Antes a febre era fórum e portal. Dos quais participei ativamente. Paralelo ao pessoal que escrevia em fóruns e portais haviam os fotologs da vida. O orkut foi o porto seguro desses fascinados por novidade. Enquanto isso eu descobri que os blogs que seria um fotolog mais elaborado. O pessoal que gosta de novidade bem que tentou os blogs, mas enfim, a dificuldade de elaborar mais de um parágrafo…

Ou melhor a dificuldade em concentrar-se por mais de dois minutos, faz com que essas pessoas abandonem seus blogs, até porque o objetivo é resultado imediato, comunicação instantânea e o blog exige uma certa reflexão para elaborar respostas. No blog há espaço para expor o lado mais intelectual, digamos assim, em detrimento da estética. Inclusive nesse quesito o design dos blogs ficam cada dia mais “pobres” para dar lugar à acessibilidade, então o colorido vai embora, e o conteúdo se apresenta como principal atrativo para esse formato.

É evidente que isso não é coisa para adolescente brasileiro. É por isso que uma novidade está caindo bem para os que desejam se mostrar como evangelistas de um novo mundo, inclusive uma empreendedora adolescente, que é blogueira famosa, - adolescente nem tanto pela idade, mas pelo seu jeito de encarar a gestão - já está fazendo rankings, e tudo mais, com o objetivo de mostrar como o negócio é bom e funciona.

Sim funciona que é uma maravilha, vão todos para lá, vocês que adoram pular de galho em galho - sem trocadilho com o Estadão. Nós vamos por aqui, procurando conteúdo e quem sabe, oportunidades de crescer enquanto pessoas ao encarar a tecnologia como um fator de evolução humana, principalmente em termos de comunicação.

Como já tive a oportunidade de falar do Estadão. A questão não é bem de ser adepto a novidades que “revolucionariam o mundo”, não quero com essa postagem iniciar uma cruzada entre blogs e Twiter. Os blogs por si mesmos não podem fazer nada. A questão é o seu caráter de ferramenta, suas funcionalidades, tão bem divulgadas nos metablogs da vida.

Eu fico feliz em ver que as ferramentas mais próprias (microblogs) para esse público surjam para que eles sintam-se bem consigo mesmos. Isso faz bem para todo mundo. Principalmente para quem deseja trabalhar com um blog sem ser rotulado de macacaco. Afinal como dizia um gestor que conheci: “toda brincadeira tem um fundo de verdade”. E a brincadeira do Estadão não tem só fundo: existe muita veracidade nas suas afirmativas, mas não veracidade absoluta… e qual propaganda têm??