o exercício do planejamento deve (ou pelo menos deveria) exigir métodos e critérios objetivos, ou seja, as decisões devem possuir um porquê, devem possuir consistência em termos de provas. Nesse caso a intuição, o tal “feeling” deve permanecer em segundo plano, é evidente, se você possui milhares de reais em jogo como vai colocar esse montante ao gosto de uma intuição?

Eu sei que você viu em alguma palestra um guru dizendo que temos que ter fé… pensar positivo… e tal… mas olha no mundo real as coisas são um pouco diferentes. Existem concorrentes que aproveitam de qualquer deslize, existem clientes que são cruéis, que trocarão de preferência, mesmo que você faça tudo por ele… então nesse caso até o tudo é pouco…

Pois bem, acredito que deixei claro o porquê de um empresário precisar de um corpo de pessoas que funcione. Alguns gestores nem gostam da palavra: Recursos Humanos, mas na pragmática do mercado, as pessoas devem executar tarefas… a faculdade odeia o taylorismo e sonha com um mundo diferente… mas o mercado é essencialmente taylorista. É por isso que por mais estrategista que você imagine ser, e por mais títulos que possua, e por mais subjetivo seja o seu olhar, isso tudo só será útil para empresa que está tentando ingressar se o seu conhecimento pode ser empregado em alguma função pré-determinada por uma lógica funcionalista.

Um bom exemplo sobre isso é uma pesquisa que saiu pelo Comitê Gestor da Internet (Quadro Parcial), que foi comentada nessa matéria (Deu Pau no TI),

Organização do Tempo: Além da sua aptidão para executar tarefas, o entrevistador também estará preocupado em como você organiza o seu próprio tempo. Nesse caso, a própria localização da sua moradia pode ser decisiva. Entra nesse aspecto, seus compromissos religiosos… como é o seu lazer. As mulheres, principalmente, devem estar atentas ao momento de vida, se acabaram de casar por exemplo, se pretendem ter filhos ou não, enfim, as transformações que afetam o cotidiano a curto, médio e longo prazo, serão colocadas em evidência. Será avaliado como você conciliar diferentes “camadas existenciais”. Como é o “Homo Social” que seria um extremo em relação às organizações que valorizam o mero executor de tarafas: seria a organização que considera o seu funcionário em toda a sua totalidade de relacionamentos: o pai de família, o líder comunitário, o vestibulando…

Esse é um outro aspecto que lhe deve preocupar. Quais são as prioridades atuais na sua vida? Em quantas organizações atua? Será que é possível reservar mais tempo para outras atividades, além das que já exerce atualmente? A interdependência entre organizações (família, faculdade, igreja, grupo de amigos, empresa) é bem vinda, e é uma realidade possível graças ao emprego de tecnologia e transportes, mas toda a estrutura que circunda o “Homo Social” pode tanto ajudar como atrapalhar, depende de como você se relaciona com ela.

Alias, surge uma dicotomia que deve ser muito considerada quando você é submetido a uma entrevista. Algumas organizações darão ênfase mais exagerada ao poder de execução de tarefas, enquanto outras irão considerar mais importante a sua capacidade de assimilação de novas funções e o seu dinamismo para se adaptar em novos setores, departamentos…

Gente foi muito bacana abordar o tema, espero que essas duas postagens sejam úteis para vocês…

Abraços e muita Luz no caminho de vocês…

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