O gerundismo não ficará desempregado por muito tempo

3 de outubro de 2007 às 7:13

Político é triste né? Ou melhor: não é?

Lembrei do meu estágio no RH de um relevante Ministério do Governo Federal.

Ganhei uma ótima experiência por lá.

A maioria das pessoas imagina o serviço público como um bolsão de improdutividade. No meu setor não era assim. Logo no primeiro dia, o gestor que me contratou foi enfático na minha apresentação à superiora: Esse é o cara da Ufes que você pediu.

Ou seja, a minha superiora estava preocupada em trabalhar com alguém da melhor faculdade da região (como se isso fosse grande coisa além da marca).

Daí passaram os dias e eu percebi que o meu setor era o único que “vestia a camisa”. Alguns setores ao lado, por consequência, eram envolvidos nesse clima, mas quanto mais se distanciava do meu gabinete, mais a coisa desandava em termos de produtividade.

Mas, voltando ao gerúndio! - utilização do voltando proposital, ok?

Mas, volto ao gerúndio! - ficou melhor assim?

A matéria da G1 foi precisa! Pois ele, o gerúndio, não é a raiz da questão. Não é estranho um político desejar eliminar por decreto os males do serviço público. Muito pelo contrário, Arruda está emputecido por alguma questão pessoal e decidiu usar seu esgoto particular - o gabinete do governador - para expressar sua indignação.

Gostei mesmo foi dessa postagem do Mr Mansom, que ironiza até com exemplos pessoais, o quanto esses protestos públicos são hipócritas.

E o que o meu estágio tem a ver com isso?

Lá no RH, sempre quando chegava uma carta, ofício ou qualquer documento escrito por advogados, médicos e afins, os funcionários corriam a ler linha por linha. E quando encontravam algum defeito, as “coroas” atingiam orgasmos múltiplos e coletivos. Além disso o documento, rodava por todo o setor e o “doutor” era posto ao ridículo.

Outro fato bacana naquele estágio: Observei que até mesmo os juízes não eram supervalorizados com pronomes em cima de pronomes. E nessa briga de títulos e expressões gramaticais vi alguns exageros: algumas vezes as cartas iam endereçadas ao Srº Juiz.

Médico então… Não somente no tratamento verbal, mas vi alguns “doutores” passar horas de espera para conversar com nossa superiora - que assim como muito gestores públicos, na ficha funcional, é uma mera auxiliar.

Demitir o gerúndio é uma idiotice!

O combate ao gerundismo, considerado vício de linguagem, ocorre dentro do contexto atual, em que se pede objetividade na comunicação entre pessoas e organizações.

Talvez a atitude de Arruda, possua validade dentro desse contexto, entretanto, sua ficha corrida pede com a mesma atenção, outras dispensas mais úteis à sociedade - seria o caso dele fazer um decreto despedindo-se a si mesmo? Ele não é aquele senador que renúnciou para não ser cassado?

O que penso - para não escrever estava pensando - é que no mesmo distrito federal, o nosso querido gerundismo encontrará emprego rápido. Existe um outro palácio de governo, no qual pessoas de pouca afinidade com as regras gramaticais são muito bem-vindas.

Fora que lá pelos ministérios pode-se encontrar dezenas, e porque não dizer, centenas de “companheiros” fracassados e desesperados por um emprego através de decreto. Lá o nosso amigo gerundismo será acolhido. Senão por eficiência, que seja pelo menos por piedade, assim como se faz com tantos outros, sejam homens ou palavras, politicamente incorrigíveis.

Versos Íntimos
Augusto dos Anjos

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro da tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

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Não é só você que está frustrado com ONG’s

22 de setembro de 2007 às 9:35

Bom gente, essa é a segunda vez que eu mesclo o meu trabalho com ONG’s. Realmente é uma experiência que não desejo repetir.

Mas existe uma grande diferença na minha postura entre a primeira e a segunda vez. Na primeira coloquei a boca no trombone e denunciei aos quatro ventos. Muitos amigos me recriminaram dizendo: Pô! se você escolheu trabalhar com essa gente, o que estava esperando?!

E ainda tenho que tolerar as gozações do pessoal da universidade que ganha muito bem como Trainee, e me considera uma espécie de jesus cristo social.

Mas eu replico e digo que atuar em prol das pessoas com a mesma origem da minha, não se constitui altruísmo, mas é uma questão lógica. Se a sociedade se desenvolve coletivamente acredito que é melhor para todos. Existem muitos garotos nas favelas que são verdadeiros campeões. São muito mais competentes do que meus próprios amigos universitários que me gozam. O que lhes falta é treinamento e adaptação ao ambiente de negócios, os quais busco oferecer em meu curso de empreendedorismo.

Vale ressaltar que no meu caso, estabelecer um relacionamento estreito com pessoas vencedoras, é a grande chave de sucesso para mim. Isso é algo que as empresas desejam também. Então repito que não pratico altruísmo nem assistência social, mas invisto em pessoas que considero competentes e vencedoras, e posso citar vários exemplos de alunos nossos que ao lhes ser oferecida uma oportunidade se destacaram no mercado de trabalho.

Como dizia antes. Na primeira vez reclamei muito e tirei o sono de gente poderosa, tanto que fui ameaçado por quem não possui ao menos condição moral para andar de cabeça erguida, quanto mais conseguir me prejudicar de alguma forma. E dessa vez minha atitude será outra…

Irei enviar alguns email’s para os auditores do projeto. E para a Escelsa que é a financiadora, e que seguramente está investindo pesado nessa brincadeira. E o pior, quando mistura seu nome a esse tipo de organização, recebe um efeito contrário ao que deseja, pois os alunos chegam no início do curso com receio de - nos próprios dizeres deles - ser “feito de otário” como em tantos outros projetos sociais.

Nesses email’s irei narrar os acontecimentos que deveriam ser alvo de investigação por parte das autoridades constituídas, creio que é essa é a melhor forma de agir. Pois reservo-me na minha posição de mero instrutor e mostro minha confiança nas instituições que são legalmente constituídas para exercer o controle sobre os recursos empregados no projeto em questão.

Peço desculpas aos meus treinandos por ter colocado meu nome nessa empreitada. É como digo: Temos que manter a esperança que as coisas mudem. Omitir-se é ser conivente com a corrupção. É muito fácil criticar sem se envolver como fazem meus amigos. Se eles fossem capazes de desafiar esse conjunto de parasitas como eu faço, o país seria outro!

Não fujam da sua responsabilidade. Vocês são clientes do projeto. Exijam respeito dos gestores dele - que apesar de toda a arrogância que arvoram - são muito bem pagos para servi-los. Essa gente não gosta de pessoas como eu, que apesar da origem humilde, não cala a boca em troca de dinheiro. Quem sabe minha atitude não valerá mais do que todas as palavras que disse entre vocês.

O HajaLuz está de portas abertas para vocês. Divulguem o seu trabalho por aqui. Estou a disposição para lhes auxiliar. Basta que vocês se organizem. Temos uma plataforma de ensino On-Line, na qual poderemos trocar idéias e crescermos juntos. Podemos montar um curso alí para vocês, basta que haja, no mínimo, dez pessoas interessadas…

Algumas postagens que escrevemos poderão lhes auxiliar de imediato nessa busca por melhores oportunidades de trabalho:

Como se dar bem em uma entrevista?

Dicas para uma boa entrevista de trabalho I

Dicas para uma boa entrevista de trabalho II

Dicas de Entrevista

Fico à sua disposição.

Desejo-lhes muita Luz…

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Como se dar bem em uma entrevista?

3 de setembro de 2007 às 9:43
    Olá pessoal!
    Estou aqui com um bate-papo muito bacana que a Consultora de Marketing e RH, Gislene Araújo me concedeu. Foram momentos de muito aprendizado e acredito que será útil para todas as pessoas interessadas em crescer na carreira!!

  • (HajaLuz) Como a empresa traça um perfil de vaga?
  • As empresas que não possuem um RH interno ou terceirizado, em sua maioria nem traçam um perfil de vaga para um determinado candidato. Ainda contratam da forma mais “simples” e que não gere custos: a indicação. Aí se der certo bem, se não der… o resultado é a alta taxa de rotatividade de pessoal e um custo muito maior por isso. Já outras empresas que tem uma preocupação neste sentido, procuram um profissional de RH para averiguar os cargos existentes, o perfil exigido para cada um deles e daí partem para o recrutamento e seleção dos candidatos que preenchem os requisitos exigidos. Para quem quiser consultar um perfil de qualquer vaga, basta entrar no site do Ministério do Trabalho e consultar o CBO: www.mtecbo.gov.br.
    É só digitar o cargo desejado que virá descrito todas as informações sobre a função e suas atribuições na empresa.

  • (HajaLuz) O que mais incomoda um recrutador quando ele avalia um currículo?
  • (Gislene Araújo) A falta de informações necessárias. Coisas simples mas que fazem muita, muita diferença na seleção dos currículos; as pessoas se esquecem que o currículo é o primeiro contato entre elas e a empresa que pretendem trabalhar, então as informações contidas devem chamar a atenção do recrutador que leva em média 30 segundos para ler um currículo. Tem que ter objetividade, por exemplo: as pessoas que possuem pouca ou nenhuma experiência, devem explorar seus pontos fortes, suas habilidades, expor o que elas têm de positivo para oferecer à empresa; os cursos profissionalizantes devem conter a carga horária total. Já os que possuem experiência, além de tudo isso, deve citar somente as três últimas empresas trabalhadas, sua data de entrada e saída (não é necessário colocar o motivo da saída) e as principais atividades desenvolvidas no cargo. Números de documentos, filiação, xerox de certificados, referências pessoais e assinaturas no rodapé são pontos que descartam qualquer candidato. O currículo deve mostrar quem você é, o que sabe fazer e principalmente o que você tem de bom para oferecer à empresa.

  • (HajaLuz) Porque descartar pessoas que colocam dados mais pessoais e anexam documentos ao currículo?
  • (Gislene Araújo) As pessoas se esquecem que o seu currículo está entre uma pilha dos da torcida do flamengo. Como disse anteriormente, o recrutador leva poucos segundos para ler um currículo, portanto, os dados pessoais são informações completamente desnecessárias. Ele irá ler, não irá encontrar informações interessantes e irá passar para o próximo currículo. Já vi pessoas colocarem a lixeira ao lado da mesa da hora de ler os currículos… e com certeza aquelas pessoas estavam esperando ser chamadas para uma entrevista. Então pense na hora de elaborar seu currículo, coloque aquilo que irá chamar a atenção do recrutador… ou ele irá parar na lixeira.

  • (HajaLuz) E o que mais favorece um candidato?
  • (Gislene Araújo)Suas habilidades e qualificações, cursos na área que está se candidatando, resultados e metas alcançadas e claro, as experiências… principalmente se as empresas anteriores forem concorrentes.

  • (HajaLuz) Então é interessante o candidato possuir essa estratégia de ir no concorrente? Como seria isso?
  • (Gislene Araújo) Com certeza… é muito interessante ir na concorrência do antigo empregador. O currículo de um candidato com experiência nos concorrentes é analisado com muito mais atenção pelos recrutadores. Pode também ligar para a empresa, procurar pelo responsável do setor de RH ou gerente do departamento e perguntar se existe alguma vaga disponível em sua área de atuação e se é possível enviar um currículo. Nessas horas a sua Networking deve estar ativa também; ligue para amigos e conhecidos, nessas horas a divulgação é importante.

  • (HajaLuz) E a entrevista? É possível que um bom candidato, não consiga se sair bem na entrevista? Existe alguma forma de compensar um mau desempenho na entrevista, quando o candidato possui um bom currículo?
  • (Gislene Araújo) É possível… o nervosismo às vezes atrapalha um pouco na entrevista. A entrevista é o segundo passo… mas se o entrevistador tiver felling, ele identifica se é ou não um bom candidato.

  • (HajaLuz) Mas como o nervosismo é encarado pelo entrevistador é um fator contra, a favor, ou é um fator neutro?
  • (Gislene Araújo) Depende muito do perfil do candidato. Existem pessoas que ficam nervosas porque são extremamente inseguras (isso é um fator contra), outras porque são tensas pelo fato de estarem desesperadas para conseguir o emprego. A maioria dos entrevistadores deixam os candidatos à vontade, então nessas horas o importante é ser você mesmo, agir o mais naturalmente possível.

  • (HajaLuz) Então reconhecer limitações é uma qualidade positiva? Isso não deveria ser omitido em uma entrevista?
  • (Gislene Araújo) Sim. O candidato deve ir preparado para responder quais são suas qualidades e defeitos. Normamente é o entrevistador que faz a pergunta; as qualidades são fáceis de inumerar, mas os defeitos…rs… eles ficam pensando, pensando… É importante ressaltar que você reconhece seus defeitos e que está se esforçando para melhorar.

  • (HajaLuz) E o pessoal que gosta de seduzir, jogar charme, isso funciona?
  • (Gislene Araújo) Não funciona mesmo… chega a ser ridículo isso. Meninas que vão de saia curta e cruzam as pernas, o decote até o umbigo..rs…. os rapazes com a camisa desabotoada para aparecer os peitorais… numa empresa séria, eles jamais terão uma oportunidade.

  • (HajaLuz)E o que não pode faltar em um candidato ideal?
  • (Gislene Araújo)Disposição para aprender (por mais que tenha experiência, aquela é outra empresa), proatividade, capacidade para resolver problemas, ser um colaborador que saiba interagir com os outros, auto-confiança com uma dose de humildade.

  • (HajaLuz) Colaborador? Essa palavra não soa muito “caxias”; até que ponto pode separar a palavra colaborador de um esteriótipo de “puxa-saco”?
  • (Gislene Araújo) Para alguns pode soar… ainda. Mas as empresas têm entendido que você não deve ser apenas um empregado braçal, que só cumpre suas obrigações naquela mesma rotina de sempre. Tem maiores chances de crescer quem é colaborador: colabora nas sugestões para melhorar o desenvolvimento da empresa, colabora na solução dos problemas, colabora no aprendizado, com o colega recém chegado, com aquele que está há 10 anos na empresa e acha que sabe tudo. O puxa saco, só pensa nele… em agradar o chefe para obter vantagens; ele pouco colabora com alguém que esteja no seu nível hierárquico, porque ele quer se sobresair. Normalmente eles não duram muito na empresa, ao contrário do colaborador… que tem todas as chances de crescer e aos poucos consolidar sua carreira.

  • (HajaLuz) O que mais pesa a favor de um candidato para a obtenção da contratação?
  • (Gislene Araújo) Além dos pontos que citei acima, a vontade de cooperar com o crescimento da empresa, consolidar sua carreira, querer estudar… sempre.

  • (HajaLuz) O que um empresário espera de um recem contratado?
  • (Gislene Araújo) Que ele mereça o salário que ele irá pagar no fim do mês…rs… ninguém gosta de funcionário múmia… tem que saber se comunicar, perguntar somente o necessário, ouvir mais e falar menos. Alguns acham que após a contratação, acabou o sufoco… aí que eles se enganam, estão sendo “filmados” o tempo todo durante o período de experiência. Essa é a hora de mostrar se você merece ou não uma vaga naquela empresa.

  • (HajaLuz) Algumas pessoas recem-contradas podem estar passando um sufoco agora. Sobre essa questão de não perguntar demais, o que fazer para aprender as tarefas quando existe má vontade do chefe e da equipe em ensiná-las?
  • (Gislene Araújo) Olha, pra quem está passando por isso eu aconselho o seguinte: Tenha uma agenda e anote tudo nela. Quando estamos começando alguém tem que passar alguma coisa, com boa ou má vontade. Então anote tudo… as principais tarefas (passo a passo), telefones importantes, procedimentos em casos de problemas ou urgências e preste muita atenção ao que for dito; se não entender pergunte: “Desculpe, poderia explicar novamente?” Quando você anota, você não esquece depois. O que irrita as pessoas não é explicar.. é ter que falar sempre a mesma coisa.

  • (HajaLuz) E quanto ao comportamento, o que o novo contratado pode fazer para obter a confiança do novo grupo de trabalho?
  • (Gislene Araújo) Sim… comportamento. Acabei de citar sobre o período de experiência… é no dia a dia que mostramos quem somos; alguns candidatos podem “engabelar” o entrevistador, mas logo se percebe quem realmente são; agem na empresa como se estivessem em casa ou na escola sem ter o mínimo de postura profissional. Dar um bom dia sorridente a todos, ser humilde, discreto, colaborar sempre que puder com o colega, ser eficiente em suas tarefas… são pontos fortes na sua aprovação pelos colegas e superiores a empresa.

  • (HajaLuz) Dê uma dica aos leitores do HajaLuz…
  • (Gislene Araújo) Se quiser sair de uma empresa que não faz acordo com você, não faça por onde ser demitido, peça demissão. É melhor perder uma parte de sua rescisão do que um novo emprego; muitas empresas estão pedindo carta de recomendação da empresa anterior na hora da contratação. Outra coisa: nunca se sabe do dia de amanhã… você pode vir a precisar novamente de uma vaga naquela empresa.

  • (HajaLuz) E se eu estivesse concorrendo para ser entrevistador, você me contrataria (rss…)?
  • (Gislene Araújo) Rs… você seria um forte candidato a vaga… objetividade e clareza são coisas imprescindíveis para um entrevistador. Nesses pontos você tirou nota 10.


    A consultora Gislene Araújo é graduada em Marketing pela FAESA no estado do Espírito Santo. Atualmente atua na estruturação do Departamento Pessoal e RH de uma importante empresa do Setor de Cobrança em Vitória. Ela é editora do Blog WorkConsultoria, e possui uma empresa de treinamento com esse mesmo nome.

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Por que o Primeiro Emprego não deu certo?

29 de março de 2007 às 19:47

Agora vou tratar o tema no BlogMestre… Segue o último artigo que postei ontem… contêm informaçõs relevantes sobre como funciona o projeto… e o dinheiro que foi liberado aqui para Vitória/ES

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Duas formas de liderar

28 de agosto de 2006 às 10:53

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Caros Amigos.

Segue um texto que fiz com muito carinho, para despedir dos meus alunos do Curso de empreendedorismo no Projeto Nacional do Primeiro Emprego:

A crença.

Lembram-se da história que lhes contei em sala de aula? Um grande general foi chamado para socorrer seu soldado. Esse havia sido mordido por um animal venenoso. O superior não exitou em tirar o veneno com a própria boca, sugando a ferida do seu subordinado. Ao retornar para casa foi surpreendido pela mãe do guerreiro. Ela queixosa, chorando muito, lhe disse: Você destruiu minha vida pela segunda vez…

Ele confuso exclamou: Mas por quê diz isso, se salvei a vida de seu filho?

Não! O senhor libertou o corpo para lhe aprisionar a alma. Agora ele terá o mesmo fim do pai: O seguirá até a morte.

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