Consultoria pode ser romântica?

18 de janeiro de 2008 às 20:30

Confesso que possuo um péssimo hábito: tomar as dores dos meus clientes. Isso é péssimo demais para um profissional. E por acaso, demonstra um certo tipo de amadorismo.

Devo fugir dessa incipiente característica que deseja tomar conta da minha rotina enquanto consultor.

A esse respeito já ouvi alguns professores efetuarem uma comparação. Eles dizem que a consultoria é semelhante ao exercício da medicina. Você tem que diagnosticar problemas, e auxiliar em suas correções. Nunca ter a pretensão de ser um curador, ou um milagreiro.

Esse é um grande filão explorado por muitos palestrantes, daqueles no estilo Bernardinho, não é mesmo?

Então, caros amigos que me acompanham nessa viagem. Quando estou em meio a um trabalho degradante lembro-me de uma entrevista daquelas de jornal. Em que o guru dizia que o contratado deveria escolher o contratante. Em outras palavras aquele que vende sua força de trabalho deveria selecionar para quem vende. Princípio simples e eficaz em um capitalismo de terceiro mundo.

É que existe mais furada do que oportunidades recompesadoras por aí. Veja o exemplo de uma ONG na qual trabalhei ano passado. Foi um negócio que começou com uma oferta tentadora por telefone e aos poucos o sonho transformou-se em pesadelo, eu pagava minha passagem, alimentação. Enfim, paguei para trabalhar e sustentar um cenário suspeito. O pior não é o dinheiro que se perde, mas o pior é servir de ponta em um processo de desvio de recursos de governo e empresas…

Mas isso é passado. Hoje estou longe de ONG’s e coisa parecida. Porém estou próximo à micro empresários.

Ainda tenho muito a dizer sobre eles. Não sei se devo revelar tudo. Afinal quem contrataria um cara que coloca na internet detalhes sobre essa contratação. Mesmo que não me refiro abertamente. Mesmo que procuro sublimar, relativizar e algumas vezes falar em eufemismos acabo por entregar detalhes picantes dessas relações conturbadas em que passo na minha carreira profissional.

É verdade que mantenho a ética de não citar nome de empresas, muito menos de pessoas por aqui. Talvez por isso não vejo problema em falar de alguns detalhes que confesso: Não consigo guardar para mim.

INSEGURANÇA

Geralmente portadores de arma são covardes. Pronto falei. Eu acho gente que fala alto, que ameaça, que carrega arma, enfim, para mim a violência e suas formas de expressão derivam da covardia. É só pensar na reação de Bush ao 11 de setembro. Veja a que ponto um povo com medo é capaz de chegar. Mas não é de política internacional que desejo falar…

Ao falar de covardia gostaria de chegar em outro ponto que fecha todo o raciocinío da primeira secção desse texto. A ascensão econômica geralmente carrega esse comportamento: Insegurança. Mudar de posição social carrega esse sentimento. Os micro-empresários trazem dentro de si o medo do novo. Cada dia surge diante deles novidades mil. De cara eles que já estão decepcionados com a sua assessoria contábil, descobrem estar à margem da lei. Pagam caro e não recebem orientações sobre nada. Nem finanças, vendas, marketing, Adm de pessoal, nada. A estrutura cresce exponencialmente. Em bairro de periferia nem se fala. Ganha-se muito dinheiro e rápido, pois as relações tanto com empregados, como com clientes são catalisadas pela informalidade.

A insegurança a que me refiro reside nos atos de violência, sejam elas de maneira verbal, gestual. E acima de tudo a violência econômica. A necessidade de humilhar o próximo e demonstrar a todos seu perfil patriarcal. É evidente que esse comportamento é facilitado pelo contexto de precariedade em que o povo vive. Você não imagina como alguém que pode “adiantar” R$ 100,00 em dinheiro tem importância para os trabalhadores pobres. Eu arrisco dizer que um micro-empresário em um bairro de periferia chega a ser venerado em algumas circurstâncias.

Centrando mais o tema da insegurança. Ela pode ser facilmente detectada por qualquer pessoa com boa formação intelectual. Aliás, ao conversar uns 10 minutos e observar gestos, palavras, e expressões desses micro-empresários, iremos perceber uma ideologia visivelmente adquirida. Há pouca personalidade. Existem muitas palavras encaixadas, frases de efeito que claramente não pertencem ao ser que as profere.

É evidente que esse comportamente surte efeito pelo menos entre a gentalha que adora ser capacho. Eu tenho uma teoria particular que aprendi com minha própria família. É verdade. Minha família quando me sugere procurar um curso noturno, ou uma faculdade “mais fácil” reproduz uma herança da mediocridade. Herança essa que eu rejeito. Na verdade essa herança é transmitida de periferia para periferia, de pobres para pobres, é o eco daquele orgulho petista em ter como presidente um iletrado trabalhador.

O importante é ter importância, a revelia de como se atinje essa importância. Não interessa se é por mérito intelectual ou por tirania. Sim, eu ouvi essa frase a respeito do lula. Foi um professor de cursinho que o classificou dessa forma e faz sentido. Eu sei que a classificação é forte. Mas veja bem: tirano é alguém que não passa por um processo normal de ascensão ao poder, ele pula etapas e esse é claramante o estigma do nosso presidente operário.

E porque me refiro ao exemplo de um político para fechar meu texto? Nada é mais esclarecedor do que essa experiência pela qual estamos a viver. Nós brasileiros percebemos um poder confuso, arbritário. O poder petista ou lulista é uma coisa estranha. Não é poder legítimo, não é poder conquistado, é um poder imposto. A sensação que esse poder nos passa é que ele tinha que acontecer, daquele tipo: vocês tem que me engolir.

Pois bem, boa analogia essa para explicar sobre a insegurança dos micro-empresários em regiões da periferia brasileira. Parece que assim como o presidente governa um país periférico, com o apoio de uma massa analfabeta e hávida por bolsas assistenciais. Dessa mesma forma, surgem nos recantos mais escondidos dos nosso país, homens com sede exercer esse tipo de poder. Eu não sei se lula e o PT são manifestações políticas ou retratos fiéis de uma rotina que nos cerca em todos os lugares onde a imposição patriarcal governa.

Sim caros. Muita gente obedece e ama por obrigação. Tomara que um dia tenhamos uma relação diferente com os detentores de poder. Eu não sei se é possível. Talvez é mais uma utopia minha. Talvez a covardia é inerente ao exercício do poder. Tanto a covardia de quem manda quanto a ignorância de quem obedece.

Quando nos desprenderemos dessas amarras?? Quem sabe com menor romantismo em nossas relações trabalhistas. Afinal o trabalho nunca foi uma relação harmoniosa. Ele surge em função de diferenças. Na abordagem desse texto, diferenças sociais. Mas e se o contratado descobrir que o necessitado é o contratante. Que o dinheiro não é a venda mas a compra da sua força de trabalho. E como tal deveria ser um produto dos mais valiosos. Como alguém ignorante e analfabeto pode ser dar conta disso?

Então caro amigo você ganha pouco pelo que faz?? Deixe de ser romântico pelas razões que expus acima. Seus contratantes são covardes? São inseguros! Eles gritam? Estão com medo!

Aqui nesse texto não há nada de clamar união de proletariado. É somente uma exposição de fatos que as pessoas deveriam se dar conta quando constroem o patrimônio alheio.

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Que história de ano novo é essa?

31 de dezembro de 2007 às 19:41

“...Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante, vai ser diferente“. (Carlos Drummond de Andrade)

Drummond resume com propriedade o que penso sobre o novo ano. Na verdade torço para que essa empolgação lá fora se acabe. Não que ela seja ruim. Ela não é ruim pois eu percebo que as pessoas se enchem de esperança para uma espécie de recomeço.

Mas para mim, que não consigo pensar dessa forma. Para um cara tão careta quanto eu que é tão linear assim, toda essa efusividade externa torna-se depressiva. Torço para que tudo acabe logo e voltemos a encarar a vida como ela é.

Quero manter e intensificar laços com pessoas tão bacanas que me cercam. São tantos parceiros que tenho feito ao longo do tempo que seria inútil enumerá-los ou citá-los aqui. São organizações e grupos com os quais interajo diariamente. Em alguns minha presença foi decisiva em sua constituição.

Sim, durante esse ano criamos algumas organizações. Me refiro a empresas mesmo. Criei a identidade visual e dei asas aos sonhos de alguns empresários na internet. Queixo-me da faculdade de administração trancada. Realmente é algo que me entristece, uma vez que deixei um emprego em uma empresa federal para poder estudar por lá. Fora o casamento desfeito pela carreira. Então é amargo deixar de lado a faculdade.

Porém o efeito foi positivo. Acredito que dei a volta por cima e depois de chegar a depender dos amigos para obter um prato de comida sequer, hoje estou em uma posição relativamente cômoda.

A questão central para mim é perceber que venço. Não venço só, é verdade. Gislene é uma companheira preciosa de caminhada. Também existem os amigos na internet os mais próximos, o Norberto e o Júlio com quem troco idéias sobre nossos sites e projetos, são pessoas muito importantes para mim. Meus clientes nem se fala, eles acreditam em algo que não viram. Me pagam adiantado as consultorias e são pacientes com meu perfeccionismo eterno. Agora chega uma menina muito especial a trabalhar comigo, que fica em meio expediente aqui em nosso escritório, é a Merian. Ela foi nossa primeira aluna. A primeira pessoa a acreditar em nosso curso de empreendedorismo.

Norberto e Júlio

Quero falar mais sobre o Norberto e o Júlio, pois ambos representam para mim algo muito forte em meu trabalho. O Norberto é um acadêmico que traz muito da sua experiência para um ramo maluco que são os blogs. O Norberto sabe se relacionar bem com várias tribos e é uma espécie de autoridade reconhecida espontaneamente por todos. Ele não traz fórmulas milagrosas, fala de uma maneira simples sobre blogs. Eu acho isso encantador, porque todos pensamos que é a novidade a inovação que pode ser a diretriz em um ramo como a internet. Aí surge um cara como ele e faz uma relação muito interessante sobre antigas formas de se comunicar e a internet. E Levy é bem enfático nesse aspecto, em afirmar as semelhanças da internet com outras mídias. E o Norberto - e a reboque vem o Tás, Rosana, e tantos outros profissionais de outras mídias que trazem sua bagagem para a internet - me faz pensar muito sobre o quanto é importante trazer experiência e conhecimento de outras áreas para a internet, e não querer inventar uma nova mídia.

Mas também tem o Julio que é um cara muito novo. Um cara que pega rápido informações quentes, traz notícias e furos em primeira mão. Ele é rápido no gatilho. O Júlio também gosta de mexer muito, experimentar coisas novas e formas novas de fazer seu trabalho. O Júlio expressa um outro extremo dos profissionais de internet. Aqueles que fazem do seu trabalho um verdadeiro laboratório. O Júlio ainda fará faculdade, fico a pensar no dia que Júlio entrar em um curso correlato à sua atividade e verificar que seus professores estão defasados. Será que ele vai conseguir enxergar as respostas precisas em um ou outro professor que nem sabe o que é internet para problemas de comunicação e mídia que ele só vai conseguir superar com esses toque tão voltados à experiências antigas e repetitivas.

Sim, são dois extremos que se encontram, duas paralelas que se acham não é assim a música?

Paula

Aproveito para falar da Paula. Eu tenho uma notícia para dar a ela. Eu não leio mais o blog da Paula desde que li o seu livro. A equação é simples. Paula já não é blogueira faz tempo. Suas postagens são cada vez mais instigantes e profundas. Não dá para colocar a Paula junto com meus mais de mil feeds. Eu preciso de parar para digerir o que ela escreve. As suas experiências são profundas demais para uma rapidinha no Google Reader. Eu preciso de mais tempo com ela, preciso de chegar mais perto, sentir a textura das suas letras. Existem narrações que a internet não dá conta. Peço muito que ela considere meu apelo, e pare de desperdiçar tanta genialidade em um blog. Essa menina é escritora das boas, porque é capaz de transmitir com naturalidade rara, fatos corriqueiros que se transformam em reflexões que marcam a alma do leitor. O livro dela chega esse ano ao Brasil, minha maior torcida é para que a atividade de escritora tome conta de todo o seu tempo. Acho que a Paula ainda tem muito a nos oferecer… precisamos de pessoas como ela na mídia do Brasil. Paula dá muitas entrevistas em rádios e programas de portugal. Ora, nosso país está carente de informação. É um país deveras preconceituoso. Porque não valorizamos o que é nosso??

Quero me estender sobre isso e perguntar a vocês, quem são nossos heróis?? Pombas, porque idolatrar Ayrton Senna, Xuxa, Pelé, etc… De onde tiraram que essas super estrelas devem ser referência em alguma coisa? Temos que resgatar a história de gente anônima, alguns que morrem nas ruas. Gente que fez muito mais do que essas estrelas da mídia. Outros tantos como a Paula, que estão em outros países, tiraram recursos de onde não tinham para tentar possuir alguma dignidade. Quantas histórias se perderam nas rotas de prostituição, nas rotas da mão de obra barata pelo méxico, tantas rotas que deveriam ser retratadas pela mídia.

Obrigado

A todos que acompanham o HajaLuz e que acompanham essa carreira tão incipiente agradeço muito o carinho, tudo tem sido muito especial em minha vida. Que 2008 não seja o começo de uma nova fase. Não quero pensar assim. Quero que o próximo ano seja a continuidade de um projeto, um sonho lá da minha infância. Eu sonhei que estava a entregar cartas que anunciavam um novo mundo aos homens. É assim que eu gosto de ver a coisa. Não só pelo fato de aos 20 anos ter me tornado carteiro. E não só pelo fato de treinar pessoas para escrever na internet. Eu quero que meu trabalho de consultoria se transforme em um desbravamento de fronteiras para muitas pessoas, assim como foi para mim.

As vezes ainda sonho que estou diante das multidões a falar de um novo mundo. Eu sei que fiz isso quando estudei em um seminário durante quatro anos. Eu falava de um certo evangelho. De um certo messias. Mas foi justamente esse estudo que me mostrou que eu não poderia desejar encarnar algo que não era. Não poderia misturar as coisas. Eu sou carne e osso, e como tal devo reconhecer que ensinar é a melhor forma de aprender sobre si mesmo e aprender sobre o mundo que me cerca.

Desejo muita felicidade a todos nessa virada de ano…

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Gestão de Internet à Rádio

27 de dezembro de 2007 às 21:19

Oi pessoal!

Assumi a gestão de um provedor de internet à rádio. O mais interessante é que esse provedor se localiza em área urbana.

Descobri algo muito interessante sobre esse serviço. É que ao contrário do que todos imaginam, a internet a rádio é mais eficaz do que o ADSL. Tudo depende da recepção e do suporte ao cliente. E no caso do meu cliente o link de recepção é por meio de fibra ótica. Um link que possui até mesmo um IP dedicado. A coisa é bem profissional.

E o suporte?

Pois é. No mesmo bairro que o meu cliente trabalha existem outros “provedores”. Só que é um pessoal pirata que compra ADSL residencial e transmite sem qualquer estrutura seja jurídica, administrativa, ou até mesmo uma estrutura técnica decente.

Meu cliente é um cara muito motivado e apaixonado pelo que faz. Estou gostando muito dessa experiência. A equipe é de primeira. Vou dar um gás na parte administrativa com a ajuda de Gislene. Além disso uma das nossas alunas do curso de Gestão Empresarial, que consideramos uma das melhores, nós chamamos para esse serviço.

Seria muito interessante percorrer o país trabalhando dessa forma. Se houver outros empreendedores interessados podemos levar essa expertise para sua cidade. Entre em contato conosco.

Muita felicidade a todos vocês em mais um ano que começara!!!

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Múltiplos Internet Explorer’s: Ninguém merece.

22 de dezembro de 2007 às 5:20

Eu finalizo um site para um cliente e como percebi que o seu navegador está desatualizado (Ie 6.0) resolvi baixar o programa: Multiple IE (Página de Desenvolvimento) que demonstra o site em múltiplos IE. É evidente que eu uso o IE 7.0, somente para visualizar os sites com esse fim. Já vi desenvolvedor afirmar que nem se preocupa mais com o browser desatualizado.

Seria um sonho para mim fazer sites somente para os browser padrão, mas ainda não cheguei a esse ponto, pois outro dia um cliente me perguntou o que era navegador, imagine se eu falasse browser então.

Veja o menu original no IE 7.0, Firefox e Ópera:

Então eis que me aparece o menu no IE 6.0:

Corrigi o problema ao olhar de maneira mais atenta para as marcações de lista. A questão é que tento dar ao meu cliente a total autonomia sobre o sistema. Nessa postagem é mostrado o menu que é criado automaticamente ao inserir páginas no wordpress.

O que fiz para solucionar foi obsrvar ocódigo apresentado no navegador. Se o IE6 não respeitasse pelo menos a renderização do código que é mostrado para mim aí seria de lascar. Então depois de algumas dores de cabeça consegui meio que padronizar, ainda que haja um espaço entre as listas quase imperceptível (compare essa imagem com a primeira), mas esse quase é para o público em geral, não para mim:

Se fizer uma pesquisa provavelmente existe um hack para eliminar esse espaço, vamos ver se acho para o código ficar melhor. Se houver maior curiosidade da parte de vocês posso mostrar o código como foi alterado, coloquem nos comentários por favor.

IE8

Dizem que o IE8 atenderá os padrões W3C. Ele vem no meio do ano que vem. Isso seria muito bom para todos nós. Estamos na torcida para que a microsoft amadureça profissionalmente. É ridículo uma empresa desse porte ter que fazer jabá disfarçado em listas bacanas através dos seus evangelizadores. É o jeito americano de fazer dinheiro. Mas é um estilo de cooptação de mercado muito apelativo não acham?

Na verdade a microsoft artificializa a qualidade. Seus produtos são orientados à aparência. É uma briga danada entre qualidade e estética. Será que tanto dinheiro disperdiçado em contratação de evangelistas, e suas palestras mágicas, não poderia converter-se em uma utilização mais inteligente? É uma opção entre enganar e trabalhar para resolver problemas. Parece que a Microsoft está inclinada a mudar para a segunda opção, afinal, evangelistas só servem para convencer as pessoas de verdades que não podem ser percebidas espontaneamente.

Ou então; Puta que pariu: Será que para acreditar em Deus alguém tem que gritar no meu ouvido para eu notar sua existência?

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Mais um wordpress institucional

12 de dezembro de 2007 às 5:30

Tenho certeza que você ainda não ouviu falar desse termo.

Mas ontem eu fiz mais um e entreguei para a empresa Ciclo Ambiental. O que faço é colocar um template no Wordpress com algumas partes mais estáticas para que o cliente exiba informações sobre a sua organização. Dessa forma crio facilidade para o cliente, facilidade para quem lê o site, organização, dinamismo de informação e tantas funcionalidades bacanas que o wordpress pode trazer.

Para vocês terem uma idéia do que estou falando aqui vai o site da Samar Consultoria. Esse foi um ano muito feliz para mim pois muitas pessoas acreditaram no meu trabalho. No ano que vem teremos muito mais novidades, principalmente com o projeto de um ERP on line.

Como toda aplicação para a internet, está em melhorias, em fase alfa, treinei o pessoal da empresa e eles me solicitaram mais algumas modificaçõezinhas que realizarei hoje; quando terminar passo o link para vocês.

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