Integração com twitter e del.icio.us no wordpress

21 de julho de 2008 às 9:31

Como você já deve saber, o HajaLuz utiliza o Wordpress bem vitaminado, com vários plugins.

Um último que coloquei e que achei bem útil para quem deseja ganhar tempo é o Twitter Tools de Alex King.

Fora a integração com o delicious que segue a mesma linha de raciocínio apresentada pelo Primo.

Eu sou muito criterioso com o conteúdo que apresento em meu RSS. Não gosto mesmo de enviar publicações sem necessidade. E essas duas ferramentas, o Twitter e o delicious, me auxiliam bastante no controle desse conteúdo mais restrito.

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Esse serviço é simples e muito útil

Mudo de assunto rápido para dizer que atualizei meu curriculo e criei um perfil no MeAdiciona para agregar todas as redes sociais que participo, e agora prestes a terminar o curso de Administração pela federal do ES, novamente vou sair à caça de oportunidades. Se você quiser me contatar para conversarmos sobre algum projeto na sua empresa, terei imenso prazer.

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Liberdade de expressão: Justiça lenta ou cidadão afobado?

18 de junho de 2008 às 5:46

Tenho o privilégio de assistir televisão em espaços longos de tempo. Isso me dá uma clara percepção das mudanças de modelos e formatos de exibição, tanto de programas como de campanhas publicitárias, entre um mês e outro.

E é incrível a forma como essas mudanças se consolidam.

Um bom exemplo é o caso da propaganda de cerveja que até pouco tempo estava repleta de erotismo e jovialidade. Atualmente seu conteúdo volta-se para a “família”, e chega ao ponto de estimular o consumo em casa através da “doação” de freezeres.

A existência da internet ampliou uma discussão secular sobre liberdade de expressão. E nos últimos dias essa discussão chegou ao nosso parlamento através da CPI da pedofilia. Inclusive em suas sessões compareceram representantes de empresas da internet. Corporações do quilate de Google, UOL entre outras.

Nossas autoridades querem entender essa loucura que toma a atenção de toda sociedade. Elas sentem-se impactadas por um veículo de comunicação incontrolável(?), que gera mudanças de comportamento, mudanças de profissões, mudanças na relação entre empresas e clientes, e mudanças até no relacionamento entre marido e mulher, entre pais e filhos e por aí vai.

Cito dois casos que refletem o que digo:

Fernando Gabeira lançado para Prefeito do Rio no Blog do Pedro Dória

Houve um enorme alvoroço (veja aqui por exemplo) em torno do tema. Inclusive há confusão sobre como nomear a atividade de quem escreve na internet: É jornalista? repórter? blogueiro profissional? escritor? comunicador? webwriter?

Agora veja: se nem os próprios condutores de conteúdo na internet conseguem se entender e classificar o que fazem, quem dirá órgãos externos como a polícia e a justiça. Nenhum delegado ou juiz tem obrigação de entender minúcias da informática, por exemplo, se o Wordpress é uma plataforma A, B ou C; se o Firefox vem com abas ou não; se o Orkut é mais brasileiro do que o MySpace.

Para quem trabalha na área esses assuntos podem ser mais claros do que água, mas para quem é de fora a compreensão exige um esforço imenso.

No exterior existem várias associações que se formam ao redor de cada nova atividade comercial na internet. É o caso dos próprios blogueiros americanos e outro que acompanho de perto, o pessoal que trabalha com medições na internet: Web Analytics Association (veja uma matéria sobre esse mercado).

Essas associações tem um papel muito relevante de diálogo junto à sociedade. Elas fazem aquilo que o indivíduo tenho dificuldade. Se um membro for acusado, elas podem contratar profissionais especializados em defender sua área, enfim, os benefícios são muitos.

Se eu perguntar a qualquer profissional brasileiro em uma entrevista de emprego sobre a sua capacidade de trabalhar em grupo, ele não irá demorar por responder que é fera nisso. Mas onde estão os grupos que atuam em nome dos profissionais de internet?

Muitos reclamam da morosidade da justiça. Talvez pela velocidade com que acessam seus dados na web, gostariam de ter suas queixas julgadas ao mesmo gosto. Como se a justiça existisse para atender demandas individuais e personalizadas. Nem de longe esse é o caso. A justiça existe para defender toda a sociedade. E é um princípio judicial básico, conhecido até por leigos como eu, que toda acusação deve ser seguida por um direito amplo de defesa. Eu gosto muito desse princípio, e todos que gostam da tal liberdade de expressão também deveriam estimá-lo, afinal, acusar é muito fácil, mas os efeitos da nossa acusação podem ser devastadores.

Você é capaz de mensurar as consequências que uma palavra mal interpretada, publicada no seu site, pode levar à vida de pessoas e organizações?

Para que você me entenda melhor vou lançar uma luz nesse raciocício.

Falo sobre o texto publicado em um “manual de sobrevivência”; esse é o conceito do site.

Em seu conteúdo surge uma matéria que expõe uma empresa: Rancho da Traíra - preço salgado e comida sem sal; e o mais interessante ainda é a defesa que se segue pela própria empresa.

Alguém irá festejar o campo de batalha textual. Dirá que finalmente atingimos o auge da democracia e do espaço igualitário de comunicação. Porém lembro-me de um velho ditado que “a palavra dita não pode mais ser recuperada“…

Reparação por danos morais? Será que esse é o caminho ideal para terminar um jantar? Ao ser mal atendido em algum estabelecimento devo sacar minha carteira de blogueiro e ameaçar como se fosse um jurássico jornalista que os blogueiros tanto ironizam?

Imagine um cenário em que a justiça cível terá que resolver cada insatisfação com um produto consumido. Cada querela de balcão. Nesse caso a internet está mais para esgoto das nossas insatisfações.

A mesma tecnologia que agiliza o nosso tempo é a que nos dispersa com suas futilidades!

Minha sina é bater na tecla da responsabilidade individual. Talvez a ação mais medíocre do homem, desde a revolução industrial, é transferir para as máquinas a sua incapacidade de lidar com o outro.

A questão da liberdade de expressão não se restringe a declarar afeição por determinado candidato político, ou falar mal de uma empresa que presta um mal serviço.

Utilizar o poder da comunicação para atalhar os trâmites e as leis que estão à nossa disposição nos classifica como qualquer tirano a quem criticamos. Essa prática é uma demonstração clara, que com poder nas mãos, utilizamos de qualquer meio de imposição da nossa vontade, portanto, a linha entre liberdade e ditadura torna-se tênue quando não há responsabilidade pelas próprias ações.

É irônico que os maiores defensores da liberdade de expressão incorram no mesmo erro de antigos revolucionários; a guilhotina agora é digital…

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Malu Magalhães: Do MySpace para o mundo

28 de março de 2008 às 19:06

Sempre quando ouço uma onda em torno de música folclórica americana fico desconfiado. Mas é leviano desconfiar de uma garota tão espontânea. Tudo parece natural como qualquer outra campanha de buzz por aí…

Alguns desconfiam que a MTV lhe promove e outros acreditam que há uma conjuntura na mídia que implora pelo novo, e essas seriam algumas razões do seu sucesso meteórico.

Ela parece caminhar despretensamente sobre as conjecturas alheias e por acaso caiu entre as minhas visitas na Web nessa tarde.

Mudemos a prosa

Mas puxando o assunto para o meu momento até que caiu bem conhecer essa história de uma carreira em ascensão. Sim, eu cometi a audácia de relacionar a minha com a dela.

A volta à faculdade para terminar, o desafio de morar só e começar a procurar novos trabalhos e renovar trabalhos de clientes antigos. Tudo isso é revigorante e me deixa mais novo. Algo que nunca ocorreu antes comigo na Ufes foi falar com tanta naturalidade com os colegas de classe, talvez pela primeira vez sinto-me um deles. Não é tanto por chegar lá a pé ou de bicicleta.

Penso que é mais pela decisão de não ser o mesmo que era ontem e amanhã não ser o mesmo de hoje. Uma metamorfose ambulante? Um cara que mantém como filosofia de vida um constante desejo de mudar.

Penso em novos trabalhos, penso em iniciar o projeto da monografia junto com projetos de escrita. Quero disponibilizar algum material em .pdf que sirva para muita gente. Esse material será a reunião de tudo o que aprendi lendo tanta coisa bacana sobre conteúdo na web, nesses últimos anos. Mas também penso em fazer algo mais denso - como bem é meu estilo. Um trabalho que abrirá horizontes e será um bom cartão de visitas para o mundo acadêmico e profissional.

Acho engraçado essa inspiração que me surge em todo mês de Abril. Foi em Abril que pensei no Webluz. Foi em Abril que conheci Gislene e foi em Abril que nasci. Puxa mas até nisso sou devagar, pois demoro quatro meses para pensar em melhorar o ano e melhorar meu espírito para enfrentar a vida.

Tomara que vocês que curtem o HajaLuz, também curtam essa nova fase… Talvez mereça até uma mudança na logo lá em cima: HajaLuz Versão: 2.0.

Mas que pretensão somente eu para imaginar que poderia existir uma segunda possibilidade de haver luz…

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Vamos olhar primeiro para nossos defeitos e depois olhar o dos outros

16 de março de 2008 às 7:06

Nos últimos dias pensar é o que mais tenho feito. E agir também. Percorri algumas regiões em volta da Ufes, em busca de um imóvel barato. Acho um absurdo o preço que cobram para morar próximo à universidade. O aluguél varia entre um e dois salários mínimos.

Por outro lado, também penso que assumir essa postura mais agressiva vai me obrigar a gerar mais renda. Acho que esse lado é positivo. Muitas pessoas tem me icentivado em morar mais perto de onde passo o dia praticamente todo. Acontece que em alguns dias tenho disciplinas pela manhã e a noite e durante a tarde é um suplício. A solução é levar tudo para trabalhar por lá ou cancelar as disciplinas matutinas e partir para um emprego mais formal.

Esse suplício me fez repensar minha forma de agir e relacionar com as pessoas. Tenho refletido sobre a minha postura on e off line. Nos escritórios em que trabalhei cultivei uma postura muito rígida, nunca dei muita bola para as questões “políticas” nos locais de trabalho. E o que é uma questão política? É você se preocupar com o cotidiano pessoal do seu grupo. Uns descambam para as fofocas, outros tornam-se puxa-sacos, outros são os X-9. Tudo isso é questão política. Mas há também aqueles colegas que são amigos, cumplices, seguram sua barra, lhe cobre na sua falta, lhe protege contra armadilhas, isso também é questão política.

Eu procurei me afastar das questões políticas. Isso por um lado é bom porque eu não me enquadro na primeira lista, mas é ruim porque essa postura também me exclui da segunda lista. Com isso não preservo amizades, e não faço aquela poderosa network que em um momento como esse da minha vida seria de grande valia.

Durante muitos anos rejeitei a idéia de desenvolver o lado político e cultivei o desenvolvimento intelectual. Afundei minha cara em livros e passei a incorporar o espírito auto-ditada. É verdade que vou praticamente só em dias de prova na faculdade. Com essa postura não cultivo um relacionamento que vale muito mais.

Pois é, hoje penso melhor sobre isso e diante de tantas dificuldades, e depois da experiência em trabalhar com gente de péssimo caráter, eu decidi mudar meu comportamento. Ir a um lugar desconhecido e se aprensentar como consultor e começar a trabalhar para uma pessoa que você mal conhece é péssimo. É por isso que não estranho quando alguém nos alerta que devemos escolher para quem trabalhamos.

Quando existe uma rede de relacionamentos. Ao sermos indicados para alguns trabalhos estamos pisando em terreno preparado. Terreno que já foi testado. Então as coisas fluem com maior facilidade.

E quanto ao mundo on-line? Bom. Eu sou muito entusiasta da internet. Mas cá entre nós a realidade da Cidade de Vitória/ES, e da Ufes, ainda é dos anos 90. A internet chega aqui agora. Você de outra cidade pode achar isso engraçado, mas é um dilema para mim. Isso influência muito na minha vida profissional e acadêmica. Não consigo convencer professores na pesquisa e não consigo vender para empresários a Web semântica por aqui. Quando se fala em geração de conteúdo na internet as pessoas realmente não compreendem bulufas do caminho que desejamos levá-los, aí fica uma guerra de desinformação que sempre perdemos; mas mesmo feridos avançamos e vamos vencer.

Então, também decidi rever minha participação em listas de discussão e decidi rever o tom com que eu escrevo por aqui. Penso que levei para o ambiente on-line um ranço cultural. E me comportei como um típico capixaba que não gosta de ver o progresso e a inovação pois os considera como inimigos seus.

Meu perfil crítico não morrerá, e acredito que os leitores que obtive até então se devem a ele. Mas mesmo que ninguém me alerte diretamente sinto no ar que as pessoas gostariam que eu falasse mais do meu trabalho e menos do trabalho dos outros. A regra que vale para mim e para você é a seguinte: Quer falar bem de um trabalho? Fale com todo mundo! Quer falar mal de um trabalho? Mande uma mensagem individual e fale diretamente com o responsável por ele!

vamos olhar primeiro nossos defeitos para depois consertar o dos outros.

Enfim, quero me debruçar em realizações e não em textos críticos. Penso que essa prática reticente é fruto de gente fracassada. O que definitivamente não é o meu caso. Ao invés de charar pelas dificuldades acredito que tenho que dar valor às pessoas maravilhosas que me apoiam, como é o caso da minha professora/consultora. E penso também que esse ano será maravilhoso e repleto de realizações.

Vamos trabalhar com o foco correto para isso.

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Começa uma nova fase em nossos projetos

6 de março de 2008 às 6:33

O HajaLuz se consolidou entre meus websites. Mas ele já foi um subdomínio do webluz. O BlogMestre também já foi um subdomínio do webluz e é outro projeto que anda com as próprias pernas, só para vocês terem uma ideía vou colocar aqui os domínios que administro atualmente:

Projetos próprios

HajaLuz: É este site que você lê, para saber mais sobre o HajaLuz leia essa página.

WebLuz: É meu portal de consultoria, e é também o domínio que testo as minhas maluquices como subdomínio antes de lançar como domínio

BlogMestre: É o sonho que se torna realidade. É movido pela paixão de professores que desejam uma abordagem diferente sobre a relação entre educação e tecnologia. Entenda melhor o projeto através desse link.

WorkConsultoria: É o site que eu fiz com Gislene. Na verdade é dela. Mas somos tão unidos que também posso dizer que é meu. Espero que ela tenha mais tempo de melhorar aquele espaço. Ela não está muito interessada em escrever diariamente. Já tentei colocar um blog lá para ela. Mas em breve acredito que terá muitas novidades por lá.

GanheFácil: É outro protótipo que iremos lançar assim que tivermos nosso escritório e grana para sortear brindes e coisas desse tipo; vai ser muito legal.

Clientes: Possuo atualmente 4 domínios sob minha tutela. Não irei divulgá-los para manter a privacidade ok?

Novo foco

No auge da minha aproximação com os blogueiros fiquei apaixonado pela velocidade das informações, e também pelas possibilidades que o wordpress lançava sobre as buscas. Cheguei a fazer um blog Hype que irei apagar nos próximos dias. Lancei o Blogaria e acreditem, ele foi o projeto que mais me deu audiência até hoje.

Mas pelo nível do conteúdo você logo percebe que não tem nada a ver comigo. Então foi uma experimentação que gostei muito de fazer. Mas os temas são muito desgastantes, não gosto daquele tipo de abordagem, tão ousada.

Talvez se alguém me pagasse eu faria um trabalho desse tipo mas realmente não desejo colocar meu nome diretamente vinculado a um site hype. Fora que ao falar de foco estou inclinado a melhorar o BlogMestre, que é realmente o trabalho do meu coração. Além do mais quero tirar o BlogMestre da internet e deslanchar uns projetos off line com ele. Quero reunir esses professores que colocam conteúdo alí e desejo montar núcleos com eles por todo o Brasil, vamos ver se essa idéia amadurece nos próximos meses.

Só de retornar aos projetos, falar sobre eles e enfim começar a trabalhar novamente neles, é um imenso avanço para mim.

Torçam comigo!!! nos próximos dias estarei de mudança para tentar uma conexão melhor e começar esse novo ciclo de trabalho. que espero. seja muito frutífero.

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