Vídeos grátis para aprender inglês

9 de outubro de 2008 às 0:32

Conheça o trabalho de Mister Duncan.

Exemplo de didática, bom humor e internet 2.0.

O professor inglês utiliza o poder do Youtube para compartilhar o ensino da língua estrangeira com milhares de pessoas em todo o mundo.

Veja um dos vídeos:

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São mais de 40 lições agrupadas nessa página.

Eu assisti todas as 38 lições da série e ri muito. A produção é muito criativa e nos leva a uma verdadeira imersão na cultura e na lingua inglesa.

Thanks Mister Duncan, you make one great well for me. :-)

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Cuidados ao realizar consultoria para micro-empresários

12 de fevereiro de 2008 às 8:12

Acabo de entregar outra consultoria. É evidente que mantenho a atividade e os nomes de meus clientes em sigilo, portanto, não espere identificar o caso específico que irei apresentar. Porém penso que compartilhar essa experiência com os amigos é muito importante para ouvir a opinião de vocês e também colaborar para que novatos não incorram nos mesmos erros.

Avaliação do perfil da empresa

Quando se fala em micro e pequena empresa, devemos frisar que a maioria delas não irá suportar um choque de gestão. Isso se dá por diversos motivos que apresentarei logo mais. Então qual é a forma de saber até que ponto devemos ir com nossa mão? Até que ponto devemos sugerir e aplicar mudanças em sua estrutura. Essas mudanças, aliás, podem causar um choque tão grande que a impressão que se dá é que em um mês surgiu outra empresa.

Mas quando falo em perfil também desejo frisar principalmente o aspecto psicológico dos protagonistas da organização em questão. Entenda-se como protagonistas o dono, alguns funcionários e sua família. O dono deve ser sem dúvida uma pessoa que tenha passado por uma experiência anterior de consultoria, nem que seja uma espécie de consultoria informal que alguém já lhe ofereceu e ele passou pela fase do contraste de idéias. Não seja o primeiro. Não trabalhe com empresários calouros, eles irão se mostrar muito inseguros e frágeis a opiniões amadoras - fofocas também - que irão destruir seu trabalho.

Outra avaliação é com relação ao perfil dos seus funcionários de confiança. Sabe aquelas pessoas que “tomam conta” da empresa na ausência do dono? Eu chuto uma chance de 99,99% deles não gostarem da sua presença por alí. A organização inclusive pode fazer com que surjam informações que lhes coloque em situação difícil perante o dono, isso quando não seira perante a justiça. Mas quem sabe você não encontre um verdadeiro braço direito do dono. Quem sabe você não tenha uma sorte danada em encontrar alguém que veja no crescimento da organização uma possibilidade muito maior de crescimento pessoal. Então avalie o quanto esse perfil oscila, se encaixar naquela idéia de funcionário chefão elimine-o nos primeiros dias, se encaixar na idéia do verdadeiro braço direito, seu trabalho será fácil. É só treiná-lo e ele continuará a progredir, porém com ferramentas boas nas mãos.

Uma terceira avaliação é sobre a família do empresário. Agora complicou geral!

Raramente a família absorve a responsabilidade do negócio. Ela gosta de gozar dos bons frutos da empresa. Mas arcar com o ônus de trabalhar nas férias, ou fora de hora, isso é coisa de peão; não de playboy ou de emergentes. Para que a empresa seja viável economicamente é comum que a família deva abrir mão de certas regalias. Quando os familiares sentirem o aperto, vão achar um culpado na hora: Você!!! rss… Será que a família do seu contratante está preparada para receber seu trabalho como solução profissional?

O caixa 

Daí posso passar para esse segundo tópico tão espinhoso. Dá vontade de chorar quando começamos em uma micro-empresa. O caixa é uma ratoeira. Francamente, tem empresário que além de ser um herói com a concorrência é um herói em manter uma espécie de mecanismo para tampar o sol com a peneira. Através de cheques, promissórias e duplicatas, afundam-se em dívida por causa do famigerado giro de caixa.

Essa questão é espinhosa porque é uma cultura nacional não pensar no amanhã. Gestor é um ET que pousa na empresa e tem que convencer todo mundo a pensar no amanhã. Desde o próprio cliente, como até mesmo o cliente do cliente. E o funcionário muito mais. Eu até brinco sobre a cultura do pedreiro… Mas vamos por partes para não confundir sua cabeça.

O que o fluxo de caixa tem a ver  com atender à demanda de um cliente? Simples. Quando você vende um produto ele deve existir, não é mesmo? Ocorre que em muitos comércios e principalmente na indústria, esse produto está semi-pronto ou semi-estocado. Ao efetuar a venda gera-se um crédito para o cliente. Na maioria das vezes a logística para que o serviço seja efetivamente realizado é um caos. E o cliente paga na maior confiança que “em breve” receberá seu produto/serviço só que não há dinheiro para comprar matéria-prima, pagar funcionários e etc… Tudo é no chute. As vezes o valor recebido sequer cobre os custos - é o caso da concorrência predatória entre caminhoneiros que irão voltar com o carro vazio mesmo, então cobram abaixo do mercado e geram uma cadeia de desvalorização que não supre sequer o custo de manutenção/depreciação dos veículos a médio e longo prazo.

E a velha história da quebra da empresa quando ela cresce exponencialmente?

Eu também poderia falar da história do seu amigo garotão que ganhou um carro novo e esse carro transformou-se em arma na sua mão. É isso aí. A metáfora corresponde a homens que em um dia dormiram operários e no outro acordaram patrões. Homens que utilizam sua empresa como máquina de humilhação dos pobres perdedores. Pessoas que tocam o negócio e tem como motivação sentimentos vis como prepotência e arrogância. Eu costumo dizer que eles enriquecem mas não prosperam. É um dinheiro maldito que tudo o que abrange apodrece.

Me ensina aí guru bernadinho da vida, como gerenciar um ego desse??

Não seja Bucha de Canhão 

Eu fiquei tão comprometido com minha última consultoria que no final realizava serviços de auxiliar de escritório. Coloquei a mão na massa de um jeito, que minha parceira Gislene, que me conhece a muito tempo, disse que nunca me viu agir assim. Ela já me viu rejeitar empregos ótimos cargos e estágios em empresas de renome e me tinha como metido. Nem ela e muito menos eu imaginava que seria capaz de fazer isso em uma consultoria.

Resultado: Desvalorização total por parte do cliente.

Meu trabalho deixou de ser estratégico e passou a ser operacional. Passei a receber as reclamações dos clientes de meu cliente e gerar conflitos entre eles e o meu cliente. Porque nós gestores idealizamos o empresário perfeito. E sonhamos que nosso cliente quer satisfazer os desejos dos seus clientes, e que toda aquela balela que a gente lê nos portais de administração são verdade. Aquela coisa de tapete vermelho. Aí a gente coloca esse tapete para o cliente do cliente. Nós criamos mecanismos para que o seu dinheiro seja valorizado, mas essa cultura não existe na cabeça do empresário.

Algumas vezes o micro-empresário vê seu cliente como um perigo, um entrave, principalmente o cliente que reclama da sua empresa perfeita. Então quando você se coloca entre os dois se desgasta de tal forma que é transformado em inimigo do empresário, junto com o utilizador do serviço/produto da empresa. Triste não?

Resumo da balada 

Algumas ações penso em tomar de imediato, evitarei me relacionar com empresas que não possuam o mínimo de estrutura para suportar um modelo de gestão eficaz, e eu entendo que essa estrutura deve atender a pelo menos alguns requisitos mínimos:

  • Possuir um faturamento mensal superior à R$ 10.000,00;
  • O dono não deve ser convencido sobre a consultoria, ele deve procurá-la, não deve comprar a consultoria como fórmula mágica, deve participar do projeto, e ser maduro para interagir conosco e mesclar suas idéias às nossas;
  • Equilíbrio emocional. Se o cliente  se mostrar instável, daquelas pessoas que sempre está com lágrimas nos olhos, fica nervoso por qualquer coisa, não trabalhe com ele; você será culpado por tudo o que der errado em sua empresa por toda a eternidade..
  • Fuja dos mendingos! Uma coisa é uma pessoa que gosta de economizar e outra é alguém que gosta de explorar.  O cliente pechinchou uma vez? Tente adequar seu projeto à sua necessidade. Não diminua sua remuneração sem uma contrapartida nas horas e nas tarefas que desempenhará. Pechinchou de novo, dê um jornal para ele, se não achar um anúncio de consultor tabajara pelo menos o papel servirá para limpar a bunda.

Como sempre há muito o que dizer ainda, talvez retome essa postagem em breve. Mas fica aí o recado para meus amigos da estrada… como diria Raul: Não pare na pista; se você para o carro pode te pegar…rss

Abraços e muita luz!!!

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Vou testar o Uêba…

28 de setembro de 2007 às 13:00

Você já ouviu falar desse agregador? É o Eêba Eu visitei e achei simpático e bem garotão. E como sou um garotão também, resolvi colocar um conteúdo por lá.

Senti falta é lógico de um espaço para assuntos mais sérios. Nem sei se esse é o interesse do gestor do espaço. Cá entre nós, quem quer perder tempo com assuntos sérios na internet?

Mas, falando sério agora, eu achei a idéia muito bacana, e o aspecto informal é bem a cara do trabalho on-line. Devo a descoberta ao blogueiro Alessandro Martins do Quero ter um Blog, que publicou recentemente duas postagens bacanas que talvez seja do seu interesse:

Como quadrupliquei os acessos de um blog em 45 dias

Como aumentar suas chances de ter um link publicado no Uêba

É lógico que eu tenho medo daquele gráfico que ele mostrou na sua página. Sabe porque? Pois não é interessante possuir picos elevados de audiência, mas uma média boa constante. O Alessandro fez boas dicas sobre isso. E a questão é justamente essa: como manter uma audiência, e não simplesmente ganhá-la.

E é justamente nesse aspecto que eu achei interessante a iniciativa do Uêba. Pois o seu gestor, Gilberto “Knuttz” Soares Filho, faz a seleção manualmente. O que garante uma certo relacionamento que os robôs teriam dificuldade em fazer.

Alias, caros amigos, essa é uma tendência na tecnologia. A necessidade do ser humano mediar as relações entre os utilizadores e os sistemas de informação, torna-se cada vez mais forte.

Vamos ver como funciona esse Uêba…

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Aprenda inglês pela internet

26 de setembro de 2007 às 9:27

Logo quando entrei na universidade decidi que iria aprender inglês para valer. Entrei no centro de línguas da universidade e comprei aquela apostila caríssima. Seis meses depois, descobri que não era aquilo que eu queria para mim. Perdi tempo e dinheiro.

Há uns seis meses tenho comprado uma revista chamada Speak up, que me ajuda muito. Eu tento traduzir todas as matérias da revista e ouço os aúdios para me ambientar. Eu gosto dessa revista porque ela faz um bom balanceamento entre o inglês de diferentes países.

Há um tempo também achei muito interessante o site que ensina inglês na BBC. Existe esse serviço no site em português e no site mundial. O grande lance da BBC são os aúdios elaborados pelos próprios correspondentes do jornal pelo mundo a fora.

Outra iniciativa muito interessante é o site SK, que possui um fórum com colaboradores muito voluntariosos, fora que alí estão professores, falantes nativos, bilingues, estudantes, viajantes. Enfim, pessoas de todos os níveis.

Mas ultimamente o aprendizado de inglês chegou aos Blogs. Muitos professores e editores de livro, estão se adaptando aos novos tempos da internet. Apesar da grande audiência que ostentam, vejo que o movimento está tímido, pois a maioria ainda não migrou para o wordpress e utiliza o Blogger o que demonstra que o uso da internet é bem descontraído por parte deles.

tecla_sap.jpg

O Tecla Sap é escrito por

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ponta_lingua.jpgO Inglês na Ponta da Língua de Denilso de Lima que também escreve livros tenta combater a nossa velha mania de traduzir literalmente. Seus textos são mais extensos e reflexivos. Denilso busca através da linguística criar senso crítico em seus leitores sobre fatos do idioma saxão.

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english_experts.jpg Já o English Experts é escrito por diversas feras. Sem dúvida é o mais completo e variado de todos. Inclusive possui um Fórum de discussão e um chat. Parece querer buscar um caminho profissional, ao adotar hospedagem, um layout muito bem trabalhado e um excelente conteúdo. É interessante que o seu gestor, Alessandro Brandão, não seja professor de inglês, mas um curioso autodidata. Em seu perfil ele alega que o English Experts é seu trabalho e diversão.

Quando falo sobre a grande facilidade que a internet oferece para o auto-aprendizado, sempre existe um olhar cético das pessoas que desconhecem essa ferramenta poderosa. Explore os sites acima e também acompanhe as minhas últimas descobertas sobre o tema através dos meus links preferidos.

Parabéns a todos pelo excelente trabalho!!

Abraços, e muita Luz…

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Achei o Via6 positivo…

4 de setembro de 2007 às 11:29

Bom gente…

O Via6 é uma boa mesmo… gostei da experiência…

Veja meu perfil por lá
Porém vale uma ressalva… A comunidade não fara nada por você… ou seja comunidade não é lugar para “se aproveitar”, mas lugar para compartilhar. Talvez por ser um espaço novo existe esse espírito muito presente nos integrantes. Gostei muito de ter visto isso por lá. Gostaria de ver também a cara de alguns professores meus que insistem em dizer que sou louco por estudar tanto informática, e isso não ter nada a ver com administração.

Outra questão que é muito comum na internet é imaginarmos que encontraremos todas as soluções para os nossos problemas digitando as palavrinhas mágicas no Google. Ledo engano, por diversas vezes temos que construir uma solução, é aí que entram comunidades como essa…

Vi por lá muita gente bacana, consultores muito bons mesmo, que vão certamente passar um conhecimento bacana. Se você não gosta de gente, não participe de nenhuma comunidade. Alias, desligue seu computador agora! Porque a internet nunca foi tão humana. E a tendência - o que é muito bom para mim - é que a internet seja invadida por seres humanos cheios de desejo de compartilhar informações…

O lado negativo 

Alguns donos de comunidade pelo visto, apagaram algumas mensagens minhas. Isso tem lá o seu valor, afinal, estão preocupados com os spamers. Porém esse não é o meu caso. Como faço em outras listas de discussão, simplesmente deleto aquela comunidade e procuro outra que me aceite. Enfim, ninguém é obrigado a me achar o máximo, até porque estou longe de ser, então, acho que deveria ter pelo menos uma crítica ao texto, sei lá… a questão é que os caras não lêem mesmo, principalmente se o título não combinar com a cabeça deles, fazer o quê? Bom, é verdade que muitas pessoas começam comunidades para se auto-promover, não sei se é esse o caso que ocorreu comigo, enfim, não posso culpar a Via6 quanto a isso.

Já pensou se um dia eu virar grande guru. .rss vou fazer questão de escrever um monte de merda… e depois postar em seguida e rir desses idiotas papagaios que gostam de entrar em onda… enquanto sou um aspirante… vamos passando por essas e outras… e vamos ganhar espaço respeitando nossos colegas… rss

Continuo achando o sistema muito bacana!!!

Gostei mesmo do Via6, parabéns aos idealizadores…

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