O Piaui é aqui; eu e meus amigos universitários capixabas…
Eu fico indignado quando alguém esquece do meu estado: o Piaui, só que é o Piaui do Sudeste…rss
Eu escrevo essa postagem depois do ba-fa-fa sobre o caso philips.
Vocês acreditam que eu fui obrigado a fazer uma lista de e-mail’s para a minha universidade para ver se o pessoal deixava uma outra onde existem dois palhaços que discutem sozinhos sobre capitalismo e socialismo, gente isso tem uns dois anos que acontece. Sim os caras tinham uma lista de discussão na universidade para firmar posicionamento ideológico como duas mocinhas medindo o peito…
Ultimamente lancei um desafio que era falar sobre a implantação de cotas para pobres, algo que foi feito com uma bondade tão grande pelo reitor que até o movimento negro desconfia, e está fazendo protesto para embargar a decisão. O negócio pegou fogo até que eu cometi o erro de escrever “xingar” ao invés de “chingar”, como no calor da discussão, eu já havia elogiado os entrantes por meio de cotas de burros e outros nomes bacanas… foi a deixa para ser “humilhado”. Acontece que a burrice para mim não está relacionada ao erro, mas a falta de empenho em admiti-lo e superá-lo. Aqui vai a sequência das mensagem para quem quiser acompanhar o que aquela sociedade em progresso pensa sobre tão polêmico assunto.
Outra questão preocupante é que os universitários agora tem vergonha de ser reconhecidos como intelectuais. Imagine você; eles mesmos assimilam que intelectual é sinônimo de arrogância, prepotência. E não um sinônimo para alguém que prioriza o intelecto, o saber. Eles também pensam que um intelectual é alguém infalível que não erra… desse jeito a vaca vai p’ro brejo mesmo…
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Ou passo a passo>>





Norberto Kawakami
Essa mania de que devemos ser “humildes” é um pé no saco. Parece mais o discurso do medíocre que sabe que é medíocre e não tem peito para fazer ou não sabe o que tem que ser feito porque todos temos que ser “humildes”.
Intelectual é o cara que sabe fazer a pergunta, não o cara que sabe respondê-la… E o Brasil, há muito já desaprendeu a perguntar. Vide as nossas escolas…