O melhor cliente que tive ate hoje

28 de fevereiro de 2008 às 6:21

E quando o cliente nos encanta? Esse foi o caso da empresa Samar. Que surgiu por indicação de Noélia, uma grande amiga.

A Samar é uma instituição que trabalha com capacitação na área pedagógica. Como vocês podem ver o site dela é feito em Wordpress, e parece um site estático, só que na coluna do meio, em seu lado direito entra um “pedaço” das postagens que são devidamente indexadas pelo Google, para trazer muuuuitos visitantes para o seu espaço.

Eu devo muito a gestora daquela organização. Pois ela nos alugou as cadeiras quando fomos abandonados em nosso curso. Ela só nos perguntou de quantas cadeiras precisavámos e na maior boa vontade nos liberou para que pudéssemos terminar o nosso curso com dignidade.

Nesses momentos tão difíceis, de tantas dificuldades é bom ter uma lembrança positiva. Isso me dá esperança para o futuro. E é bom saber que pessoas boas passaram e passarão pelo nosso caminho.

Quero melhorar bastante o site dela. Nós fizemos um contrato para a atualização constante do site, e esse é outro ponto bacana, porque ela não é só aquele cliente que fizemos um trabalho. Mas é uma cliente que nunca irei esquecer.

Outro ponto que considero importante é sua atividade. Ela trabalha com cursos na área de educação, algo que considero muito nobre. Quero mais clientes com esse perfil. Aliás quero clientes só com esse perfi; daqueles que constorem um país melhor para viver.

Parabéns a Sandrely e toda a sua equipe na Samar.

Se você mora no Espírito Santo e deseja se capacitar na área de educação não perca a oportunidade pois as vagas para os cursos de Março estão abertas.

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A empresa feudal: patologia de algumas microempresas.

28 de fevereiro de 2008 às 4:11

Na sua adolescência você teve que entrar em contato com o Lima Barreto, através do Triste Fim de Policarpo Quaresma. É obrigação de todo aluno do Ensino Médio ler a história desse ilustre patriota que dedicou sua vida a preservar valores culturais e éticos que ninguém desejava preservar.

Um Dom Quixote brasileiro? Quem sabe?

Eu tenho vivido meus dias quixotescos. Voltar ao bairro onde cresci me despertou sentimentos libertários. Aquele velho heroísmo dos tempos de adolescente cristão voltou nos últimos meses, e as consequências foram quase trágicas.

Respondi agora um email de uma pessoa solicitando retirar uma postagem aqui do blog porque sentiu-se ofendido. Sabe aquela pessoa que você deseja virar a página mas a dor de cotovelo dele fala mais alto. E aí a pessoa vai te perseguir o resto da vida só para te entristecer? Eu suspeito disso.

Mas vamos transformar o limão em limonada.

Essa não é a minha primeira experiência em organizações que beiram o feudalismo. Exagero?

Existem ranços e vocês sabem disso. Existem ranços muito fortes em algumas organizações e localizações do nosso país. Trabalho escravo não é raro em regiões rurais.

E na cidade como é? A flexibilidade é o perigo. A frouxidão de contratos e de relações entre fornecedores, clientes, e trabalhadores gera consequências, em alguns casos, consequências piores do que a escravidão.

Ora Luiz, agora você é um administrador que crítica empresas?

Não necessariamente, as organizações econômicas sofrem de algumas patologias. Eu vi essa comparação de empresa com gente doente em um documentário - acho que foi o do Al Gore - sobre o meio ambiente. As organizações possuem a cara do seu patrono. Elas crescem do jeito dele. Infelizmente o crescimento econômico é um câncer na vida de algumas pessoas e de algumas localizações. Essa é a preocupação com relação ao meio ambiente. O que adianta uma cidade como São Paulo, tão rica mas tão insegura e caótica.

Tivemos essa sensação quando adquirimos um NoteBook. Temos medo de sair com ele na rua. Queremos fazer seguro para um produto que não custa sequer cinco salários mínimos.

Mas a patologia a que me refiro é outra. Voltamos ao Policarpo Quaresma. É um doente sem dúvida. Um louco!

Eu sempre desconfio de pessoas que desejam fazer o bem pela humanidade. Aquelas pessoas que sempre ajudam. Hoje conversei com minha mãe sobre isso. No meu bairro vários comerciantes são conhecidos por “ajudar” pessoas. Eles não assinam carteira. Pagam 30% a 40% de um salário mínimo a um trabalhador, e são vistos como alguém que ajuda à economia local.

Veio em minha mente na hora o Policarpo Quaresma. Veio também o sistema feudal. Penso que as periferias estão cercadas por um sistema de proteção social caótico. Justiceiros estão por toda parte; quase toda semana morre alguém porque estava à margem da lei local.

Lembro-me que nos primeiros dias que cheguei aqui, fomos de comércio em comércio pedir auxilio para um evento que se destinava a inclusão social. Era uma palestra que eu e Gislene fizemos sobre mercado de trabalho. Fui surpreendido por uma ótima recepção, mas em pouco tempo veio uma cobrança enorme que nós deveríamos devolver o que nos foi dado! Enfim, nossos parceiros não tinham o mesmo espírito de doação que nós tivemos. As contribuições nos custaram caro. É evidente que fizemos a divulgação das marcas, mas em dois meses de trabalho a exigência para que o curso devolvesse o “investimento” foi enorme.

É evidente que fizemos um curso para ter lucro, e para que nós também ganhássemos dinheiro. Mas a pressão é para que não gastassemos tanto com material. Não era necessário. Enfim! Um choque de cultura, que é comum encontrar em microempresas. Foco no custo, serviços péssimos para os pobres. Mas os desfavorecidos pagam assim mesmo pois vivem a ilusão da inclusão social.

Não dormiríamos bem com esse peso sobre nossos ombros. Mantivemos a qualidade do curso pelo menos por um mês mais. Conversamos com os alunos. Explicamos a situação. E conseguimos alugar um novo ponto com dinheiro do nosso próprio bolso. Sem denegrir a imagem da nossa parceira que fez o oposto e até hoje espalha pelo bairro que devemos a ela.

A patologia da microempresa é essa. Se perguntar a algum deles. Dirão que estão sofrendo, estão em crise, mas o carro é trocado todo ano.

Eles não prestam um bom serviço. Eu fico surpreso como as pessoas pagam mais caro por benefícios básicos e de obrigação do estado como: educação e comunicação; e ainda assim ninguém recorre, ninguém questiona. Às vezes vemos um ou outro berrando pelas ruas que é lesado. Mas é uma voz desesperada que pela agressividade perde a razão.

Diante de tanta arrogância já passou pela minha cabeça procurar o Ministério Público. Mas penso que o quixotesco seria eu; o Policarco seria eu. Policarpo ao contrário do que todos pensam não é mocinho; é um frustrado. Isso não sou.

A melhor resposta para o feudalismo é o empenho pela liberdade. E esse empenho se traduz para mim em conhecer o mundo, e trabalhar com novas possibilidades. É isso o que faço na Ufes. Quantos por cento dessa população onde vivo pisam naquela instituição e tem acesso ao que eu tenho?

É dessa forma que irei combater essa doença social. Sem radicalismo e sem achar que tenho a solução para esses problemas tão complexos. Vou me manter firme na universidade; vou tentar levar adiante esse trabalho de consultoria em Sistemas de Informação de maneira autônoma.

Para minha surpresa ao abrir minha caixa de email, haviam duas propostas de trabalho haje, é um sinal de novos rumos e de novas oportunidades.

Obrigado a todos que acreditam em nosso trabalho.

Os cães ladram mas a caravana passa…

Abraços e muita luz a todos!!

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Inovação na internet

18 de fevereiro de 2008 às 7:59

Há alguns anos presto consultorias para empresas na área de Web. Para tanto utilizo como ferramenta algo que eles nem sabem que existe. Mas consigo colocar um wordpress para fazer as vezes de um site institucional, como é o caso da Samar.

Acontece que os maiores blogueiros do país tiveram uma idéia inovadora. Eles oferecem consultoria para empresas na área de blogs.

Meus professores fizeram pouco caso quando desejei fazer um estudo que relacionasse administração com internet. Eles diziam que eu deveria mudar de curso. E agora vejo o pessoal de outras áreas a procurar empresas e oferecer consultoria, que invarialvelmente descambará para o lado administrativo.

Os administradores acabam de perder outro nicho. Eles já perderam a área de produção para os engenheiros, a área financeira para os economistas, a área de marketing para os jornalistas, a areá de recursos humanos para psicólogos e pedagogos, e agora os sistemas de informação cairão fatalmente na mão de programadores, arquivistas, bibliotecários e etc..

Não é o curso de administração que é ruim, os profissionais que atuam nessa área é que são fracos, pelo menos aqui no Brasil. Porque estudei matemática com alguns livros importados. É comum em outros países que gestores estudem algebra e geometria analítica, por exemplo. Enquanto meus colegas lutavam a todo custo para tirar limite e integral de nossa grade, pois diziam que não há utilidade para tal.

Ora! Se você projetar um sistema para otimizar um banco de dados terá que pelo menos olhar para um gráfico e entender algo para efetuar uma previsão e tomar decisões a respeito disso; meus colegas não estão preparados para essa tarefa elementar.

Eu sou daqueles que teve que trancar o curso na faculdade para conseguir estudar, é mole? Existem certas coisas no meu curso que é melhor nem comentar por aqui. Baixaria forte nas trocas de favores, coisas que alguém com o mínimo senso de dignidade não deveria aceitar.

Outro fato engraçado que ocorreu comigo um dia foi uma visita que fiz ao site do surface da microsoft. Eu estava dentro do laboratório e pesquisava justamente sobre novas interfaces. Um moleque gritou, parou o laboratório para me dar um esporro a distância: Aqui não pode assistir filme!! Puta que pariu naquele dia fiquei com vontade de não voltar mais.

Agora a dúvida cruel, dia 25 posso matricular de volta ou trancar. Faltam sete disciplinas e a monografia. Se matricular tenho a possibilidade de terminar a faculdade daqui um ano, porém onde vou arranjar dinheiro para me manter por lá nesse período?

Também posso adiar meu trancamento por mais seis meses, e continuar na luta para ganhar dinheiro nesses seis meses.

A dúvida é cruel e me deixa angustiado…

Enquanto isso vou assistir os novos empreendedores da internet a ganhar dinheiro com suas idéias inovadoras…

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Cuidados ao realizar consultoria para micro-empresários

12 de fevereiro de 2008 às 8:12

Acabo de entregar outra consultoria. É evidente que mantenho a atividade e os nomes de meus clientes em sigilo, portanto, não espere identificar o caso específico que irei apresentar. Porém penso que compartilhar essa experiência com os amigos é muito importante para ouvir a opinião de vocês e também colaborar para que novatos não incorram nos mesmos erros.

Avaliação do perfil da empresa

Quando se fala em micro e pequena empresa, devemos frisar que a maioria delas não irá suportar um choque de gestão. Isso se dá por diversos motivos que apresentarei logo mais. Então qual é a forma de saber até que ponto devemos ir com nossa mão? Até que ponto devemos sugerir e aplicar mudanças em sua estrutura. Essas mudanças, aliás, podem causar um choque tão grande que a impressão que se dá é que em um mês surgiu outra empresa.

Mas quando falo em perfil também desejo frisar principalmente o aspecto psicológico dos protagonistas da organização em questão. Entenda-se como protagonistas o dono, alguns funcionários e sua família. O dono deve ser sem dúvida uma pessoa que tenha passado por uma experiência anterior de consultoria, nem que seja uma espécie de consultoria informal que alguém já lhe ofereceu e ele passou pela fase do contraste de idéias. Não seja o primeiro. Não trabalhe com empresários calouros, eles irão se mostrar muito inseguros e frágeis a opiniões amadoras - fofocas também - que irão destruir seu trabalho.

Outra avaliação é com relação ao perfil dos seus funcionários de confiança. Sabe aquelas pessoas que “tomam conta” da empresa na ausência do dono? Eu chuto uma chance de 99,99% deles não gostarem da sua presença por alí. A organização inclusive pode fazer com que surjam informações que lhes coloque em situação difícil perante o dono, isso quando não seira perante a justiça. Mas quem sabe você não encontre um verdadeiro braço direito do dono. Quem sabe você não tenha uma sorte danada em encontrar alguém que veja no crescimento da organização uma possibilidade muito maior de crescimento pessoal. Então avalie o quanto esse perfil oscila, se encaixar naquela idéia de funcionário chefão elimine-o nos primeiros dias, se encaixar na idéia do verdadeiro braço direito, seu trabalho será fácil. É só treiná-lo e ele continuará a progredir, porém com ferramentas boas nas mãos.

Uma terceira avaliação é sobre a família do empresário. Agora complicou geral!

Raramente a família absorve a responsabilidade do negócio. Ela gosta de gozar dos bons frutos da empresa. Mas arcar com o ônus de trabalhar nas férias, ou fora de hora, isso é coisa de peão; não de playboy ou de emergentes. Para que a empresa seja viável economicamente é comum que a família deva abrir mão de certas regalias. Quando os familiares sentirem o aperto, vão achar um culpado na hora: Você!!! rss… Será que a família do seu contratante está preparada para receber seu trabalho como solução profissional?

O caixa 

Daí posso passar para esse segundo tópico tão espinhoso. Dá vontade de chorar quando começamos em uma micro-empresa. O caixa é uma ratoeira. Francamente, tem empresário que além de ser um herói com a concorrência é um herói em manter uma espécie de mecanismo para tampar o sol com a peneira. Através de cheques, promissórias e duplicatas, afundam-se em dívida por causa do famigerado giro de caixa.

Essa questão é espinhosa porque é uma cultura nacional não pensar no amanhã. Gestor é um ET que pousa na empresa e tem que convencer todo mundo a pensar no amanhã. Desde o próprio cliente, como até mesmo o cliente do cliente. E o funcionário muito mais. Eu até brinco sobre a cultura do pedreiro… Mas vamos por partes para não confundir sua cabeça.

O que o fluxo de caixa tem a ver  com atender à demanda de um cliente? Simples. Quando você vende um produto ele deve existir, não é mesmo? Ocorre que em muitos comércios e principalmente na indústria, esse produto está semi-pronto ou semi-estocado. Ao efetuar a venda gera-se um crédito para o cliente. Na maioria das vezes a logística para que o serviço seja efetivamente realizado é um caos. E o cliente paga na maior confiança que “em breve” receberá seu produto/serviço só que não há dinheiro para comprar matéria-prima, pagar funcionários e etc… Tudo é no chute. As vezes o valor recebido sequer cobre os custos - é o caso da concorrência predatória entre caminhoneiros que irão voltar com o carro vazio mesmo, então cobram abaixo do mercado e geram uma cadeia de desvalorização que não supre sequer o custo de manutenção/depreciação dos veículos a médio e longo prazo.

E a velha história da quebra da empresa quando ela cresce exponencialmente?

Eu também poderia falar da história do seu amigo garotão que ganhou um carro novo e esse carro transformou-se em arma na sua mão. É isso aí. A metáfora corresponde a homens que em um dia dormiram operários e no outro acordaram patrões. Homens que utilizam sua empresa como máquina de humilhação dos pobres perdedores. Pessoas que tocam o negócio e tem como motivação sentimentos vis como prepotência e arrogância. Eu costumo dizer que eles enriquecem mas não prosperam. É um dinheiro maldito que tudo o que abrange apodrece.

Me ensina aí guru bernadinho da vida, como gerenciar um ego desse??

Não seja Bucha de Canhão 

Eu fiquei tão comprometido com minha última consultoria que no final realizava serviços de auxiliar de escritório. Coloquei a mão na massa de um jeito, que minha parceira Gislene, que me conhece a muito tempo, disse que nunca me viu agir assim. Ela já me viu rejeitar empregos ótimos cargos e estágios em empresas de renome e me tinha como metido. Nem ela e muito menos eu imaginava que seria capaz de fazer isso em uma consultoria.

Resultado: Desvalorização total por parte do cliente.

Meu trabalho deixou de ser estratégico e passou a ser operacional. Passei a receber as reclamações dos clientes de meu cliente e gerar conflitos entre eles e o meu cliente. Porque nós gestores idealizamos o empresário perfeito. E sonhamos que nosso cliente quer satisfazer os desejos dos seus clientes, e que toda aquela balela que a gente lê nos portais de administração são verdade. Aquela coisa de tapete vermelho. Aí a gente coloca esse tapete para o cliente do cliente. Nós criamos mecanismos para que o seu dinheiro seja valorizado, mas essa cultura não existe na cabeça do empresário.

Algumas vezes o micro-empresário vê seu cliente como um perigo, um entrave, principalmente o cliente que reclama da sua empresa perfeita. Então quando você se coloca entre os dois se desgasta de tal forma que é transformado em inimigo do empresário, junto com o utilizador do serviço/produto da empresa. Triste não?

Resumo da balada 

Algumas ações penso em tomar de imediato, evitarei me relacionar com empresas que não possuam o mínimo de estrutura para suportar um modelo de gestão eficaz, e eu entendo que essa estrutura deve atender a pelo menos alguns requisitos mínimos:

  • Possuir um faturamento mensal superior à R$ 10.000,00;
  • O dono não deve ser convencido sobre a consultoria, ele deve procurá-la, não deve comprar a consultoria como fórmula mágica, deve participar do projeto, e ser maduro para interagir conosco e mesclar suas idéias às nossas;
  • Equilíbrio emocional. Se o cliente  se mostrar instável, daquelas pessoas que sempre está com lágrimas nos olhos, fica nervoso por qualquer coisa, não trabalhe com ele; você será culpado por tudo o que der errado em sua empresa por toda a eternidade..
  • Fuja dos mendingos! Uma coisa é uma pessoa que gosta de economizar e outra é alguém que gosta de explorar.  O cliente pechinchou uma vez? Tente adequar seu projeto à sua necessidade. Não diminua sua remuneração sem uma contrapartida nas horas e nas tarefas que desempenhará. Pechinchou de novo, dê um jornal para ele, se não achar um anúncio de consultor tabajara pelo menos o papel servirá para limpar a bunda.

Como sempre há muito o que dizer ainda, talvez retome essa postagem em breve. Mas fica aí o recado para meus amigos da estrada… como diria Raul: Não pare na pista; se você para o carro pode te pegar…rss

Abraços e muita luz!!!

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Balanço para abertura

1 de fevereiro de 2008 às 4:19

O ano está prestes a começar, logo após o carnaval.

ERP/CRM On-Line

Pois bem, estou ansioso com o projeto. Cheguei a pesquisar alguns trabalhos já existentes. Inclusive coloquei uma cópia do FinancPhP, para rodar na minha hospedagem. Achei esse sistema simpático. Entrei em contato com o desenvolvedor por e-mail, mas a mensagem deve ter se perdido - ou o rapaz ‘Marcelo Donizete Gremonesi’ é muito ocupado - pois não obtive resposta. O FinancPhP é um dos poucos sistemas em PHP em língua portuguesa. Está bem no começo poderia ter uma comunidade que trabalhasse junto com o Marcelo. Tomara que ele leia essa postagem. Quero dizer que eu gostaria muito de contribuir com o seu trabalho.

Mudanças

Estou ansioso para sair do home-office e começar o ano em novo escritório. Vamos fazer de tudo para tornar esse desejo em realidade o mais breve possível. Esse período de trancamento de curso foi muito bom para reajustar as idéias e tomar novos rumos. Profissionalmente foi o período que mais amadureci na vida.

Adsense

Obtive minha primeira centena de dólares. Confesso que estou receoso em retirar. Achei cara as taxas, e o processo de retirada é bem burocrático. Quem sabe daqui a alguns meses o dólar não sobe um pouco.

Última Consultoria

Estou em um momento muito bacana. Estruturo um provedor de internet. O que gosto aqui nesse trabalho é de oferecer acesso à internet para nossa comunidade na Serra, o bairro em que nasci. Ainda bem que sou da área de huamanas. Qualquer profissional mais técnico ficaria maluco com as coisas que acontecem por aqui. O relacionamento com clientes e clientes de clientes é cheio de altos e baixos, mas o saldo é positivo. Sou daqueles que não gosta de transferir culpas. Então assumo que para as coisas melhorarem devo tomar atitudes para isso, e não esperar que outros tomem.

NetWork na internet

Está fraca, é verdade. Não posso cobrar as visitas de amigos por aqui. Apesar de acompanhar as estatísticas do blog todos os dias, e querer muito que os números cresçam, devo reconhecer que não tenho feito muito para isso acontecer. Meu abandono com o BlogMestre é de partir o coração. Por outro lado o espaço está aberto para que novas lideranças surjam naquele espaço. Daria o BlogMestre de bom grado a um grupo que desejasse levá-lo a frente. Fica a dica para os interessados.

Um forte abraço a todos e muita luz…

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