Qual o significado do natal?

23 de dezembro de 2007 às 19:53

Recebo em minha caixa de e-mail’s inúmeras mensagens de amigos, parceiros, empresas, clientes. No meu perfil do Orkut chovem aquelas mensagens brilhosas que causam pânico em qualquer profissional de web.

Tenho que ser honesto sobre isso. Ainda não falo sobre o natal, mas sobre manter um perfil no Orkut. Por esses dias busquei a resposta sobre o porquê de manter uma conta por lá. Ainda não achei e estou muito inclinado a deletar o perfil. Penso não somente na futilidade que esse serviço representa para minha carreira profissional, mas além disso, o risco que corro com tantas mensagens recheadas de golpes e scripts maliciosos.

Mas volto ao tema do post.

Qual é o significado do natal?

Pois bem, todos sabemos que é uma lembrança sobre o nascimento de Jesus Cristo, o deus dos cristãos.

Mas não me contento com essa resposta, que está mais para fruto de senso comum. Vamos ir um pouco além. Sem no entanto, ir além demais. Não, não vamos ir na história, nem na antropologia, muito menos na psicologia. Vamos usar algo que está um pouco além do senso comum e um pouco antes do exibicionismo científico.

Vamos usar a razão.

A primeira resolução que chego é que seríamos mais humanos se não houvessem dias específicos para lembrar do outro. Hoje fui muito cobrado sobre qual a razão de ser tão distante dos familiares. Veja bem. Não vejo meus familiares durante o percorrer de um ano. E quando vem o dia de encontrar familiares, e eu não ajo nesse sentido, então sou desumano. A distância no decorrer de um ano não conta o que é importante mesmo é que haja um dia para compensar esse “esquecimento” que todos nós chamamos de natal. E que por conveniência também simboliza o nascimento de um messias. Aí surge outra conveniência que é um lenda sobre um bom velhinho que presenteia as pessoas…

Como posso negar a clara contradição no conceito de humanidade, de solidariedade que permeia o natal.

Pensei muito nesses dias sobre o cristianismo, e sobre as religiões. Pensei como seria o mundo com a inexistência delas. Sem datas comemorativas, e sem dias de perdão, dias de agradecimento, dias de arrependimento, dias de tanta coisa…

Como seria nossa vida se todos os dias fossemos cordiais e honestos um com o outro. Mas aí caiu outra ficha: Só segui esse raciocínio graças ao dito cujo contraditório dia de natal.

Cristão ou não, o importante é que no final das nossas atitudes para com os outros, não permitir a fragmentação da nossa dignidade. O natal pode até ter seus múltiplos significados, mas eu trocaria todos os natais da minha vida por um momento de honestidade, das pessoas tratam algo comigo.É preciso ter muita coragem para rejeitar certas propostas. A falsidade natalina é a pior proposta que alguém faz consigo mesmo.

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Onde anda o Luiz?

5 de dezembro de 2007 às 19:30

Eu não sou daquele cara que gosta de dar satisfações, muito menos aqui no HajaLuz.

Não acredito que alguém espere por isso aqui, apesar que seria uma boa massagem no ego.

A questão é a mesma de sempre. Pouco dinheiro e muito trabalho. Muitas cobranças dos clientes que pagam caro pela minha hora. Eu gosto muito de me dedicar a projetos como o MHC e estou aproveitando essas horas mais livres para levar adiante. Além disso tem o Blogaria que já possui mais visitas que o Hajaluz, tem também o BlogMestre que vai muito bem graças aos professores que por ali habitam.

Minha página profissional e ganha pão está em andamento a quase um mês. Dessa vez decidi fazer um template extremamente adaptado ao meu gosto, talvez por isso, eu tenha tanta dificuldade em terminar. O site de Gislene também está no mesmo ritmo.

Uma consultoria para estruturar uma empresa que presta serviços de internet e agora está a implantar o VoIp está consumindo meu tempo. Não dedico por alí muito pela grana, mas internet é algo que está na alma desse pobre cristão. E é muito bacana ver o dono que se dedica muuuuuuuito a instalar antenas de rádio em todo o bairro.

Bom gente, se eu fosse mais expressivo podeira escrever centenas de linhas de um dia e uma semana muito agitada. Mas me limito a dizer que é uma fase muito bacana da minha vida a que estou agora.

Desejem-me sorte e espero em breve trazer muitas utilidades para meus queridos leitores…

Abraços… muita luz e sucesso a todos…

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Não é só você que está frustrado com ONG’s

22 de setembro de 2007 às 9:35

Bom gente, essa é a segunda vez que eu mesclo o meu trabalho com ONG’s. Realmente é uma experiência que não desejo repetir.

Mas existe uma grande diferença na minha postura entre a primeira e a segunda vez. Na primeira coloquei a boca no trombone e denunciei aos quatro ventos. Muitos amigos me recriminaram dizendo: Pô! se você escolheu trabalhar com essa gente, o que estava esperando?!

E ainda tenho que tolerar as gozações do pessoal da universidade que ganha muito bem como Trainee, e me considera uma espécie de jesus cristo social.

Mas eu replico e digo que atuar em prol das pessoas com a mesma origem da minha, não se constitui altruísmo, mas é uma questão lógica. Se a sociedade se desenvolve coletivamente acredito que é melhor para todos. Existem muitos garotos nas favelas que são verdadeiros campeões. São muito mais competentes do que meus próprios amigos universitários que me gozam. O que lhes falta é treinamento e adaptação ao ambiente de negócios, os quais busco oferecer em meu curso de empreendedorismo.

Vale ressaltar que no meu caso, estabelecer um relacionamento estreito com pessoas vencedoras, é a grande chave de sucesso para mim. Isso é algo que as empresas desejam também. Então repito que não pratico altruísmo nem assistência social, mas invisto em pessoas que considero competentes e vencedoras, e posso citar vários exemplos de alunos nossos que ao lhes ser oferecida uma oportunidade se destacaram no mercado de trabalho.

Como dizia antes. Na primeira vez reclamei muito e tirei o sono de gente poderosa, tanto que fui ameaçado por quem não possui ao menos condição moral para andar de cabeça erguida, quanto mais conseguir me prejudicar de alguma forma. E dessa vez minha atitude será outra…

Irei enviar alguns email’s para os auditores do projeto. E para a Escelsa que é a financiadora, e que seguramente está investindo pesado nessa brincadeira. E o pior, quando mistura seu nome a esse tipo de organização, recebe um efeito contrário ao que deseja, pois os alunos chegam no início do curso com receio de - nos próprios dizeres deles - ser “feito de otário” como em tantos outros projetos sociais.

Nesses email’s irei narrar os acontecimentos que deveriam ser alvo de investigação por parte das autoridades constituídas, creio que é essa é a melhor forma de agir. Pois reservo-me na minha posição de mero instrutor e mostro minha confiança nas instituições que são legalmente constituídas para exercer o controle sobre os recursos empregados no projeto em questão.

Peço desculpas aos meus treinandos por ter colocado meu nome nessa empreitada. É como digo: Temos que manter a esperança que as coisas mudem. Omitir-se é ser conivente com a corrupção. É muito fácil criticar sem se envolver como fazem meus amigos. Se eles fossem capazes de desafiar esse conjunto de parasitas como eu faço, o país seria outro!

Não fujam da sua responsabilidade. Vocês são clientes do projeto. Exijam respeito dos gestores dele - que apesar de toda a arrogância que arvoram - são muito bem pagos para servi-los. Essa gente não gosta de pessoas como eu, que apesar da origem humilde, não cala a boca em troca de dinheiro. Quem sabe minha atitude não valerá mais do que todas as palavras que disse entre vocês.

O HajaLuz está de portas abertas para vocês. Divulguem o seu trabalho por aqui. Estou a disposição para lhes auxiliar. Basta que vocês se organizem. Temos uma plataforma de ensino On-Line, na qual poderemos trocar idéias e crescermos juntos. Podemos montar um curso alí para vocês, basta que haja, no mínimo, dez pessoas interessadas…

Algumas postagens que escrevemos poderão lhes auxiliar de imediato nessa busca por melhores oportunidades de trabalho:

Como se dar bem em uma entrevista?

Dicas para uma boa entrevista de trabalho I

Dicas para uma boa entrevista de trabalho II

Dicas de Entrevista

Fico à sua disposição.

Desejo-lhes muita Luz…

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Para onde foi o WebDesign?

20 de agosto de 2007 às 10:48

Eu bem que fiz um curso de Web Design no Senac/ES, lá pelos anos de 2004. Meu professor foi um cara que eu admirei muito pelo apego ao “bloco de notas” do Windows. Isso mesmo, nada de Dreamweaver. Ele começou com o bloquinho e depois passou para um antigo editor chamado Home Site, que se eu não me engano fora adquirido pela Macromedia posteriormente, e passou a vir junto com o pacotão do Dreamweaver, Flash e outros…

É engraçado como depois de tanto tempo deixei de usar o avião DreamWeaver e voltei para um rústico editor, muito semelhante àquele, é o PsPad, profissionalmente ela me traz resultados muito satisfatórios, o Photoshop ainda é o mesmo: 7.0. Essas voltas ao passado são fascinantes, só agora me dei conta que profissionalmente, é muito mais vantajoso trabalhar com algo que funcione, ao invés de trabalhar com ferramentas da moda…

Para quem não sabe, Web Designer era um profissional que se dedicava a fazer páginas para a internet. Como vocês podem ver pela própria palavra, a ênfase na estética era predominante na época. É por isso que o Flash estourou, foi uma sensação mesmo. Chegamos a pensar que todos os sites iriam migrar para o Flash, tão grande foi o impacto que a versão MX produziu… Acho que foi o auge da Macromedia e do design… Que ironicamente fora adquirida por uma empresa de aplicações voltadas para a exibição de conteúdo: A Adobe.

A internet possui ciclos, é verdade! Já passou pelo ciclo do bate-papo (IRC), Fóruns (PHPBB), Comunidades (My Space, Orkut), Blogs e atualmente migra para aplicações voltadas aos dispositivos móveis. É bem verdade que nosso país se atrasa com relação às aplicações de internet, por isso, o Blog tem sua efervescência nos dias atuais, enquanto, nos países desenvolvidos, os sites começam a minimizar o conteúdo de tal forma que possa ser assimilado com agilidade nas ruas…

Voltando ao meu curso no Senac, era interessante como meu professor, um ótimo profissional e diga-se de passagem: um profissional muito requisitado na região. Não utilizava recursos como CSS e Java Script (o que o pessoal bacana batizou agora de Ajax). Ele nos ensinou a dimensionar as páginas com as tags Html que formam tabelas. Porém ao o trabalhar profissionalmente me vi confrontado com o desafio de elaborar páginas dentro das demandas de mercado que tende a valorizações dos padrões W3c.

Mas aí é que está o dilema: o mercado não sabe a diferença entre o <table> e o <div> o mercado vê justamente o desenho do site, e é difícil convencer alguém que o desenho é uma tendência do passado e que hoje a tendência é valorizar a comunicação, o conteúdo,  e a interação entre as pessoas. É incrível como um website atual conseguiu agregar vários conceitos de décadas anteriores. Ele pode e deve abrigar um bate-papo, uma comunidade, um fórum, ele deve ser tudo isso, e porque não? Ele deve possuir um bonito desenho. Agradável aos olhos e ao gosto da maioria que circula por ali. Para que, através do visual,  surja uma identidade com a página; um compromisso quase religioso, de gostar tanto do negócio a ponto de mostrar para os amigos como é bacana aquele espaço na internet…

Um cliente acabou de me indicar um site para servir de “benchmarking” para o dele. E eu fiquei impressionado com a dica que o realizador do projeto oferece sobre acessibilidade. Enfim, o cara conseguiu inverter a lógica, e diz que acessibilidade é justamente banir do seu convívio pessoas que não pensam como ele. Quem não quiser utilizar o nevegador da sua preferência que se dane. Tudo isso, por causa da sua omissão como profissional por resistir em aprender como projetar um website para todas as pessoas consigam visitá-lo.

Quando alguém faz referência a briga Microsoft x Código Livre como uma birra de meninos adolescentes, e apenas uma briga de gostos pessoais, eu penso que o exemplo citado é a síntese disso. Porém existe nesse “background” uma guerra ideológica muito sutil, talvez até o Ter ou Ser de Erich Fromm (leia a resenha que eu fiz), esteja em jogo.

Sim. A grande gigante do mundo de softwares, traz a idéia do vencedor a qualquer custo, o Darwinismo Social a flor da pele; enquanto o Código Livre nos faz imaginar que outro mundo é viável, um mundo orientado para o coletivismo, que prioriza as Relações Humanas. Eu acho até engraçado quando os blogueiros sensacionalistas (que em sua maioria utilizam o Wordpress) atacam deliberadamente o Código Livre (Opinião sensacionalita \ Opinião Equilibrada) utilizando o discurso neoliberal. Eu só posso entender isso como uma estratégia de audiência e não uma opinião bem pensada…

Não sou obcecado pelo Código Livre, mas estou tão obcecado com a idéia de fazer sistemas que dêem ênfase no conteúdo que penso em abrir mão de clientes que pensem exclusivamente no visual, talvez não os rejeite, porque quem rejeitaria um cliente? Mas enfim: como pode alguém pensar em um WebSite como um desenho? Será que eles não sabem que um template é vendido a R$ 0,01 em qualquer esquina da sua cidade? Sim porque se um CD com mais de mil modelos de template é R$ 10,00 logo a conta fecha, não é mesmo? Sem contar então que isso pode ser baixado por um P2P da vida…

Talvez o mais difícil para um profissional de internet, seja convencer ao cliente para que ele se envolva com o projeto. Explicar que o website deve ser atualizado todos dias. Que ele deve possuir novidades… sua empresa tem novidades para colocar na página? Isso é importante! Enfim, eu vivo cercado desse desafio por onde caminho como profissional: mudar mentalidades é o meu verdadeiro negócio!

E aí qual seria o melhor nome para chamar alguém que faz isso? Por enquanto gostaria de ser chamado de Gestor de Conteúdo. Quanto aos templates, prefiro colocar os créditos no rodapé, e se o cliente achar ruim e querer um mais exclusivo, vou chamar os amigos para compartilhar o projeto, o design não merece tanta atenção por parte do desenvolvedor da mesma forma que desperta no leigo.

PHP é o meu grande desafio, Java Script é fascinente, parece mágica e é outra tendência forte para quem deseja ganhar mercado. Quanto ao Flash, existem projetos magnifícos sem dúvida. Eu sempre digo que Flash não é desenho, é programação orientada ao tempo, se o cara souber separar as coisas, se o cara for bom em Action Script, e ainda desenhar bonito, aí ninguém supera, porém são raros projetos desse porte.

A próxima tendência me preocupa. Os Iphones da vida são os dispositivos de comunicação de um futuro bem presente, gerar projetos para esses dispositivos fará grande difirença na carreira dos desenvolvedores de Web, você está preparado para isso??

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Dicas para o mercado de trabalho

9 de agosto de 2007 às 17:04

Quero apresentar a vocês minha grande parceira: Gislene Araújo.

Ela sabe bastante sobre gestão operacional, rotinas de escritório, finanças entre outras áreas. Atualmente faz uma consultoria no Departamento Pessoal de uma grande organização em Vitória/ES.

Juntos estamos oferecendo cursos de Gestão aqui em nossa cidade, e essa é uma das experiências mais produtivas que tenho feito.

Aqui nessa postagem ela dá várias dicas sobre entrevista. Aproveitem e façam muitas perguntas sobre recolocação profissional, carreiras e outros assuntos afins.

Em seu blog você vai encontrar muitas dicas sobre Recolocação Profissional, Entrevistas, Contratos e muito mais…

A Gislene está a frente da GrTraining Online. E de muitos projetos bacanas que estamos tocando. Em breve vamos oferecer cursos gratuitos nessa plataforma.

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